Participação da AJS da Paróquia São Cristóvão no Bote Fé Curitiba!

 

BF Ademir Ricardo

Padre Ademir Ricardo (à direita) em entrevista a TV Canção Nova.

Junto a milhares de outros jovens da arquidiocese de Curitiba, a AJS, da Paróquia São Cristóvão e Comunidade Dom Bosco, participou com empenho no Bote fé Curitiba, evento que reuniu uma série de atividades em preparação à Semana Missionária e JMJ 2013. No dia 23, na Praça Nossa Senhora de Salete, com várias apresentações e muita diversão, tiveram um bonito dia, e, no ápice, a acolhida dos símbolos da JMJ, a Cruz peregrina e a imagem de Nossa Senhora, e uma bonita celebração presidida pelo Bispo da arquidiocese de Curitiba Dom Moacyr José Vitti. Após, os jovens puderam aproveitar shows com várias bandas católicas e, já pela noite, encerraram as atividades do sábado com uma vigília.
No dia 24 os jovens se fizeram presente no parque Barigui, onde tiveram outros momentos com os símbolos que peregrinaram a cidade em várias atividades juvenis, garantindo uma bonita festa junto com toda a juventude curitibana. Junto a toda arquidiocese tiveram bonitos momentos de vigília, celebrações e shows, tendo o Bote Fé encerrado no dia 26/02, terça feira, com uma celebração de envio. Ao todo, cerca de 30 mil pessoas participaram nos 4 dias de programação.

“É um momento único que nós, jovens, temos de nos reunir em um motivo especial, que é o seguimento de Jesus Cristo.” Andre Becher.
Viva a juventude!!!

Outras fotos podem ser acessadas através do link:

https://picasaweb.google.com/117849193669925856805/AJSNoBoteFeCuritiba

 

Batizados Fevereiro

Tornaram-se Cristãos pelo sagrado sacramento do Batismo em nossa comunidade:

Dia 24 de fevereiro:

Emanuelli Vitória Batistela Norberto
Pais: Adílson Rodrigues Norberto
Rosileidi Aparecida Batistela

Heloísa dos Santos Dancini
Pais: Roberto Dancini Junior
Elaine dos Santos Dancini

Kalyne Cristine Ramos Leal
Pais: Janio Vale Leal
Bruna Cristina Ramos

Rafaela Pissaia Pereira
Pais: Ricardo Pereira
Francieli Pissaia

Vitória Mikie Molverstet Freitas
Pais: Adriano Yassuo Freitas
Sueli Molverstet

Wesley layan dos Santos do Amaral
Pais: Wesley Souza do Amaral
Jeniffer Pires dos Santos

Conselho Local de Saúde

No dia 05 de março às 18:00 hs. Na Unidade de Saúde Guaíra, localizada na rua São Paulo esquina com a rua Augusto de Mari na Praça Bento Munhoz da Rocha Neto (ao lado da sede do Paraná Clube)  ocorrerá a reunião do Conselho Local de Saúde do nosso bairro, convidamos a todos que queiram e possam participar da reunião em que serão discutidos as políticas de saúde em âmbito nacional, estadual e principalmente municipal. Todos podem e devem participar. Compareçam!

 

Retiro das Catequistas

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No dia 22 de fevereiro a Coordenação da Catequese da Paróquia São Cristóvão promoveu o primeiro retiro do ano da Comunidade Paroquial. O encontro aconteceu no Centro Jesuíta de Cidadania e Assistência Social de Curitiba e Casa do Trabalhador, no Bairro Sítio Cercado em Curitiba. Os temas apresentados foram: Querígma ou Primeiro Anúncio, Espiritualidade e Compromisso ou Serviço , os quais foram muito bem apresentados e trabalhados pela Irmã Solange Sanches-FMA, que oportunizou a todos os presentes a discussão e o debate sobre os respectivos assuntos. Foi um dia inteiro de reflexão e aprofundamento da fé, pois durante o retiro aconteceram momentos de animação, leitura, oração e deserto, além da adoração ao Santíssimo Sacramento. O retiro foi encerrado com a celebração da Eucaristia a qual foi presidida pelo Pe Adriano Cemin, pároco da Paróquia São Cristóvão. Participaram do encontro, além das catequistas, representantes de outros grupos paroquiais e também da Paróquia Menino Jesus de Praga. As catequistas, muito felizes, agradeceram o apoio do pároco e a presença da Irmã Solange que, com toda a certeza enriqueceu o encontro com seu carisma.

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Entrevista do Mês: CPP (2013)

Entrevistamos o Sr. Paulo Roberto Ragnini, atual coordenador do Conselho Pastoral Paroquial (CPP), para conhecer um pouco mais sobre a importância desse Conselho em nossa Comunidade Paroquial.

Agradecemos ao Sr. Paulo por atender a equipe da Pastoral da Comunicação para realização dessa entrevista.

 

Pastoral da Comunicação (PASCOM): O que é o Conselho Pastoral Paroquial (CPP)?

Paulo: É importante registrar que para uma Paróquia realizar sua natureza e finalidade, deve entre as várias exigências: ter o seu CPP e CAEP (Conselho de Assuntos Econômicos Paroquial); Fazer seu planejamento; Observar as Normas Litúrgicas e Sacramentais; Manter continuidade na pastoral nas transferências de párocos.

Em todas as paróquias da Arquidiocese de Curitiba, devem ter constituídos Conselhos Pastorais, segundo as normas do Direito Canônico.

