Entrevista do mês: Catequese

Um dos trabalhos de grande relevância nas atividades pastorais de nossa Paróquia é o trabalho realizado pelos nossos catequistas. Nesta edição entrevistamos as coordenadoras da Catequese, Sra. Edna e Mirtes, para conhecer esse trabalho.

Jornal de São Cristóvão (JSC): O que é ser um catequista?

R: Catequese (katá-ekhein, em grego) significa ressoar; e a Igreja dá-lhe o sentido de ressoar a Palavra de Deus hoje (cf. CR 31). Ser catequista é fazer ressoar a Palavra de Deus, conduzindo o catequizando ao mistério da fé, através de um encontro pessoal com Jesus Cristo.

O catequista, guiado pelo Espírito Santo, experimenta a Palavra de Deus em sua boca, à medida que, servindo-se da Sagrada Escritura e dos ensinamentos da Igreja, vivendo e testemunhando sua fé na comunidade e no mundo, transmite para seus irmãos essa experiência de Deus. Torna-se assim um discípulo missionário. Tem consciência de ser enviado por Deus e sabe que sua força n’Ele, uma vez que age em comunhão com a comunidade e em nome desta.

Ao aprofundar o Querigma (primeiro anúncio do Evangelho), a catequese leva o catequizando a conhecer, acolher, celebrar e vivenciar o mistério de Deus, manifestado em Jesus Cristo, que nos revela o Pai e nos envia o Espírito Santo. Conduz à entrega do coração a Deus, à comunhão com a Igreja, corpo de Cristo (cf. DGC 80-81; CIC 426-429), e à participação em sua missão. Sendo a assim, a catequese é Cristocêntrica, ou seja, tem sua centralidade na pessoa de Jesus Cristo.

A comunidade cristã, que é fonte e origem da catequese e deve sentir-se responsável por esse serviço. Ela é, ao mesmo tempo, catequizada e catequizadora.

JSC: Qual o critério para ser um catequista e qual o trabalho realizado por eles?

R: Para ser catequista é preciso a vocação para a evangelização, que nasce do Batismo, fortalecido pela Confirmação e alimentado pela Eucaristia.Todo batizado que vive a fé.

Para bem desenvolver sua missão/vocação, o catequista necessita de formação constante, mantendo-se atualizado nas áreas de abrangência da catequese: Teológica, ciências Humanas, Litúrgica, etc. Neste sentido, nossos catequistas estão de parabéns, pois cultivam sua formação participando dos Cursos oferecidos pela arquidiocese e pela comunidade.

O trabalho catequético consiste num itinerário de crescimento e aprofundamento da fé, composto de 05 etapas. São realizados encontros semanais para cada turma/etapa.

O Sacramento da Primeira Eucaristia é realizado no Tempo Pascal e a Crisma, preferencialmente no Domingo de Pentecostes.

Nos meses que antecedem os sacramentos acontece a Preparação Próxima: realizam-se encontros de aprofundamento aos Sacramentos, incluindo retiros, celebrações da penitência e da Palavra, Leitura Orante, gesto concreto de fé, Projeto de Vida, renovação das promessas do Batismo. Busca-se a integração com as várias pastorais da comunidade, principalmente neste período. A AJS (Articulação de Juventude Salesiana) participa ativamente na preparação próxima da Crisma, e Graças a Deus, nos últimos dois anos, muitos catequizandos continuaram sua caminhada na comunidade.

Todo domingo os catequistas preparam a liturgia da Missa das 09:00h, contando com a participação dos catequizandos e seus familiares, para em comunidade celebrar e viver o mistério de Cristo anunciado na catequese.

JSC: Quantos catequistas estão atuando em nossa Paróquia e qual o número de catequizandos?

R: Atualmente temos 22 catequistas atuando na Paróquia São Cristóvão. Em 2011 encerramos o ano com 160 catequizandos.

JSC: Qual a diferença na catequese de crianças, jovens e adultos?

