“Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”

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Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco

49º Dia Mundial das Comunicações Sociais

17 de Maio de 2015

Tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”

O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei  oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” (vv. 41-42).

Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é “o espaço onde se aprende a conviver na diferença” (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na “língua materna”, ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

A experiência do vínculo que nos “precede” faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.

Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um “sim” pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. “Visitar” supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.

Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.

Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.

Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer “agora basta”; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.

Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo” (BENTO XVI, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contato com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este “início vivo”, saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.

Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.

No fim de contas, a própria família não é um objeto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma “comunidade comunicadora”. Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.

A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.

Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.

Papa Francisco

Papa recorda as três palavras-chave para a paz na família

“Com licença, obrigado e desculpas” foram as três palavras que Francisco enfatizou hoje na catequese com os fiéis na Praça São Pedro

“Com licença, obrigado e desculpas”. Estas foram as palavras-chave da catequese do Papa Francisco, nesta quarta-feira, 13. De agora em diante, as reflexões semanais do Papa com os fiéis, na Praça São Pedro, terão como foco a vida cotidiana das famílias.

Prosseguindo suas reflexões preparatórias para o Sínodo da Família, no próximo mês de outubro, o Pontífice voltou a falar da ‘boa educação’, lembrando que aquelas três palavras, que já citou outras vezes em seu pontificado, são simples, mas, ao mesmo tempo, difíceis de colocar em prática. E quando não são usadas, podem-se abrir ‘rachaduras’ que levam as famílias a ‘desmoronar’.

Mas o hábito de ser ‘bem-educado’ não pode se traduzir apenas em formalismo, em aridez, ressalvou Francisco, recordando o provérbio que diz: “Por trás das boas maneiras escondem-se maus hábitos”. Ele também citou o diabo, que, quando tentou Jesus, parecia um cavalheiro.

Sobre a palavra ‘licença’, Francisco explicou que entrar na vida do outro, mesmo que faça parte da vida da própria pessoa, requer a delicadeza de um comportamento não invasor.

“A intimidade não autoriza a dar tudo por certo. Quanto mais íntimo e profundo o amor, mais exige respeito da liberdade e a capacidade de aguardar que o outro abra as portas de seu coração”.

“Agradecer”

A segunda palavra, ‘obrigado’, recorda, segundo o Papa, que, na civilização atual, a gentileza e a capacidade de agradecer são vistas às vezes como um sinal de fraqueza.

“Sejamos intransigentes na educação à gratidão: a dignidade da pessoa e a justiça social passam por aqui. Se a vida familiar subestima esse estilo, a vida social também o perderá. A gratidão, para quem crê, está no coração da fé: um cristão que não sabe agradecer é alguém que esqueceu a linguagem de Deus”, repetiu duas vezes.

Improvisando, o Papa revelou ter conhecido uma senhora de muita ‘sabedoria’, que dizia que “a gratidão é uma planta que cresce somente na terra de pessoas de alma nobre”.

“Pedir desculpa”

Por fim, o termo ‘desculpas’, palavra difícil, mas muito necessária, afirmou o Papa, mencionando a oração do Pai Nosso: “Perdoai-nos as nossa ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

“Se não formos capazes de pedir desculpas, não seremos capazes de perdoar. Nas casas aonde não se pede desculpas, falta ar e feridas começam a se abrir. Também na vida do casal briga-se muitas vezes, mas o conselho do Papa é sempre o mesmo: nunca terminar o dia sem fazer as pazes, e para isso, é suficiente um pequeno gesto; pode ser até um carinho, sem palavras…”.

Concluindo, Francisco reiterou que “estas três palavras são tão simples que até podem  fazer as pessoas sorrirem, mas quando são esquecidas, não é muito engraçado.

“Que o Senhor nos ajude a colocá-las no lugar certo, no nosso coração, em nossas casas e também na convivência civil”, completou, convidando a Praça a repetir com ele as três palavras-chave e a invocação de fazer as pazes com a família antes de ir dormir.