O CPP é um órgão de consulta e ajuda do pároco.

PASCOM: De acordo com as normas como deve ser constituído o CPP?

Paulo: Pelo pároco; vigário; representantes dos religiosos(as); coordenadores das pastorais, movimentos, associações e organismos existentes na paróquia; pelo coordenador da Comunidade Dom Bosco e pelo presidente executivo e tesoureiro do CAEP. Essas são as pessoas convocadas paras as reuniões e tem direito a voto nas decisões. Porém, por uma decisão em reunião do CPP, ficou aprovado a participação aberta de outras pessoas que não sejam coordenadores, que terão direito de contribuir com suas sugestões e críticas, mas não terão direito a voto nas decisões.

PASCOM: Quais as atribuições do CPP?

Paulo: Em linhas gerais, “planejar, organizar, animar e avaliar a Pastoral de Conjunto e Orgânica da Comunidade Paroquial, expressando a unidade e corresponsabilidade na comunhão Eclesial”; Cuidar para que funcionem as pastorais e aconteçam as prioridades diocesanas, paroquiais e por ser, uma paróquia salesiana, atentar para as orientações da Inspetoria Regional.

PASCOM: Como é constituída a coordenação do CPP, qual tempo de permanência dessa equipe e suas considerações finais?

Paulo: O pároco é o presidente nato, pelo coordenador e secretário. Pelas orientações da Arquidiocese, de três em três anos, é realizado uma eleição, podendo os membros serem reeleitos por mais três anos. Em nossa Comunidade Paroquial, estamos adotando a pratica, onde as pessoas indicam o nome para o cargo de coordenador ao Pároco, com antecedência mínima de 10 dias da eleição. Após uma análise e conversa do Pároco com os candidatos, são colocados os nomes para os integrantes do Conselho, que tem direito a voto. Uma vez, definida a nova coordenação, os nomes são encaminhados para o Sr. Bispo para aprovação.

A gestão da atual coordenação encerra-se no final de 2013. Acredito que a eleição deve ser realizada na reunião do CPP de outubro/ 2013.

Nestes dois anos conseguimos realizar grande parte daquilo que este definido em nosso planejamento, falta pouco e acredito, conhecendo nossos paroquianos, que vamos atingir os objetivos que faltam.

Agradeço a todos, a casa é nossa e podemos contar sempre com a intercessão de N. Sra. Auxiliadora. Que Deus nos abençoe.

Entrevista do Mês: MESC

Nesta edição entrevistamos a coordenadora dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão (MESC), Sra. Eva Ronchi Barbosa, para conhecer o trabalho realizado em nossa Paróquia.

 

1) Qual o critério para ser um MESC?

Eva: A pessoa chamada para o ministério – mulher ou homem – deve ter recebido os sacramentos da iniciação cristã, ser católica praticante, com 21 anos ou mais, podem ser pessoas viúvas, solteiras ou casadas, com dons e carisma adequados ao ministério.

Essas pessoas são preparadas através de um curso organizado pela Arquidiocese e investidos(as) pelo Bispo.

 

2) Quantos MESC’s temos na Paróquia? Qual o trabalho realizado por eles?

Eva: Somos em 27 ministros. A função dos ministros é principalmente de levar a Eucaristia aos enfermos e as pessoas que não tem condições de participar das celebrações da Santa Missa na Paróquia. Também ajudar o sacerdote a distribuir a Sagrada Comunhão nas missas em que haja grande número de fiéis.

 

3) Quantas pessoas, entre idosos e enfermos, são atendidas?

Eva: Atualmente 33 pessoas são visitadas pelos ministros uma ou mais vezes no mês em suas casas, onde ouvem a Palavra de Deus e recebem a Sagrada Comunhão.

 

4) Considerações finais.

Eva: Os MESC’s recebem da Igreja a missão de evangelizar com a vida, levando Cristo através da Sagrada Comunhão e da palavra de Deus. Cada MESC é um discípulo missionário que deve estar inquieto para que o Evangelho seja cada vez mais proclamado e vivenciado.

Ser MESC é uma graça, uma dádiva que requer cuidado, responsabilidade e acima de tudo, humildade, pois somos apenas servos de um Deus Vivo.

Entrevista do Mês: Risoto.

Nesta edição conheceremos como iniciou o nosso tradicional risoto mensal. Quando sabemos melhor a história podemos perceber como Deus age e emocionarmos com aqueles que fizeram e fazem parte dessa história. Abaixo um trecho da entrevista realizada com o P. Sigmundo (Padre Zig), o casal Simeão e Ana Maria e Jabismar. O Pe. Zig foi pároco da nossa Paróquia no período de 1976 a 1985, hoje nosso Vigário Paroquial.

 

Jornal de São Cristóvão (JSC): Pe. Zig como foi o primeiro risoto realizado em nossa paróquia?

Pe. Zig: Senhoras voluntárias da Igreja se reuniram e decidiram realizar algo que congregasse a comunidade paroquial e conseguisse recursos financeiros para a Paróquia.  Porém, por falta de experiência e meios, o primeiro risoto não foi como se esperava, não obteve o resultado desejado.

 

JSC: Mas como surgiu esta tradição do risoto?

Pe. Zig: No final de uma celebração fui procurado pelo Simeão e Ana Maria, que tinham recém chegado de Brasília e foram residir na Rua Piauí. Eles me perguntaram como podiam ajudar na Paróquia.