R: Crianças, adolescentes, jovens e adultos têm necessidades, características, expectativas e desenvolvimentos diferentes. O DNC orienta a “cara” que a catequese deve ter para respeitar as individualidades de cada grupo, tornando-a atraente. Na paróquia utilizamos o manual “Crescer em Comunhão” em 5 volumes, o qual contempla as diversidades de crianças e adolescentes.

JSC: Qual o trabalho realizado com os pais dos catequizandos?

R: A Família é Igreja Doméstica, berço de vida e de fé. Os pais recebem a graça e a responsabilidade de serem os primeiros catequistas de seus filhos. Incentivamos a participação dos pais na formação da fé de seus filhos, principalmente os acompanhando na missa. Valorizamos a participação nas reuniões, nas quais trazemos assuntos de interesse das famílias, proporcionando um tempo e espaço para que os pais possam se “encantar” com a mensagem de salvação anunciada por Jesus. Busca-se que a própria vida familiar se torne um itinerário de educação de fé e uma escola de vida cristã. Dentro da disponibilidade de catequista e de cada família, acontecem visitas às casas dos catequizandos a fim de estreitar os laços de relacionamento.

JSC: Considerações finais.

R: A catequese atinge seu objetivo primordial quando o catequizando tem um encontro pessoal com Jesus Cristo. Depois que fazemos esse encontro com Cristo, sentimos uma vontade irresistível de que todo o mundo O encontre também. Se você tem esse sentimento, venha ser catequista conosco. Como diz o Pe. Jair Jacon: “Catequista entra no céu de bota e tudo.” Que Deus nos abençoe, proteja e guarde todos os instantes de nossas vidas.

 

Abreviaturas: CR – Documento Catequese Renovada

DNC – Diretório Nacional de Catequese

CIC – Catecismo da Igreja Católica

DGC – Diretório Geral de Catequese

Entrevista do mês: Dízimo

Todos sabem a importância do Dízimo em uma comunidade paroquial. Nesta edição vamos conhecer um pouco mais sobre os trabalhos da Pastoral do Dízimo (PD).

Jornal de São Cristóvão (JSC): Qual o papel da Pastoral do Dízimo na Paróquia?

PD: Primeiramente é importante destacar que a Pastoral do Dízimo é catequética e administrativa. Catequética, por apresentar a missão de evangelizar e de conscientizar sobre a solidariedade através da Palavra de Deus. Administrativa, por compreender a importância de uma boa gestão para que os recursos sejam destinados à missão maior da Igreja: a de anunciar a Boa Nova.

A Pastoral contribui com a equipe administrativa e com o Pároco na gestão paroquial. Trabalha para o bem comum de todas as pastorais. Para que possam melhor evangelizar.

 

JSC: Quantas pessoas fazem parte da Pastoral do Dízimo?

PD: Em média 12 pessoas. Como estamos fazendo o recadastramento de todos os “dizimistas”, temos muitas fichas, mas nem todo mundo esta contribuindo e para melhorar os trabalhos que realizamos, é necessário outras pessoas fazerem parte da Pastoral do Dízimo.

JSC: Quando e onde são realizadas as reuniões da Pastoral?

PD: Nossas reuniões são mensais e nos reunimos na sala de reuniões da Paróquia.

JSC: A devolução do dizimo é obrigatória?

PD: Não. A exemplo do amor, o dízimo não pode ser obrigatório. Não pode ser imposto. O dízimo é uma expressão de amor para com Deus, através da comunidade em que vivemos. Ele nos conduz às necessidades do próximo, de forma especial aos menos favorecidos que são assistidos pela família cristã. Família esta, que somos exortados pelo Espírito a amar.

JSC: Agentes de pastorais e movimentos estão isentos da devolução do dízimo? Ou já contribuem trabalhando?

PD: A partilha é ‘direito’ e ‘dever’ de todos os católicos. O trabalho voluntário não isenta o fiel da devolução do dízimo, pelo contrário, o testemunho destes é que auxilia aos demais católicos na corresponsabilidade para com a missão da Paróquia, de evangelizar.