Antes de iniciar a catequese, Francisco se deteve em oração alguns instantes diante de uma réplica da imagem de Nossa Senhora de Fátima, celebrada pela Igreja hoje.

Original em www.cancaonova.com – Indicação Pe. Assidio e Roberto Schulka

Curitiba – Paróquia São Cristóvão – 09/05/2015 – Projeto de Vida

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(Pré-Jornada Vocacional I)

No último sábado, 09 de maio, o Serviço de Animação Vocacional – SAV, promoveu mais um Projeto de Vida para jovens e adolescente com idade a partir de 13 anos. Participaram jovens da Comunidade São Cristóvão, do Centro Educacional Salesiano – CES e também da Paróquia Menino Jesus de Praga. Foram aproximadamente 80 adolescentes e jovens que marcaram presença nas instalações do Instituto Salesiano de Assistência Social – ISAS. O encontro teve como tema, a frase do Papa Francisco “Não deixemos que nos roubem o Evangelho” e foi assessorado pelos salesianos Irmã Cristina Schorck (FMA) e o Irmão Anderson de Jesus Leal (SDB) com a colaboração dos também salesianos Pe Magnus (SDB) e da Irmã Heidi (FMA). Foram trabalhados, além do tema no momento de espiritualidade preparado pela Catequista Miriã, mais dois momentos distintos durante o encontro, sendo que na parte da manhã os trabalhos foram realizados com a participação de todos os jovens em um único ambiente, o teatro do ISAS. Já na parte da tarde foram separados os meninos das meninas, tratando de assuntos específicos. Foram trabalhados os seguintes assuntos: A construção da casa sobre a rocha; testemunho do casal Silvana e Paulo Donnini (Animadores Vocacionais) do que é o trabalho e a vivência em comunidade; e, principalmente dado ênfase e orientado para que todos os jovens refletissem sobre suas vocações e começassem a planejar seus projetos de vida. Encerrou-se o encontro com a Celebração da Eucaristia, na Capela do CES, a qual foi presidida pelo Pe Magnus Petry – SDB.

Colaboração: José Carlos Chiuratto (Coordenação do SAV / PSC) e Renê Rocha Russo (Fotos /Educador/Cas).

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Infância Missionária – abril/15.

infancia loguinhoAconteceu no dia 11 de abril, o reinicio da Infância Missionária com as assessoras da paróquia São Cristóvão e da vizinha paróquia da Sagrada Família, além de pais e crianças de ambas as paróquias. Este encontro teve como finalidade a troca de experiência já vivenciada pela vizinha paróquia onde a infância missionária já existe por lá ao longo de 11 anos. No primeiro encontro do ano, foi abordado o trabalho e o que é a infância missionária bem como as experiências já vivenciadas na Arquidiocese de Curitiba.

Na paróquia São Cristóvão os encontros são coordenados pelas assessoras Nara Islei e Rosângela e acontecem aos sábados no horário das 9:30 às 10:30 e poderão participar crianças com idade entre 6 e 12 anos.

A finalidade da Infância Missionária é‚ suscitar o espírito missionário universal das crianças e adolescentes, desenvolvendo seu protagonismo na solidariedade e na evangelização, junto ao povo de Deus: “Ajudar as crianças por meio das crianças”, ou “criança evangeliza e ajuda criança”, foi o grande lema do Bispo fundador. Esta obra é um serviço em favor da animação, formação e comunhão missionárias das crianças e de seus animadores, para que cooperem na evangelização universal, especialmente das crianças de todo o mundo, e na solidariedade, partilhando os bens materiais. Porque os protagonistas são as crianças e adolescentes, que se dedicam em favor das crianças do mundo inteiro, independentemente da cultura, raça ou religião. Infância Missionária não é catequese e sim uma obra pontifícia. Pois, catequese é a formação para se preparar para os sacramentos.