Ana: Mudamos de Brasília para Curitiba no final de 1981. Em seguida fomos a uma Missa na Paróquia para conhecer o pároco e saber em que atividade poderíamos colaborar. Ao encerrar, o Pe. Zig nos convidou para no próximo domingo comer um pedaço de bolo com o coroão, era aniversário dele. Foi quando nos convidou para fazer parte do Movimento de Irmãos. O coordenador era o Álvaro e Ivone. Algumas reuniões após o encontro que fizemos, foi a eleição no grupo, e para nossa surpresa fomos eleitos coordenadores.

A Paróquia tinha muito trabalho e precisava de bastante dinheiro, tinha sido derrubado um barracão velho de madeira. Então como coordenadores, pensamos em como arrecadar sem fazer um “bingo” ou “vender rifa”; Vender um trabalho, fazer uma confraternização, mas acessível. Na época a carne estava muito cara, o churrasco ficava inviável. Veio-nos a idéia de fazer o risoto, pois tinha uma boa aceitação e venderíamos um trabalho mais em conta. No início o Pe. Zig foi contrário, pela experiência de outro que havia sido feito e não tinha dado resultado.

Pe. Zig: Quando me falaram de fazer um risoto, fiquei hesitante. Pois a experiência que tínhamos com o risoto anterior não tinha sido boa.

Simeão: Convencemos o Pe. Zig dizendo que planejaríamos bem; que venderíamos os ingressos com antecedência e que faríamos só para 150 pessoas.

Ana: D. Isaltina nos apresentou a Dora que tinha uma receita especial vinda de uma italiana. Não tínhamos nada; emprestamos os pratos e talheres da Paróquia N. Sra. de Fátima, as panelas todas emprestadas, os fogões eram de quatro bocas, pequenos e fornos em frente. Vendemos 100 ingressos antecipados; o salão que em construção era só pedra brita espalhada no chão.

Começamos a trabalhar às 3:30 da madrugada junto com a festa de São Cristóvão; Pe. Zig resolveu fazer uma Missa no salão com toda a equipe que estava trabalhando às 7:00 horas e todos desligamos os fogões e fomos celebrar a Missa para que recebêssemos maiores bênçãos.

Simeão: Com pouca experiência, emprestamos 150 pratos e talheres, mas não nos lembramos que as pessoas trariam seus filhos e faltaram pratos e talheres. Foi um corre-corre, algumas pessoas que estavam trabalhando foram buscar em suas casas.

O primeiro risoto foi um sucesso e o resultado financeiro também.

Ana: O Pe. Zig ficou tão feliz que na Missa das 19:00 horas no momento da consagração mandou a banda da Polícia Militar entrar tocando o Hino Nacional, foi muito emocionante.

O risoto foi num crescente sempre e aos poucos fomos terminando de construir o salão, comprar material e os fogões industriais. Na época não existia o CAEP, e o Movimento de Irmãos era quem administrava tudo.

 

JSC: Pe. Zig como foi a continuidade do risoto e qual era o objetivo?

Pe. Zig: Defini que o risoto seria administrado pelo Movimento de Irmãos e os recursos seriam usados onde mais precisasse. Na época não tínhamos um grupo específico para tratar dos assuntos econômicos.

Simeão: O CAEP foi criado na Paróquia com o Pe. Tarcisio, e eu fui o primeiro coordenador.

Quando terminamos as construções, compra de tudo que é necessário para manter o salão, passamos a direcionar grande parte do que é arrecadado com o risoto para a questão social (auxilio aos pobres e aos doentes). E isso, acontece até hoje.

 

JSC: Jabismar, atualmente como está sendo realizado o risoto, qual a sua importância para a Paróquia e como esta sendo realizada a distribuição do que é arrecadado?

Jabismar: O Movimento de Irmãos continua realizando o risoto, mas seria importante que outras pessoas também fizessem parte dos trabalhos, já que as duas grandes finalidades são: Finalidade Religiosa (manutenção da igreja, água, luz, telefone, funcionários, hóstias, etc.), visto que a arrecadação do dízimo não cobre essas despesas; Finalidade Social (auxilio aos pobres e aos doentes). O risoto também é um local para nos unirmos, ajudar nossa Paróquia e as pessoas que precisam, e nos confraternizarmos.

Nos últimos anos, temos adotado a seguinte distribuição:

– Na última coordenação do Simeão e Ana Maria, Janeiro de 2011 a Junho de 2012, foram doados R$ 67.753,86, sendo que para a Paróquia São Cristóvão o montante foi de R$ 44.273,28, ou seja 65,34 % do total. As demais doações foram para o Instituto Salesiano (CES e Provim), Associação Mamãe Margarida,l Comunidade Dom Bosco, Associação das Senhoras da Caridade, Vocações e Escola de Educação Especial Multidisciplinar. Caso a Paróquia venha precisar de alguma ajuda extra, nos organizaremos para realizar outro evento, já que o valor repassado as entidades que atendemos precisam da nossa ajuda para se manterem. Importante salientar também, que todo o dinheiro arrecadado é revertido em doações, manutenções e compra de utensílios, para o bom andamento de nossos trabalhos, sendo tudo contabilizado e arquivado pelos coordenadores do M.I, mantendo apenas em caixa valores necessários para os próximos eventos e despesas futuras, já planejadas e aprovadas.