Pais, não irriteis vossos filhos

“Pais, não irriteis vossos filhos. Pelo contrário criai-os na educação e doutrina do Senhor” (Ef 6,4). São Paulo pede que os pais não irritem seus filhos, mas os criem na educação e doutrina do Senhor, isto é, criem os filhos na lei do amor e da misericórdia. Podemos citar algumas atitudes que deixam os filhos profundamente machucados e plantam neles o sentimento de insegurança, inferioridade.  Esquecer os acertos, lembrar os erros: é necessário corrigir, mas o elogio estimula, reforça as qualidades. Os pais resolverem suas diferenças com discussões: os filhos precisam mais de pais que se amem do que de pais que os amem. Apelar para a “honra” da família: às vezes, na melhor das intenções, diante do erro do filho vem o lamento: “Meu filho, você estragou o nome da família!”. Pouco importa o sofrimento de quem errou: conta mais o nome da família. Comparar os filhos entre si: sem querer, os pais elegem um filho como alegria da casa, modelo para os outros, os desmancha-prazeres. Comparar os filhos com os filhos dos outros: os filhos do vizinho parecem sempre ser melhores. Então as comparações, como se as pessoas fossem feitas em séries. Filho mão é artigo de comparação, mas projeto de pessoa, de vida. Sonhar o futuro para os filhos: em vez de a criança amadurecer, descobrir sua vocação, seu gosto profissional, os pais passam a fazer as escolhas em seu lugar, geralmente achando que aquilo que acham o melhor também o seja para os filhos. Uma coisa é abrir perspectivas, horizontes, outra é tomar o lugar de quem deve decidir. Cobrar o sucesso material, esquecendo os valores humanos espirituais: numa época marcada pelo valor do dinheiro, do poder e do prestígio, os pais preferem orientar os filhos para aquilo que dá sucesso, garantia financeira, o tal <<futuro garantido>>. O que realiza mesmo o ser humano são os valores humanos (verdade, lealdade, sinceridade, honestidade, espírito comunitário) e espirituais (o amor de Deus, a capacidade de perdoar, ser fraterno). Não admitir que o filho está crescendo em idade, sabedoria e graça: o filho não nasce pronto, nem é um baú onde os pais depositam suas certezas. O filho é um projeto em desenvolvimento. Normalmente aprende-se errando, o que é desagradável, mas é assim mesmo. Se os pais se recordassem mais de sua infância e juventude, seriam muito mais compreensíveis… Querer que a criança e o jovem já sejam adultos: não se pode pular etapas, exigir o que o filho ainda não pode dar. Criança-adulta não é normal! Não amar o filho como ele é: o filho não é aquele que a gente sonha, mas o que se tem. E, sem dúvida, boa parte dele, de seu temperamento, qualidades e manias é herança dos pais. O fruto cai perto da árvore! Ama-se alguém não porque seja bom, mas se ama para que seja sempre melhor. Uma palavra final: quando amam de verdade, os pais podem muito mais do que todas as pedagogias e psicologias. Só o amor constrói.

 Pe. José Artulino Besen

(historiador eclesiástico, professor de História da Igreja no Instituto Teológico de Santa Catarina).  

Reflexão extraído do Jornal da Arquidiocese de Florianópolis.

Ressuscitei, mas ainda estou convosco!

                                               “Vede minhas mãos e meus pés;

                                                  Tocai-me, olhai-me: sou eu mesmo”  ( Lc 24,39).

Ainda há muita gente que pensa ser impossível conviver com Cristo. Dizem que Cristo pertence a outro tipo de mundo; dizem que Cristo mora além. Ele pode ser um prêmio da vida futura, pode ser a esperança das pessoas, pode ser aquele  que espera a gente no  limiar  da eternidade…

Muita coisa nos espera. Muita distância  nos divide. Moramos em margens opostas.Vivemos em mundos diferentes. Falamos l[ínguas diversas.

Como poderíamos morar juntos?

Um Deus é sempre um Deus, nunca poderia morar na casa dos seres humanos. Vai radiar um dia em que estaremos para sempre unidos. Mas  por enquanto… temos que viver separados e temos que nos virar sozinhos.

É isso aí que muita gente  vai dizendo.  E está tudo errado!