E a infância é doação de crianças na obra da evangelização de outras crianças com o compromisso de:

01 – Tornar Jesus conhecido e amado.
02 – Colocar-se à disposição de todos com alegria.
03 – Repartir seus bens com os que não têm, mesmo à custa de sacrifício.
04 – Rezar todos os dias pelas crianças e adolescentes do mundo inteiro.
05 – Louvar e agradecer a Deus pelos dons recebidos.
06 – Manter-se bem informado sobre os acontecimentos que envolvem as pessoas de todos os continentes.
07 – Reconhecer o que é bom da vida e da cultura dos outros povos, respeitando-os e valorizando-os.
08 – Ser bem comportados e responsáveis em casa, na escola, na comunidade, evangelizando com o exemplo da própria vida.
09 – Nunca desanimar diante das dificuldades.
10 – Tornar Nossa Senhora, a mãe de todos os povos, conhecida e amada.

Em nossa missão contamos com intercessão dos Santos Padroeiros. Tomando como exemplo a vida de Jesus e de seus discípulos, a Infância Missionária tem em Maria, a mãe de Jesus, uma fiel testemunha da autêntica ação evangelizadora. Inspira-se também em São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus.

A coordenação.

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1º Encontro de Formação para AMJ 2015

No último sábado 02/05/2015, adolescentes e jovens das Paróquias São Cristóvão, Menino Jesus de Praga e do CES…

Posted by AJS-Paróquia São Cristóvão on Quinta, 7 de maio de 2015

Não deixemos que nos roubem o Evangelho

Como a missão da Igreja é evangelizar, não podemos deixar por menos nosso compromisso missionário dentro do Projeto Pessoal de Vida. Nesse sentido, Francisco nos aponta elementos desafiadores.

Na trilha do pensamento do papa Francisco, na Exortação Apostólica Alegria do Evangelho deparamos com o número 97. É um apelo de Francisco para que não caiamos em um mundanismo espiritual que facilmente pode nos levar a claudicar do Evangelho. Trata-se da renúncia consciente ou não do EU gerente da vida eclesial. Quer dizer, da capacidade de criar, empreender, dialogar, avançar para águas profundas, ir às fronteiras existenciais das pessoas. E tudo isso, dentro do próprio processo da Evangelização.

Como a missão da Igreja é evangelizar, pois “ela é a causa de todas as causas, porque diz respeito ao destino eterno dos homens e responde ao desígnio misterioso e misericordioso de Deus” (João Paulo II, Redemptoris Missio, 86), não podemos deixar por menos nosso compromisso missionário dentro do Projeto Pessoal de Vida. Nesse sentido, Francisco nos aponta os elementos desafiadores desse mundanismo espiritual que podem atrofiar a causa primeira da Igreja. Apresento cada um para que, na elaboração ou revisão do Projeto de Vida, cada um de nós saiba avaliar e projetar nossa ação à luz do Mistério do Reino.

Mundanismo espiritual

Há, na análise de Francisco, duas formas que se entrelaçam e reforçam o mundanismo espiritual: o fascínio do gnosticismo e o neopelagianismo autorreferencial (EG 94). No fascínio gnóstico, a pessoa se fecha na própria razão, quer dizer, na sua verdade subjetiva. Não aceita e nem busca o confronto-diálogo. Basta-se a si mesma. No neopelagianismo, a pessoa se coloca superior a todos. É um EU rígido que não se abre a ninguém e confia somente em si mesmo. Em ambos os casos, o católico elimina Jesus Cristo e o próximo. Não há espaço para a busca da verdade na interioridade da fé e muito menos o desejo de encontrar o outro, pois o outro será sempre considerado um inferno.