 

Esperamos com essa entrevista colaborar com os leitores no conhecimento desse evento tão importante para nossa Paróquia e para as pessoas que recebem a nossa ajuda.

Entrevista do Mês: SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL – SAV

Nesta edição entrevistamos o coordenador do Serviço de Animação Vocacional-SAV, José Carlos Chiuratto (JC), para conhecer e difundir esse trabalho de extrema importância na Igreja e em nossa paróquia.

 

Jornal de S. Cristóvão (JSC): O que é o Serviço de Animação VocacionalSAV e qual a sua missão em nossa Paróquia?

JC: O Serviço de Animação Vocacional é um trabalho pastoral da Igreja que
que tem como referência o discernimento e acompanhamento vocacional dos adolescentes e jovens. Missão: “Despertar, discernir, cultivar e acompanhar, especialmente os adolescentes e jovens, baseando-se nos ensinamentos de Jesus e na Espiritualidade Juvenil Salesiana”.

Queremos ser presença significativa no meio dos adolescentes e jovens, colaborando no seu projeto de vida pessoal e comunitário, criando uma cultura vocacional. Por pertencermos a uma paróquia salesiana buscamos sempre seguir os princípios e ensinamentos deixados por Dom Bosco.

 

JSC: De que forma é realizada a Animação Vocacional em nossa Comunidade Paroquial?

JC: A SAV atualmente é composto por aproximadamente 25 (vinte e cinco) Animadores Vocacionais. Contamos ainda, quando da realização de nossos eventos, com a colaboração de alguns paroquianos pertencentes a outras pastorais e também mantemos uma parceria integrada com a Articulação da Juventude Salesiana – AJS e a Pastoral Catequética.

Ressaltamos que todos os eventos programados e realizados pelo SAV estão em sintonia com as orientações da Arquidiocese e principalmente com o proposto pela Inspetoria e no Projeto Educativo Pastoral Salesiano – PEPS da Paróquia.

Cabe aqui destacar que todos os Animadores Vocacionais possuem algum tipo de formação específica para o desenvolvimento das atividades. As orientações são adquiridas através da participação em retiros específicos e também nos encontros promovidos pela Inspetoria Salesiana.

 

JSC: Quais tipos de atividades são realizadas, visando a promoção vocacional na Paróquia?

JC: São diversas as participações do SAV visando a promoção vocacional, podemos enumerar algumas como:

  • Durante o mês vocacional (agosto) o SAV prepara subsídios vocacionais para que sejam trabalhados nas reuniões mensais dos grupos, pastorais, movimentos e associações da paróquia;
  • Participação em celebrações, ao longo do mês vocacional, destacando a celebração do dia, ou seja, dia do padre, dos pais, dos religiosos (as), do Leigo e da Catequista;
  • Promoção, organização e realização do Projeto de Vida local, o qual está programado para o dia 05/05/2012;
  • Promoção, organização e realização da Gincana Catequética Vocacional, a qual está programada para o dia 11/08/2012;
  • Promoção, organização e realização do Show de Talentos, o qual está programado para o dia 27/10/2012;
  • Para este ano de 2012, realizaremos todo dia 24 do mês, Terço Vocacional e Hora Santa Vocacional, alternadamente, após a novena dedicada a Nossa senhora Auxiliadora;

Além dos eventos acima mencionados, gostaríamos de destacar a realização da Caminhada Vocacional, a qual é realizada anualmente no dia 12/10, sendo que neste ano será a terceira caminhada consecutiva.

 

JSC: Suas considerações finais.

JC: Em primeiro lugar gostaria de destacar o que foi mencionado pelo P. Adriano, nosso pároco, quando assessorou o nosso retiro do final do ano passado: Fazer animação vocacional na paróquia supõe, antes de mais nada, uma conscientização vocacional de que todas as pastorais e movimentos são chamados a despertar uma Cultura Vocacional a qual podemos denominar de “vocacionalização” das pastorais e movimentos paroquiais”.

Baseado nas palavras do pároco gostaria de aproveitar a oportunidade e convidar a comunidade paroquial, para vir conhecer o nosso trabalho, pois é um projeto totalmente voltado para os adolescentes e jovens de nossa paróquia, nossos filhos. Venha fazer uma experiência participando de uma de nossas reuniões. Caso goste e queira se juntar a nós será muito bem vindo (a) a fazer parte do Serviço de Animação Vocacional – SAV

 

Informações com a Edna, secretaria da paróquia.

Entrevista do Mês: Grupo de Oração

Nesta edição entrevistamos a coordenadora do Grupo de Oração Nossa Sra. Auxiliadora (RCC), Sra. Vania Carvalho Ragnini, para conhecer o trabalho realizado em nossa Paróquia.

 

Jornal de São Cristóvão (JSC): Como é realizada a reunião no Grupo de Oração (GO) e qual o objetivo principal?

Vania: Os integrantes são convidados primeiramente a participar da Santa Missa e logo após se dá a reunião iniciando com cantos e orações de louvor, momento de perdão, escuta e partilha da Palavra de Deus, oração uns pelos outros e o objetivo principal é levar os participantes à um encontro pessoal com Jesus, reavivar a fé através da efusão do Espírito Santo com a prática da oração e cantos de louvor.

 

JSC: Uma das atividades no GO é a pratica da Leitura Orante da Palavra de Deus (Bíblia). Como a Leitura Orante contribui no processo de evangelização?