E Cristo  nos alerta: “Por que surgem tais pensamentos em vossos corações? Nós podemos morar juntos, porque eu tenho um corpo, tenho mãos, tenho pés.  Não sou um fantasma, sou um de vós. Ressuscitei, mas ainda estou convosco. Sou sempre eu, o vosso Cristo de cada dia”.

Cristo conheceu o desgosto, a frustração e até a derrota, embora  momentânea. Anda sempre   poeirento e não possui guarda roupa nem túnicas de reserva. Sem armas nem soldados. Tinha apenas um pequeno exército de doze descamisados, que na hora do perigo conseguem arrumar uma única espada.

Ele não tem poderio econômico. Nem uma toca onde  se esconder, nem uma pedra onde reclinar a cabeça. É um de nós.

E onde posso encontrá-lo?

Em cada página do Evangelho. É lá que sentimos sua presença, o calor de sua mão, o respiro do seu coração. Mas também na pessoa de cada irmão que se revezam ao nosso lado, que me escrevem, que me telefonam… Neles, o Cristo de cada dia se torna visível.

Fazendo um pouco de silêncio ouviremos o ruído  de um passo que se aproxima. É o passo de um Deus que procura uma nova morada, uma nova terra prometida: o coração da gente, terra de Deus.

É o passo  daquele que vem até  nós  para ser nosso Cristo de cada dia.

Nossos caminhos são  os caminhos de Cristo nosso de cada dia. Nossa história é a sua história. Não podemos considerá-lo imagem sagrada  de um fantasma, pela qual suspiramos nos raros momento de fervor.  Não podemos manter os olhos fechados  ou protegidos por óculos escuros.Ele é o nosso companheiro de caminhada.  “Estarei  sempre convoco”.

A luz resplandece nas trevas. Estes são os dias  em que o Senhor está nos visitando e nos trazendo a paz. Depois da paião, do sofrimento e da morte, desponta a manhã  da alegria e da ressurreição.

Sempre haverá um amanhã depois da morte. Depois da noite sempre aparecerá o sol.

Meu amigo, meu irmão, continue sempre caminhando para a luz, segurando na mão de Cristo.

Ele está ressuscitou! Ele está vivo! Ele é o Cristo da Páscoa!

Feliz Páscoa!

 P. Adriano Cemin

Semana Santa – 2013 – Programação.

Paróquia São Cristóvão – Curitiba

23 de Março –   Sábado: Missa e Bênção dos Ramos

24 de Março –   Domingo de Ramos

          07h30   –    Missa e Bênção dos Ramos

          09h00   –     Missa- Bênção dos Ramos e Procissão

          09h00   –     Missa – Bênção dos Ramos e Procissão = DB

          19h00   –     Missa e Bênção dos Ramos

26 de Março:     Quarta-Feira Santa

           16h00  –    Celebração Penitencial – Unção dos Enfermos e Missa

                                               Idosos e Doentes

28 de Março  –     Quinta-Feira Santa

           20h00   –     Missa da Ceia do Senhor – Lava Pés – Adoração

29 de Março   –      Sexta-Feira Santa – Paixão do Senhor

           09h00   –     Celebração Penitencial e Confissões

            09h00  –     Via Sacra – Comunidade Dom Bosco

           15h00   –     Liturgia da Morte do Senhor – Paróquia e Dom Bosco

                                Confissões – Comunidade Dom Bosco

           19h00   –     Via Sacra – Paróquia

30 de Março   –       Vigília Pascal

           09h00   –      Celebração Penitencial e Confissões  –  Jovens

           17h00   –      Bênção Pascal dos Alimentos

            20h00  –      Solene Vigília Pascal da Ressurreição do Senhor

                                 Liturgia da Luz: Bênção do Fogo

                                 Liturgia da Palavra: Leituras da Palavra

                                 Liturgia do Batismo: Água – Promessas Batismais

                                 Liturgia Eucarística.

31 de Março:         Páscoa da Ressurreição do Senhor

           09h00   –     Missa – Paróquia e C. Dom Bosco

            19h00   –     Missa

                            Cristo ressuscitou! Ele está vivo!

                                        Feliz  Páscoa !