Formam-se assim atitudes muito marcadas, que produzem no interior da comunidade eclesial uma forma de domínio tanto pessoal como coletiva (EG 95). Francisco comenta isso de forma muito contundente:

·         O exibicionismo: carrega-se demasiado na liturgia pomposa, doutrina e prestígio da Igreja e se deixa muito aquém a inserção do Evangelho na vida do povo de Deus e nas realidades humanas concretas. A Igreja se transforma em  peça de museu e até de domínio de poucos;

·         O fascínio do poder: a preocupação por conquistas sociais e políticas, vanglória de tudo. Uma Igreja centrada sobre sua própria sede de poder, carreirismo, ciúmes e invejas. Isso leva a um estilo de vida recheado de viagens, reuniões intermináveis e improdutivas, vida social regada a banquetes e festas; enquanto a evangelização e o contato com o povo permanecem esquecidos e atrofiados;

·         O funcionalismo empresarial: a consequência dessa vida eclesial distorcida desemboca em uma Igreja alimentada por estatísticas, muitos planejamentos e avaliações. Contudo, o povo de Deus não se beneficia de nada dessa organização. Perde-se o ardor missionário e vive-se em um narcisismo doentio mergulhado em um EU autossabotador, em que se perde o gosto de viver e de evangelizar.

A Igreja assim organizada perde consideravelmente sua ação evangelizadora, que, mais que projetos expansionistas e de dominação, precisa estar a serviço do ser humano. A história da Igreja, marcada por ações heroicas de homens e mulheres que não temeram dar a vida pela causa primeira do Reino, se resfria e as novas gerações perdem o vigor apostólico. Tudo isso dá lugar a uma Igreja de aparências, anoréxica e infértil, que distorce sua própria autoimagem e morre aos poucos, sem forças para rejuvenescer porque já não tem a energia interior do Espírito e muito menos a beleza do corpo vivo com seus membros unidos à videira (1 Cor, 12).

Dinamismo

Como recuperar o dinamismo diante do desafio do mundanismo espiritual? Para um Projeto Pessoal de Vida cristã é fundamental estar unido à videira que é Cristo. João Paulo II, na encíclica Redemptoris Missio (A Missão de Cristo Redentor), apresenta dois elementos fundamentais: o protagonismo do Espírito Santo (RM, 21) e a Igreja a serviço do Reino de Deus (RM 12). E o Espírito opera tanto naqueles que anunciam como nos que escutam a mensagem (RM 21). Na verdade, quem nos dá o mandato missionário e nos ilumina de dentro para fora é o Espírito Santo (Mt 28,18-20; Jo 20, 21-23 passim). Portanto, é o Espírito que torna a Igreja missionária (RM 26) e capaz de vencer o egoísmo e as atitudes elencadas por Francisco.

Ainda mais, o Espírito vai onde ele quer independentemente de nós (Jo 3,8), embora conduza também a ação da Igreja. Nesse sentido, a Igreja não prega a si mesma, não se fecha na busca de poder e prestígio, mas no seguimento de Jesus Cristo ela descobre o Reino e vive o dom dasalvação (RM 15-16). Por isso, não podemos separar Igreja e Reino porque ela é instrumento de comunicação do Reino que é Cristo (RM 18). Ela está a serviço desse Reino fundando comunidades, congregando o Povo de Deus, os valores evangélicos, e intercede por todos (RM 20).

É por isso que Francisco nos convoca a não deixar que nos roubem o Evangelho porque sem ele nada somos. E o fruto de que somos instrumentos comunicadores do Evangelho é o amor (1 Cor 13).

Escrito por  Pe. João Mendonça – retirado do Boletim Salesiano.

RECEPÇÃO À CAPELINHA DE NOSSA SENHORA DE GUADALUPE

mipeqNossa paróquia recebeu dia 05 de maio Capelinha de Nossa Senhora de Guadalupe, conduzida por integrantes do Movimento de Irmãos da paróquia São Miguel Arcanjo.

Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada Padroeira de toda a América, em 1945, pelo Papa Pio XII.

O Movimento de Irmãos teve origem na paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba, no início de 1970, por inspiração do então Pároco Monsenhor Bernardo José Krasinski (de saudosa memória) e a partir de então Nossa Senhora de Guadalupe foi adotada como Padroeira do Movimento de Irmãos.