Vania: A partir da leitura da Palavra de Deus e da pregação, os integrantes fazem a reflexão para a vida atual e se orientar através dela.

 

JSC: Como o GO contribui para os desafios e projetos da Paróquia e como conciliar com atividades propostas pela Coordenação Diocesana da RCC?

Vania: Caminhamos em unidade com as orientações da Coordenação da RCC de nossa Arquidiocese e da Paróquia. Procuramos conciliar tudo o que nos é pedido sem perder nossa espiritualidade. A RCC nos orienta que somos um grupo paroquial e devemos contribuir sempre com nossa comunidade. Assim, a nível paroquial contribuímos com o processo de evangelização, estamos representados no CPP, participamos e ajudamos nos eventos da Paróquia (almoço, festas entre outros) e da liturgia.

 

JSC: Quando são realizadas as reuniões e quantas pessoas participam?

Vania: As reuniões são realizadas todas as quartas-feiras às 20:00 horas na sala de reuniões da Paróquia logo após a Santa Missa e participam cerca de 15 a 20 pessoas.

 

JSC: Quem pode participar do GO e suas considerações finais?

Vania: É um grupo aberto e todos são convidados a participar, pois temos em nossa vida de cristãos, muitos desafios, provações, tribulações, desafios para seguir os ensinamentos de Jesus e da Igreja e precisamos estar reunidos em oração com/e no Espírito Santos para provar o amor de Deus em cada reunião e nos fortalecer para continuar nossa caminhada.

No evangelho de João 5, 1-8 temos: “Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”… “Nisto é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.”

 

A PAZ DE JESUS!

 

Vania

 

Entrevista do Mês: Ir. Luci – Provim

Neste mês vamos conhecer melhor a congregação das Irmãs da Caridade de Jesus e do trabalho no Provim (Projeto de Vida Melhor). Segue a entrevista com a Ir. Lucia.

Jornal de São Cristóvão (JSC): Fale-nos um pouco sobre a Congregação das Irmãs da Caridade de Jesus?

Ir. Lucia: A Congregação das Irmãs de Caridade de Jesus, recentemente assim  denominada, era conhecida como “Congregação das Irmãs de Caridade de Miyazaki”. Foi fundada no Japão na cidade de Miyazaki pelo Padre Antônio Cávoli, salesiano, que foi enviado, em 1926, na 1ª expedição missionária ao Japão.

De inicio o Pe. Antonio Cavoli, construiu um asilo para acolher e assistir  crianças e idosos abandonados e em situações de risco,  convidando algumas jovens a serem voluntárias e membros da “Associação da Caridade”.

No ano de 1937 o clima político nacional passou a desconfiar dos estrangeiros e a tratá-los com dureza. Para garantir o futuro do asilo, o  Pe.Cimatti, expôs ao Pe. Cávoli a possibilidade de fundar uma Congregação Religiosa feminina, a partir da associação da caridade. Consultadas, as jovens que optaram pela consagração, ingressaram alternadamente, no noviciado canônico de uma congregação já existente. As primeiras a se consagrarem foram: Maria Osafume que era o braço direito do Pe. Cávoli e Juliana Kubo.  Assim em 31 de Janeiro de 1939, festa de Dom Bosco realizou a cerimônia da Profissão Religiosa das duas Irmãs. Terminada a II Guerra Mundial a Congregação começou a crescer junto com o país.

No ano de 1967 com uma expedição dos imigrantes japoneses ao Brasil foram enviadas  as primeiras Irmãs missionárias que se instalaram em São Paulo no bairro Jardim da Saúde. O primeiro trabalho das irmãs foi a visita às famílias e depois abriram um jardim de infância para atenderem os filhos do imigrantes japoneses. Trabalhos semelhantes foram desenvolvidas ainda, na Vila Carrão, Vila Sonia e Guarulhos. Hoje estas obras extintas e deu lugar a Escola Caritas, no bairro de São Mateus. Na área da assistência social a Congregação possui o Lar Santo Antonio, fundado em 1981, em Biritiba Mirim, uma casa que acolhe crianças com a proteção especial (abrigo) e proteção básica (meio aberto); e Biritiba Mirim, também acontece a formação das aspirantes. Administram por contrato o Jardim de Repouso Ikoi no Sono, e estão aqui, em Curitiba no Provim desde 2006, quando as irmãs deram inicio a administração da Obra Social no PROVIM em parceria com os Salesianos de Curitiba. Cabe lembrar que nossa sede fica em São Paulo, no bairro de Vila Matilde, e de lá as irmãs partem para a missão de Evangelização e trabalho vocacional.

JSC: Quais as atividades realizadas no Provim e quantas pessoas são atendidas?

Ir. Lucia: No PROVIM temos o atendimento às crianças de 06 anos à 12 anos com a extensão no atendimento para 250 crianças em situações de vulnerabilidade social em projeto contra turno escolar. As atividades desenvolvidas neste projeto são as oficinas alternativas (oficinas de reciclagem, recorte colagem,etc), oficina de informática, oficina de esporte, oficina de arte manuais. Tendo como missão o atendimento às crianças em vulnerabilidade social desenvolvemos de modo especial na do Sistema Preventivo de Dom Bosco na acolhida, educação e evangelização sobretudo na Pastoral pedagógica do convívio social e humanitária. Realizamos a Pastoral uma vez por semana com a dinamização de temáticas direcionadas, cantos e dramatização de teatros, tendo apresentações esporádicas.  Nas ocasiões especiais como Dia das Mãe e Pais, Dia das crianças estendemos os convites aos Pais para criar um momento de confraternização com os filhos dentro do projeto, empenhamos de modo especial nas festas comemorativas especiais do calendário litúrgico da Igreja como Páscoa, Comemoração de Nossa Senhora Auxiliadora, Nossa Senhora Aparecida, Natal, etc…

 JSC: Como esta obra se mantém e como as pessoas interessadas podem ajudar nesse trabalho?