 

Lectio Divina – Leitura Orante

 nsaux         O que é a Lectio Divina ou Leitura Orante? De forma resumida, pode-se dizer que se trata de uma prática de oração, em que se utiliza a Palavra de Deus para rezar. É uma prática antiga, desenvolvida por um monge chamado Guigues (França 1083-1136). A Lectio Divina apresenta quatro momentos de oração: Leitura, Meditação, Oração e Contemplação.

          A Leitura da Palavra de Deus deve ser feita de forma lenta e cuidadosa, com a única preocupação de entender a mensagem de Deus através da leitura. Você pode ler o texto quantas vezes quiser até se sentir ‘tocado’ pelo Senhor. Com a prática o número de vezes diminui.

Na Meditação você deve ir mais fundo na mensagem do Senhor. O que Deus fala ao seu coração? “Fala, Senhor, teu servo escuta!”

Na Oração você responde a Deus. É um momento de muita intimidade com o Senhor. Você pode agradecer, louvar, pedir, fazer o que seu coração mandar. Você está em diálogo com Deus Pai. Converse com Ele. É um momento de muitas bênçãos e graças.

Na Contemplação o silêncio é o mais importante. Nessa última etapa você se entrega numa oração silenciosa e contemplativa.

A Lectio Divina é, na verdade, um diálogo sincero com Deus Pai. Você entra em contato com a Palavra de Deus, atualiza a Palavra em sua vida, fala e adora o Senhor. É uma forma de oração que vai te aproximar cada vez mais dos mistérios e do amor de Deus.

Grupo de Oração N. Sra. Auxiliadora

Uma contínua efusão do Espírito

  nsaux        Tomás de Aquino nos ensina em sua “Teologia das Missões”, que “a cada nova missão, a cada nova vocação, deve corresponder uma nova efusão do Espírito”. Qual seja, necessitamos que o Espírito Santo, continuamente, promova uma “atualização da graça” em nós com vistas a nos capacitar para alcançarmos aquilo a que Deus nos tem destinados em nossa caminhada ruma à santidade.

          Diz Raniero Cantalamessa que “… Jesus ressuscitado não batiza no Espírito Santo unicamente no sacramento do batismo, mas, de modo diverso, também em outros momentos: na Eucaristia, na escuta da Palavra e, em geral, em todos os ‘meios da graça’” (“A poderosa unção do Espírito Santo, Ed. Raboni, p. 47 a 49). Assim, é importante sabermos que, para o crescimento na vida da graça, não basta simplesmente dizermos: “eu já tenho o Espírito Santo”. Não é suficiente já O termos recebido: é preciso que isso transpareça em nossas vidas. E que procuremos – oferecendo-Lhe  crescentes espaços de santidade em nossas vidas – tê-Lo de um modo cada vez mais abundante. Na sua carta aos Efésios, Paulo recomenda “… procurem estar repletos do Espírito” (cap. 5,18b). E não apenas Tê-Lo, mas pertencer a Ele, deixando-nos por Ele sermos possuídos e dirigidos, como nos ensina Paulo VI na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, n. 75: “Ele é aquele que, hoje ainda, como nos inícios da Igreja, age em cada um dos evangelizadores que se deixa possuir e conduzir por Ele, e põe na sua boca as palavras que ele sozinho não poderia encontrar, ao mesmo tempo que predispõe a alma daqueles que escutam a fim de a tornar aberta e acolhedora para a Boa Nova e para o reino anunciado”. Coloquemo-nos, hoje, sob a proteção da oração de João Paulo II a favor dos leigos, que diz: “Ó Virgem Santíssima, Mãe de Cristo e Mãe da Igreja… Tu que estivestes no Cenáculo, com os Apóstolos em oração, à espera da vinda do Espírito de Pentecostes, invoca a Sua renovada efusão sobre todos os fiéis leigos, homens e mulheres, para que correspondam plenamente à sua vocação e missão, como vides da verdadeira videira, chamados a dar muito fruto para a vida do mundo” (ChL, 64).

O Grupo de Oração se reúne todas às quartas-feiras (20:00horas) na sala de reuniões da Paróquia.

Coordenação.