A Capelinha que hoje recebemos pertence a Área I do Movimento de Irmãos e em nossa paróquia ficará até o dia 30 de junho e neste período será venerada em visitas aos integrantes do MI.

Após a missa foi realizada na sala de reuniões a Coroação de Nossa Senhora e rezado o terço das velas, onde a cada Ave-Maria era acesa uma vela.

A Coordenação do MI agradece a presença de todos e especialmente ao Padre Álvaro, que celebrou a Santa Missa, oportunidade que realizou a acolhida muito especial aos que ali estiveram.

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Boletim Mensal da Congregação Mariana nº 121 maio de 2015

Boletim Mensal da Congregação Mariana nº 121 maio de 2015

congrecacao_marianaMENSAGEM – LEMBRAR É VIVER:

Nestes 56 anos da fundação da Congregação Mariana Maria Auxiliadora dos Cristãos e São João Bosco, queremos saudar primeiramente “In Memorian”, o saudoso Pe. Silvio Sattler – SDB, que foi o fundador e primeiro Diretor Eclesiástico desta Congregação Mariana, nomeando a sua primeira Diretoria Executiva Provisória, empossando-a em seus cargos em 23 de maio de 1959. Presidente: Tadeu Bilicki; 1º Assistente: Pedro Gusso; 2º Assistente: Antonio Strobel; Secretário: José Rohling; Tesoureiro: Vicente Lesniwski; Conselheiros: Nicolau Kaminski e José Stadnick. No decorrer destes anos, desfilaram por esta Congregação Mariana 160 devotos e Consagrados à Maria Santíssima; que fizeram aqui sua Consagração Mariana ou renovaram sua Consagração por terem vindos de outras Congregações Marianas. Deste total: 59 Congregados e Congregadas estão afastados, 77 faleceram. Estamos atualmente com 24 Congregados e Congregadas atuantes. Ser Congregado (a) Mariano (a): É uma opção de vida. Você congregado ou congregada que está afastado, estamos esperando seu retorno. Salve Maria!

PENSAMENTO:

          Se todos os seus esforços forem vistos com indiferença, não desanime porque também o Sol, ao nascer, dá um espetáculo todo especial e, no entanto, a maioria da plateia continua dormindo.

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE MAIO:

25 – NABOR DA SILVA LIMA

26 – AGOSTINHO GONÇALVES

Aos aniversariantes, nossos sinceros parabéns e que Maria Santíssima interceda junto ao seu Divino Filho e cumule-os de bênçãos e graças santificantes.

AGENDA DA CONGREGAÇÃO MARIANA:

01 – Feriado Nacional – Dia do Trabalho;

03 – Hora Santa na Igreja São Cristóvão as 17h30 minutos;

09 – Reunião da Diretoria;

10 – Missa com Comunhão Geral em ação de graças pela CM às 07h30min. café e reunião;

17 – Terço e Consagração das Famílias no Santuário N. Sra. de Fátima – Tarumã às 08h00;

23 – Missa em ação de graças pelo 56º aniversário da fundação da Congregação Mariana às 19h00;

24 – Missa com Comunhão Geral as 07h30minutos;

24 – Assembleia Magna do Congregado Mariano da Arquidiocese de Curitiba – Paróquia São Paulo Apóstolo – Uberaba iniciando-se com a Santa Missa às 10h00, almoço às 12h00 e a partir das 14h00 Show musical. Ingressos com o Presidente Sebastião Texeira ao custo de R$ 25,00 para alimentação;

26 – Reunião do Conselho Consultivo da Federação Mariana às 20h00.

TERÇO NAS FAMÍLIAS MARIANAS:

07 – CM Carlos e Teresinha Roscoche – Rua Galileu Galilei, 178 as 20h00;

14 – CM Carlito e Marlene Moreira – Av. Da República, 7201 as 20h00;

21 – Filhas do Imaculado Coração de Maria – Centro Social 19h30 minutos;

28 – CM Agostinho Gonçalves – Rua Alagoas, 3038 as 20h00.