Ir. Lucia: O Projeto tem parcerias com a Fundação de Ação Social de Curitiba, Kinder Not Hilfe de Porto Alegre, e temos um setor próprio de telemarketing.

De um modo geral, o projeto conta com a colaboração de amigos e benfeitores da Instituição, e ainda com a ajuda dos voluntários da comunidade “Dom Bosco”.

As pessoas interessadas podem ajudar na manutenção da obra com doações de materiais esportivos, higiênicos e pedagógicos, roupas, calçados e utensílios em geral, ou com doações em dinheiro através da conta corrente 12643-9 da agência 3834 do Banco Itaú.

 JSC: Suas considerações finais?

Ir. Lucia: A Congregação Irmãs de Caridade de Jesus, de modo particular as Irmãs da comunidade de Curitiba tem uma profunda gratidão em poder dedicar a esta obra social Provim em parceria com o Instituto Salesiano.  No decorrer desses seis anos de parceria sentimos cada vez mais a necessidade de resgatar a Vida e a dignidade humana dos nossos destinatários de cuja predileção é o bem estar dos mesmos.  Mas ao mesmo tempo, temos o desafio de garantir a qualidade de vida dos nossos assistidos uma vez que o projeto tem como objetivo extensão da continuidade de aprendizado em meio o mercado de trabalho na unidade do CES do mesmo Instituto residida em Vila Guaira, onde muitos desistem devido a distância e outras dificuldades, sendo poucos os que conseguem se inserir no mercado de trabalho com a esperança de um futuro melhor. O nosso apelo é que haja mais apoio da comunidade Parolim principalmente o empenho dos pais para que seus filhos possam garantir o seu futuro melhor uma vez que a oportunidade existe.

Para concluir queremos estender a nossa profunda gratidão à Comunidade Dom Bosco, ao Clube das mães, os nossos colaboradores e colaboradoras e à todo(as) aquele(as) que nos apóiam e nos ajudam de modo direta e indiretamente a nossa obra, porque sem esses apoios não seria possível a concretização desta obra maravilhosa que  temos hoje!   Que Maria Auxiliadora e Dom Bosco os  abençoem  à todos.

Email pessoal                                                                                         lucihay@gmail.com

Telefone para contatos 3330 8333 – PROVIM

Entrevista do Mês: ISAS

Maior Obra Social de Nossa Paróquia

 issasNesta edição entrevistamos a coordenadora do Instituto Salesiano de Assistência Social (ISAS), Sra. Maria Madalena Santoro (Lena), sobre o trabalho realizado com as crianças, adolescentes e jovens. O ISAS (CES e PROVIM) é uma das maiores obras sociais voltada para adolescentes e jovens em regime de contra turno da Arquidiocese de Curitiba e a maior obra social em nossa Paróquia.

Jornal de São Cristóvão (JSC): Quantas crianças e jovens o ISAS atende? Indiretamente quantas famílias são atendidas?

Lena: O ISAS atende 1.002 educandos no total. 540 crianças e 462 adolescentes.                                  Aproximadamente 700 famílias.

JSC: Quais os critérios para uma criança ser atendida no ISAS?

Lena: – Vulnerabilidade social,

– Estar matriculado e freqüentando escola

– Morar nos bairros próximos; isto é: Parolin, Vila Guaíra, Vila Fanny e Vila Lindóia

– Renda per capita de até 350,00 (trezentos e cinqüenta reais)

JSC: Quais as atividades realizadas e de que forma?

Lena: Para as crianças e adolescentes oferecemos atividades em oficinas de arte e educação; como: Artesanato, Artes Manuais, Arte em Madeira, Desenho e Pintura, Esporte, Dança, Teatro e Música. Com o objetivo de desenvolver as potencialidades para a formação de pessoas conscientes e livremente responsáveis por sua vida e com a vida de todos, criativos e portadores de bons valores.

Para os adolescentes a partir de 14 anos oferecemos também o programa de Aprendizagem, visando à inclusão social destes adolescentes e inserção no mundo do trabalho, iniciando com aprendiz.

Em parceria com a FAS atendemos também ao programa PROJOVEM ADOLESCENTE.

JSC: Como esta obra se mantém?

Lena: Através de parcerias com algumas Instituições, Empresas e doações de Pessoas Físicas.

 JSC: Como as pessoas podem contribuir e suas considerações finais?

Lena: Quem estiver com o coração pronto para amar esta causa, venha nos visitar, conhecer nosso trabalho.  Eu duvido que não irão sentir vontade de ajudar a promover estas crianças e adolescentes.