Qualidade de vida emocional e afetividade

        A saúde mental é um dos elementos fundamentais para uma boa qualidade de vida no planeta. Porém, estudos mostram que está cada vez mais difícil alcançar essa qualidade, visto que valores e regras que sustentam o equilíbrio do indivíduo na sociedade estão sendo negados.

         Dentre os critérios de saúde mental estão o respeito e o cuidado de si mesmo, pelos outros, pelo planeta, seus animais e vegetação. Cuidar é um ato consciente que pode ser ensinado. É um dos maiores geradores de prazer que o ser humano conhece. Cuidar dos filhos adequadamente pode ser o início de uma grande transformação individual e social.

         A afetividade é a dinâmica humana mais profunda e complexa que podemos experimentar. Inicia-se a partir do momento em que um sujeito se liga a outro, a partir do amor, um sentimento único, mas que traz outro sentimento complexo e profundo, que é o medo da perda deste amor.

         Quanto maior o amor, maior o medo da separação, da perda e da morte. Esse medo pode desencadear outros sentimentos como ciúme, raiva, ódio, inveja, saudade… A afetividade é a mistura de todos esses sentimentos, e aprender a cuidar adequadamente de todas essas emoções é que vai proporcionar ao sujeito uma qualidade de vida emocional.

(Parte do texto Dr. Ivan Roberto Capelatto com o titulo: Afetividade – Seus limites e sua ética)

Por que dizer vinde Espírito Santo se ele já está em nós?

 nsaux         Não será incoerência pedir mais do Espírito Santo ou rezarmos dizendo “vinde Espírito…, se já recebemos o Batismo, se somos templos do Espírito, se confirmamos no Sacramento da Crisma? Para nos ajudar nesse entendimento utilizarei o ensinamento de dois grandes doutores da Igreja: Santo Tomás de Aquino, em sua Teologia das Missões Divinas, explica que “dizer que uma Pessoa Divina vem, não significa dizer que ela se desloca de um lugar onde estava para um onde nunca estivera antes. Não! O Espírito Santo já está em tudo e em todos – em nós, de maneira singular, como dom de habitação, de modo sobrenatural, pela graça do Sacramento. Quando dizemos ‘vem’, Ele, que já está, se manifesta atualizando a graça de Sua presença, provocando em nós uma mudança na linha dessa mesma graça (pois que Ele, por Sua vez, é imutável”… Santo Agostinho (Commento AL Vangelo di Giovanni, Omelia 74,2) ensina: “O importante é ter presente que sem o Espírito Santo nós não podemos nem amar a Cristo nem observar os Seus Mandamentos, e que tanto menos podemos fazê-lo quanto menos tivermos do Espírito Santo, enquanto tanto mais podemos fazê-lo quanto maior for a abundância que d’Ele tivermos. Não é pois sem razão que o Espírito vem prometido, não somente àqueles que não o tem, mas também àqueles já o possuem: a quem não O tem para que o tenha, a quem já O possui para que O possua em medida mais abundante. Porque se não se pudesse possuir o Espírito Santo em medida mais ou menos abundante, o profeta Eliseu não teria dito ao profeta Elias: ‘O Espírito que está em ti, esteja em dobro em mim (II RS 2,9)’”. “Quando essa ‘vinda’ do Espírito ocorre à maneira de uma efusão, de uma maneira crítica na vida da pessoa, chamamo-la comumente de ‘batismo no Espírito’, e ocorre o que Santo Tomás chama de promotio, uma promoção, um progresso: de um (já) precedente estado de graça a um novo estado de graça. Algo acontece que faz a pessoa avançar ‘em um novo ato ou novo estado de graça’, diz Santo Tomás”.

          João Paulo II, hoje Beato, em 14 de março de 2002, fazia a seguinte exortação: “Com insistência fervorosa, não vos canseis de invocar: ‘Vem, ó Espírito Santo! Vem! Vem!’”.

Com base no texto de Reinaldo B. Reis de Abril 2012.

Paulo Roberto Ragnini – Grupo de Oração

O Ano da Fé

nsaux“Um convite a nos tornarmos sinais vivos da presença do Ressuscitado no mundo”.