 

SALVE MARIA!           (p/Equipe Mariana de Comunicação – Agostinho Gonçalves)

Agenda Catequese – Maio/2015

A G E N D A  M Ê S DE MAIO  CATEQUESE;

03 – Café da catequese.

13 – Reunião dos Catequistas.

09 – Reunião de pais  TODAS AS ETAPAS.

17 – IAFFE

17 – Retiro dos catequizandos da 1ª Eucaristia da Comunidade Dom Bosco e da Crisma da Matriz.

20 a 22 – Tríduo em preparação a Crisma e Pentecostes.

23 – Ensaio dos Catequizandos 1ª Eucaristia na Comunidade Dom Bosco

24 – CRISMA – DOM JOSÉ  MARIO – 9h00

30 – Confissão dos catequizandos 1ª Eucaristia na comunidade Dom Bosco

31 – 1ª Eucaristia na comunidade Dom Bosco – 9h00

Aniversariantes na Catequese – Maio / 2015

CATEQUIZANDOS

niver cat01 – Maria Fernanda Aguiar de Souza; 02 – Lukas Jacinto Alves da Silva Rasera; 03 – Kamille Victória Scherer Giliczynski; Kaue Victor Scherer Giliczynski;  06 – Gabriele Ribas Gonsalves Piza; 09 – Andre Luiz Marques da Cunha, Maria Geowana de Andrade de Oliveira; 10 – João Vitor Pereira de Lima; 11 – Rafael da Silva Graboski;  15 – Luan Eduardo Colaço Pontes; 18 – Lucas Eduardo Kintop Tombely; 21 – Leticia Oberst da Costa; 24 – Guilherme Petroski Santana; 31 – Jessica Beatriz Wandrovelzti;

 

CATEQUISTAS

niver catequista26 – Miriã Boaria da Rocha;  29 – Arlene Cardoso

Batismos em Abril de 2015

TORNARAM-SE CRISTÃOS, PELO SAGRADO  SACRAMENTO DO BATISMO;

 01 DE ABRIL  DE 2015.

 MARCIO ROBERTO AMARAL

Pais: Pedro Amaral
Maria da Luz Amaral

12 DE ABRIL  DE 2015.

 MARQUEZ HENRIQUE MONTEIRO BARBOSA

Pais: Cleimar Barbosa
Aline de Fátima Monteiro

 

WILLIAN GABRIEL SILVA BARBOSA

Pais: Cleimar Barbosa

Marli de Oliveira Silva

 26 DE ABRIL  DE 2015.

 LAVINIA FERRAZ DE LIMA

PAIS: Anderson Diego de Lima
Annie Caroline Ferraz

 MATEUS HENRIQUE MARCHAUKOSKI MEDEIROS

PAIS:   Diogo Henrique Medeiros
Jacqueline Marchaukoski

NATALIA KIAULENAS DE ANDRADE

PAIS: Gustavo Cruz de Andrade
Viviane Kiaulenas de Andrade.