Doações fones: (41) 3079-4733 / 3314-4740 Falar com Rosana- Captação de Recursos

“Não Basta Amar os Jovens, Eles Tem que Sentir que são Amados.” (DOM BOSCO)

Entrevista do Mês: Senhoras da Caridade de São Vicente de Paulo

Neste mês vamos conhecer o trabalho social da Associação das Senhoras da Caridade de São Vicente de Paulo na Paróquia de São Cristóvão.  A Srª Ema I. Schappo, que preside a Associação de nossa Paróquia, é a entrevistada do mês e lembra que a Associação está ligada estatutariamente à AIC (Associação Internacional da Caridade) cuja Missão é lutar contra todas as formas de pobreza e de exclusão.

 

JSC: Que trabalhos a Associação realiza? E quem e quantos são os atendidos?

EMA: Há um grupo de Senhoras voluntárias que junto com as assistidas formam a Associação, congregando e realizando todas as atividades. A atuação da Associação na Paróquia está voltada às famílias carentes e às Senhoras do “grupo da 3ª idade”, bem como contribuir com o Pároco nos demais eventos sociais e necessidades paroquiais no atendimento prioritário dos pobres e excluídos.

 

Com relação às famílias carentes o atendimento é efetuado após visitas às residências e respectiva avaliação pelas voluntárias sobre as reais necessidades dessas famílias. Uma vez cadastradas passam a ser atendidas com a distribuição de alimentos doados pela Comunidade. O número de famílias cadastradas hoje e com reais necessidades é de 30 famílias (aprox. 150 pessoas).

Existem, também, outras famílias necessitadas, mas não nos é possível atender um número maior em face do volume de doações serem muito aquém do que seria necessário.

 

Relativamente à atuação da Associação na assistência do Grupo das Senhoras da 3ª idade nosso trabalho é bem extenso, pois contempla promover uma interação entre elas, impulsionar uma melhor qualidade de vida dessas mulheres assistidas, dando origem a uma maior integração com a comunidade e congraçamento entre todas. O grupo de mulheres assistidas é de mais ou menos 40 que comparecem, e se reúnem para realizar as mais diversas atividades.

 

JSC: Quantos quilos de alimentos são arrecadados por mês e qual a sua origem?

EMA: Todo 2º domingo de cada mês a Comunidade faz doações de alimentos em prol dos necessitados, entregando-os na Igreja nas diversas celebrações. A quantidade de alimentos doados varia muito. A média das doações mensais situa-se na faixa entre 150 e 180 kg de mantimentos, inclusive, caixas de leite e pequenas cestas básicas. A distribuição das cestas básicas às famílias carentes é realizada na 4ª feira após o segundo domingo de cada mês na sala da Associação em frente ao pátio interno da Paróquia.

 

JSC: Quantas pessoas participam das reuniões/encontros da Associação e quando e como são realizadas?

EMA: Todas as 4ªs feiras a Associação se dispõe no atendimento pela manhã nos trabalhos da Padaria Comunitária que visa dar treinamentos aos carentes interessados no aprendizado de padeiro/a. A confecção de pães, doces e salgados, tem sua produção vendida praticamente a preço de custo para a Comunidade. No período da tarde se reúne o grupo da 3ª idade, entre 35 e 45 pessoas, que realizam atividades variadas, tais como: crochê, bordados em panos de pratos e toalhas, elaboração de almofadas e outros artesanatos, além de atividades lúdicas: brincadeiras, jogos, passeios, confraternizações, a exemplo do dia das mães, páscoa, natal, etc.

 

JSC: Como as pessoas/famílias atendidas são evangelizadas? Elas sabem que é mais um trabalho social da Igreja Católica e da Paróquia São Cristóvão?

EMA: Nos encontros semanais a evangelização ocorre mediante momentos de oração, reflexão dos temas conforme o calendário litúrgico da Igreja Católica, por exemplo, temas do período quaresmal, do advento, etc, e, sempre que possível assistido por um sacerdote ou seminarista.

As famílias carentes são encaminhadas através da Secretaria da Paróquia e cadastradas na Associação. As participantes do grupo da 3ª idade são todas paroquianas e estão inseridas nessa visão social e solidária da Paróquia, portanto, da Igreja Católica.  Todos sabem que as atividades da Associação resultam dos objetivos sociais de nossa paróquia.

 

JSC: Como as pessoas interessadas podem ajudar nesse trabalho e suas considerações finais?

EMA: Em primeiro lugar sendo voluntária, dedicando parte de seu tempo em ajudar nas atividades da Associação. Em segundo, contribuindo com doações (alimentos, roupas usadas, cobertores e utensílios domésticos, etc) para um maior e melhor atendimento dos carentes e necessitados da Paróquia. E por último, e não menos importante, auxiliar no trabalho junto ao grupo da 3ª idade, que pelas carências afetivas espera por uma palavra ou ombro amigo, um gesto de solidariedade que produza o conforto frente aos anseios angustiantes e aflitivos nesse período da vida, em especial, espantar o sentimento da solidão.

Como consideração final, quero em nome das voluntárias da Associação manifestar nossa alegria de podermos participar da Associação de São Vicente de Paulo e revelar o quanto somos recompensadas pelo nosso trabalho de ajudar o próximo e a Comunidade.

Deixo a mensagem de São Vicente de Paulo:

“Deveis, sem exceção de pessoas, nem de lugar, estar sempre prontas a praticar a caridade. Deus vos escolheu para isso.”

Entrevista do Mês: CAEP

Nesta edição entrevistamos o coordenador do Conselho de Assuntos Econômicos Paroquial (CAEP), Sr. José Mário, para conhecer a função e o trabalho realizado em nossa Paróquia.