           Em outubro deste ano, o Papa Bento XVI abriu o Ano da Fé, com um convite para todos os fiéis católicos: o de buscarem “uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador de mundo” (Bento XVI, Carta Apostólica Porta Fidei). Pode-se dizer que o são dois os principais motivos da instituição desse Ano: celebrar o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II (1962 – 1965) e comemorar os vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, aprovado com a finalidade de “ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé”.

          O Ano da Fé se encerrará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de novembro de 2013, durante esse ano seremos convidados (1) a intensificar a reflexão sobre a fé, ajudando “todos os fiéis em Cristo a se tornarem mais conscientes e a revigorarem sua adesão ao Evangelho”; (2) a confessar a fé em todos os lugares; (3) seremos motivados a descobrir novamente os conteúdos da fé “professada, celebrada, vivida e rezada”.  Sem dúvida se trata de um tema vital para a Igreja e para a vida espiritual de cada um de nós, de nossas famílias e do próprio futuro da humanidade.

          A nossa fé supõe um testemunho e um compromisso público. Ela tem como fundamento o Senhor Ressuscitado. Ao longo do Ano fé deveremos manter o olhar fixo sobre Jesus Cristo, “autor e consumador da fé” (Hb 12,2). Porém, ter o olhar em Jesus Cristo deveria ser uma exigência de todos os dias e em todos os anos. Nele tudo encontra plena realização. Tanto a vida cristã como a nova evangelização, nascem de uma fé amadurecida.

          Ilumine-nos as palavras de São Pedro: “Sem terdes visto o Senhor, vós o amais. Sem que agora o estejais vendo, credes nele. Isto será para vós fonte de alegria inefável e gloriosa, pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa salvação” (I Pe 1,8-9).

 O Grupo de Oração se reúne todas às quartas-feiras (20:00horas) na sala de reuniões da Paróquia.

                                                                                                  Coordenação

É tão importante a participação na vida de uma paróquia?

nsauxESTOU PECANDO SE NÃO PARTICIPAR ATIVAMENTE?

              O batismo é a porta e o fundamento da comunhão na Igreja. A Eucaristia é a fonte e o ápice da vida cristã.

             A paróquia é a família de Deus animada pelo espírito de unidade. Aqui os leigos são convidados a participar da missão da Igreja de levar o Evangelho de Cristo a todos.

             Quando se trata da responsabilidade de participar de uma Igreja, o Novo Testamento não deixa dúvida. Além de muitos exemplos no Livro dos Atos e nas Epístolas, encontramos instruções que exigem a nossa participação na vida da Paróquia. O autor de Hebreus condena a atitude de pessoas que deixam de participar na vida da Igreja, porque negligenciam seu papel importante na edificação mútua (Hb 10,23-27). Outras instruções exigem a nossa participação nas reuniões da Igreja para participar da Ceia do Senhor (I Cor 11,17-34; At 20,7), para juntar ofertas (I Cor 16,1-3; At 4,36-37; 5,1-2) e para resolver questões de falhas e pecados na comunidade (I Cor 5,4-5). Os discípulos de Cristo se juntam, também, para cantar hinos de louvor e edificação (Ef 5,19-21) e para ensinar a palavra do Senhor (I Cor 14,26).

             Pessoas que negligenciam estas responsabilidades, não participando da Missa, dos cultos e reuniões da comunidade desobedecem a Deus. Pecam contra os irmãos e contra o Senhor.

             A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida. A nossa fé nos agrega numa grande família que é a Igreja, de maneira mais particular a Paróquia, onde colocamos em prática nossa fé. Na Paróquia recebo o suporte necessário para crescer na formação humana, na espiritualidade e nos tesouros sacramentais para minha salvação.

             Tomemos por modelo os primeiros cristãos: “Os que receberam a Sua Palavra foram batizados. Perseveravam na Doutrina dos Apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações” (cf. At 2,41-42).

             Assim como é preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-lo, é preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, a Igreja, extensão do Corpo de Cristo da qual sou membro. A comunidade é necessária para que minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Nós os cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida, como faziam os primeiros cristãos. Somos chamados a fazer crescer em nós o verdadeiro sentido de ser Igreja: “Eu sou e também faço a Igreja. Sou discípulo de Jesus Cristo e estou neste caminho por Ele em primeiro lugar”.