DIZIMISTAS QUE ANIVERSARIAM EM MAIO/2015

1 – Joaquim Zatesko, Nívea Maria M. Eckelberg; 02 – Jorge Augusto El Tauil, Maria Aparecida Kapusty, Reverson Luis de Melo Follador; 3 – Luiz Alceu Stocco, Marcelo José Passaura; 4 – Deolinda Barão Fabienski, Elohá Resende de Lima; 5 – Luiz Gobi, Rosa Rodrigues; 6 –Estanislau Cichon, Vanessa Fiori; 7 – Cacilda Porto, Emilia Tarachuka Almeida; 8 – Mauricio Segalla; 9 – Janita Niespodzinski, Manuel Abreu Nogueira; 10 – Alessandra Rios Yoshitani, Rosangela Camargo;  11 – Maria Aparecida da Silva Ribeiro, Nelson Pieczarka; 12 – Antonio Sureck, Dione Willian Peters, Leonice Joana de Oliveira, Maria Tereza Frates Melek, Pedro Cezário Neto, Sérgio Horne;14 – Evelina Amâncio, Maria Dziura Stavnetchei; 15 – Edjane  Menezes da Silva, Mayara Aline de Souza Passaura, Percival  Propst; 16 – Pedro Dias da Silva,  Rosa Maria Camargo; 17 –Antônio  Nyznyk, Pedro Luis Kiaulenas;  18 – Lucia Kowalek Carvalho, Maria da Graça Ramos Vesoloski, Marta Hammes, Verinha Ribeiro; 19 – Ivanilda Codaski, Ivone Repula, Maria Aparecida Rodrigues da Silva; 20 – Mirian de Bona Boligon; 21 – Altivir Codaski, Eleni Maria Lopes Santos Bueno, Isabel Pirog,  Márcia Batista Taborda; 22 – Luiz Cavaliere, Nilson Ferreira da Silva; 23 – Emilia Luize de Souza, Getúlio Taborda de Oliveira, Neide Shirley Rolinski, Vera Elisa Kochinski Say; 24 – Maria Isabel Celli; 25 – Ademir Tidre,  James Henry da Silva Porto, Lucilene Maria da Silva Barbosa, Maria Maxima Correa, Nabor Silva Lima, Ticiano Raphael de Mattos; 26 – Agostinho Gonçalves, João Reinaldo Krevoruzka, Miriã Boaria da Rocha,Olivir Antonio Cavassim; 27 – José Osvaldo Marquezoni, Maria José de Andrade; 28 – Leila Aparecida Gil Saia,  Terezinha Lizene Gabardo Carneiro; 29 – Arlene Cardoso; 30 – Fernando Vosniack Kuzma, Jorge Karpinski, Silvanira de Godoy Ziembik; 31 – Antonio Surek.

 DOARAM  O DÍZIMO NO MÊS DE 267 MARÇO  DIZIMISTAS.
NO VALOR DE R$ 20.490,00

Agenda Paroquial Maio/2015

MAIO/2015

01 Feriado nacional, dia do Trabalhador.

  • Retiro da Família Salesiana –
  • Primeira sexta-feira do mês, devoção ao Sagrado Coração de Jesus.
02- Missa –  responsabilidade  Grupo de Oração

  • Oratório Comunidade Dom Bosco
03 – 5º DOMINGO DA PÁSCOA

  • Missa 7h30 – Reunião do Apostolado da Oração.
  •  Missa – responsabilidade – Catequese – 9h.
  • CAFÉ DA CATEQUESE
  • Reunião do ADMA, às 15h.
  • Reunião das Mensageiras das Capelinhas, às 16h.
  • Hora-Santa, às 17h30.
  • Missa –  responsabilidade  SAV , 19 horas
04 – Reunião da Pastoral do Dízimo
05 – Reunião  do Movimento de Irmãos.

 

06 –  São Domingos Sávio

  • Grupo  de oração
7 – Adoração  ao Santíssimo

  • Missa das Mães – Colégio Bom Jesus – 19h45.
  • Terço em família.
09 – Missa – responsabilidade  Movimento de Irmãos

  • Infância Missionária, 9 horas.
  • PROJETO DE VIDA  – ASSESSORES: IR ANDERSON E IR. CRISTINA – Adolescentes a partir de 14 anos.
  • Reunião de pais dos catequizandos, 17 horas
  • Bodas de Ouro de Augusto e Marlene Woellner – 17 horas
  • Bodas de Ouro Antonio e Julia Klechovicz – 19 h
 10 – 6º DOMINGO DA PÁSCOA Dia das mães.