 

Jornal de São Cristóvão (JSC): Qual a função do CAEP?

José Mário: “Tem por objetivo auxiliar o Pároco na administração dos bens da Paróquia e na promoção da Pastoral Paroquial.” “É dever do CAEP estar em sintonia com o CPP (Conselho Paroquial de Pastoral) e prover as suas necessidades de ordem econômica”.

 

JSC: Quantas pessoas fazem parte do CAEP e se outras pessoas podem participar?

José Mário: O CAEP atualmente é composto por 08 (oito) pessoas.  O presidente do CAEP sempre é o Pároco, agora então o Pe. Adriano, eu atuo como coordenador do conselho e os demais colaboradores são: Agostinho Gonçalves, Getúlio Taborda de Oliveira, Aloísio Muller, Nelson Nadalin, Paulo César Batista e Carlos Ramos.

Para fazer parte do CAEP, a pessoa deve ter seu nome aprovado pelo presidente (Pe. Adriano).

 

JSC: Quando e onde são realizadas as reuniões do CAEP?

José Mário: Nossas reuniões deveriam ser mensais e assim pretendemos fazer para o próximo ano. Neste ano, que já está no fim, realizamos reuniões conforme foram surgindo as necessidades para tanto.

Geralmente nos reunimos na sala de reuniões da Paróquia, mas como o grupo é pequeno, às vezes utilizamos outra sala menor, também na Paróquia.

 

JSC: Quais as prioridades do CAEP para 2012?

José Mário: Como todos sabem, estamos concluindo a reforma dos telhados da Igreja e das salas junto à Igreja (Capela, Secretaria e apartamentos), mas nem bem terminada está obra, surge outra velha conhecida, nosso Salão Paroquial, pois está há muito necessitando de uma boa reforma.

Os problemas do Salão Paroquial são muitos, mas o telhado não pode mais esperar e por isso já estamos estudando a possibilidade de se reformar este telhado também.

Outro telhado que também necessita muita atenção de nossa parte é o que fica sobre as salas utilizadas pelas Senhoras da Caridade e pela AJS, que também apresenta muitos problemas.

Depois destas duas grandes demandas, ainda temos pela frente muitas coisas a serem feitas, dentre elas destacamos:

  • Pintura interna e externa da Igreja e do Salão Paroquial;
  • Reforma ou aquisição de móveis, como: cadeiras da sala de reuniões, mesas do Salão Paroquial, armário da secretaria e armário para o computador do projetor da Igreja;

JSC: Suas considerações finais:

José Mário: Nosso grupo está sempre aberto a sugestões e críticas construtivas. Quem quiser colaborar, seja bem vindo, somos todos voluntários na construção do Reino de Deus. Basta conversar com o coordenador do seu grupo e este nos contatará nas reuniões do CPP (Conselho Paroquial de Pastoral).

Entrevista do mês: Caminhada Vocacional

Nesta edição conheceremos como iniciou a Caminhada Vocacional, uma atividade paroquial que esta se tornando uma tradição e faz bem para o nosso corpo e alma. A caminhada é coordenada pelo Serviço de Animação Vocacional (SAV). Segue um trecho da entrevista realizada com o Sr. José Carlos do SAV.

 

Jornal de São Cristóvão (JSC): Como surgiu a idéia de realizar uma Caminhada Vocacional e há quanto tempo ela acontece?

José Carlos: Foi através de uma consulta efetuada pelo SAV, junto ao Padre Gilson (SDB), então pároco da paróquia Santo Antonio da cidade de Joinville. Foi solicitado ao mesmo algumas idéias que pudéssemos colocar em prática quando da preparação as Ordenações Presbiteriais dos então Diáconos, hoje Sacerdotes, Padres Ademir Ricardo e Sérgio. A Caminhada Vocacional foi criada em 2010, portanto estamos indo para o terceiro ano consecutivo. A caminhada acontece anualmente, no dia 12 de outubro, data que comemoramos Nossa Senhora Aparecida – Padroeira do Brasil.

 

JSC: Qual o destino e o porquê ser nesse local?

José Carlos: Quando o Pe Gilson fez a sugestão da Caminhada Vocacional, ele nos deu três opções de Santuários Marianos, entre os quais estava o de Nossa Senhora de Schoenstatt, que é bastante conhecido e muito visitado, inclusive por peregrinos de fora de Curitiba. A opção por este Santuário se deu, inicialmente, por estar em uma região próxima a nossa paróquia e também pelo acesso ser mais acessível. Mas o fator primordial que nos fez optar pelo Santuário de Schoenstatt, foi à possibilidade de, durante o trajeto, podermos visitar o Santuário de Nossa Senhora Aparecida.

 

JSC: Quanto tempo leva para realizar o percurso?

José Carlos: O percurso é de aproximadamente onze quilômetros (11 Km). Temos percorrido o referido trajeto em pouco mais três horas.

 

JSC: Qual o objetivo principal da Caminhada e quais as atividades são realizadas entre o percurso?

José Carlos: O objetivo principal é vivenciarmos um momento de fé, de oração e também porque não dizer de penitência, tudo isso em prol das vocações. Durante o percurso, fazemos paradas onde reunimos todos os peregrinos para alguns momentos de reflexões, meditações e principalmente de orações.

 

Esperamos com essa entrevista colaborar com os leitores no conhecimento desse evento tão importante para nossa Paróquia e o bem que ele traz. Participe.