  • Missa – 7h30 – responsável – Congregação Mariana. Reunião.
  • Reunião da Congregação Mariana-
  • Missa – responsável – Catequese – 9h-
  • Missa – responsável – 19h
  • Missa da AJS – Comunidade Dom Bosco
12-13 – VISITA ADMINISTRATIVA
12 – Reunião  do Movimento de Irmãos

12-13- CIF: Curitiba/PR – Noviciado Salesiano

12  – FORMAÇÃO PERMANENTE DO CLERO – MOSSUNGÊ – 8H30 ÀS 17H00

13 – Santa  Maria Domingas Mazarello

  • FORMAÇÃO PERMANENTE DO CLERO – MOSSUNGÊ – 8H30 ÀS 17H00
  • Nossa Senhora de Fátima
  • Grupo de Oração
  • Reunião de Catequistas
14-15 – VISITA INSPETORIAL
14 – São Matias, apóstolo.

  • FORMAÇÃO PERMANENTE DO CLERO – MOSSUNGÊ – 8H30 ÀS 17H00
  • Adoração  ao Santíssimo
  • Reunião dos Ministros(as)
  • Terço em família, CM
15 – Bodas de Ouro – Augusto e Teresa Colinski – Sebastião e Marli Cordeiro – 19 horas.
16 – São  Luis Orione

  • Infância Missionária, 9 horas.
  • Pastoral da criança, peso
  • Encontro de pais e padrinhos para o batismo, às 14h.
  • Missa – responsabilidade  Salesianos Cooperadores.
  • Confraternização das mães – Movimento de Irmãos.
17 – SOLENIDADE ASCENSÃO DO SENHOR

  • Missa – responsável – Apostolado da Oração – 7h30
  • Formação Grupo de Oração – 8h às 18h.
  • Missa – responsável – Catequese – 9h-
  • RETIRO CRISMA
  • Encontro de pais e padrinhos para o batismo, às 14h
  • Missa  – Pastoral da Criança – 19h
  • RETIRO PARA OS CATEQUIZANDOS COMUNIDADE DOM BOSCO.
18 – S. Leonardo Murialdo

  •  Reunião  da Pascom –
19 – Reunião   do Movimento de Irmãos.
20 – Grupo de oração

  • Tríduo em preparação a Crisma e Pentecostes
21- Adoração  ao Santíssimo

  • Tríduo em preparação a Crisma e Pentecostes
  • Reunião do CPP
  • Terço em família, CM
22 – Reunião  dos Salesianos Cooperadores

  • Tríduo em preparação a Crisma e Pentecostes.
  • Confissão  Catequizandos da Crisma,  pais e padrinhos
23 – Missa  – responsabilidade  Mesc

  • Infância Missionária, 9  horas.
  • Reunião de Assessores – AJS
  • Ensaio dos Catequizandos 1ª Eucaristia na Comunidade Dom Bosco
24 – SOLENIDADE DE PENTECOSTES –

  • Missa- responsável- congregação Mariana-7h30 – 56º ANIVERSÁRIO DA CONGREGAÇÃO MARIANA
  • CRISMA –MISSA DAS 9H00
  • Missa – responsabilidade Movimento das Capelinhas
25 – Reunião do SAV – Terço Vocacional
26  – Reunião do Movimento de irmãos.
27 – Grupo de Oração

  • Tríduo de Nossa Senhora Auxiliadora
28 – Adoração  ao Santíssimo

  • Tríduo de Nossa Senhora Auxiliadora
  • Reunião de Liturgia
  • Terço em família, CM.
29 – Bem-aventurado José Kowalski e Companheiros.

  • Tríduo de Nossa Senhora Auxiliadora.
30 – Missa –  responsável – AJS

  • Infância Missionária, 9 horas.
  • Pré Jornada II – Noviciado –
  • Celebração e Confissão para os pais da Comunidade Dom Bosco.
  • SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA AUXILIADORA – COROAÇÃO
31 – SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE- 9° DOMINGO DO TEMPO COMUM

  • Comemoração mensal de São João Bosco
  • Missa – responsável- Apostolado da Oração 7h30-
  • Risoto Mensal.
  • Missa – responsabilidade – Coroinhas – 9h  – Batizados
  • Missa responsável – Movimento das Capelinhas – 19h.
  • 1ª EUCARISTIA COMUNIDADE DOM BOSCO, 9H00