             Antes de qualquer obrigação, o meu relacionamento com Deus deve ser por amor e o meu compromisso concreto exige tempo e espaço para se atualizar, por isso, a minha Paróquia é lugar de encontro com Ele e com meus irmãos na fé, onde eu alimento a minha experiência e vida com o Senhor. Não existe uma experiência autêntica de Jesus Cristo fora da comunidade, nela sou formado na Palavra, no Altar, no testemunho e na doação de minha vida.

 (Com base no texto do Pe. Francisco Sehnem, scj)

O Grupo de Oração se reúne todas às quartas-feiras (20:00horas) na sala de reuniões da Paróquia.

 

Coordenação

Igreja Católica Apostólica Romana

“Eu te declaro: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (MT 16,18).

          No tempo de Jesus os romanos condenavam a morte, pela crucificação, alguns presos. São Pedro foi martirizado em Roma e condenado a crucificação, tendo como último pedido, que fosse crucificado de cabeça para baixo, por não se achar digno de morrer como Jesus Cristo.

Foram realizadas algumas escavações arqueológicas em Roma, sendo localizado um túmulo sob a Basílica Vaticana, com inscrições a carvão, com menções honrosas a São Pedro. Podemos dizer que a Igreja de Cristo, de fato, fora edificada sobre a Rocha (Pedro).

Durante décadas, Roma foi o Império mais poderoso. Em 330, o filho de Santa Helena, o Imperador Romano, Constantino, se converteu ao Cristianismo e proibiu a perseguição aos Cristãos através do “Edito de Milão”. Como também, transferiu a Capital do Império par Bizâncio (hoje Istambul, na Turquia). Roma ficou sendo administrada por um conselho ligado ao Imperador. Com o passar do tempo, o Império foi perdendo interesse por Roma, no Ocidente.

Por conta desse descaso, a figura do Bispo de Roma crescia cada vez mais, tendo feitos inimagináveis, como de convencer alguns bárbaros a desviarem seu caminho e deixar Roma intacta de sua pilhagem.

Com feitos como esse Roma deixou de ser devastada diversas vezes. Era comum à época nobres doarem bens em nome do crescimento da Igreja, aumentando os bens da Igreja. Com isso, a pessoa do Santo Padre crescia como Pai Espiritual, carregando consigo a sina de ser um Tutor Público dos Bens de Roma, passando o legado de um Papa a outro.

Com o passar do tempo, vários governantes da Itália e do Mundo tentaram retomar a sede romana. Porém, esta disputa terminou em 11/02/1929, com o Tratado de Latrão, reconhecendo a absoluta soberania do Papa como chefe da Cidade do Vaticano, o menor Estado Mundo, que recebeu o direito Diplomático entre os demais Estados, ou seja, o Vaticano tornou-se um país.

Com isso, podemos dizer com vontade: Sou Católico, Apostólico Romano!

(Com base no texto do Ir. Gregório Duarte Bastos Obl. OSB)

Fé, Dom e Graça de Deus

          nsauxA fé não é mérito humano, mas obra do amor de Deus. A vida cristã se move na compreensão do amor de Deus por nós e de nossa resposta a Deus.

          O Papa Bento XVI nos conclama para celebrarmos o Ano da Fé num mundo que tenta viver sem Deus. Porém, sem Deus a existência humana não se explica em seu sentido maior. Sem fé que nos vem de Deus o cristianismo perde a força e o dinamismo como anúncio da Salvação.

Tendo Jesus Cristo como o nosso único Salvador e Redentor, o Ano da Fé, trata-se de conhecer, de amar e de viver melhor a mensagem do Evangelho e de conhecer mais de perto as grandes verdades e ensinamentos da Igreja de Cristo. Trata-se de entender melhor o que significa viver como cristão no mundo de hoje.

Recentemente, Bento XVI nos disse: “nas grandes religiões do mundo a fé corre o risco de se apagar como uma chama que já não encontra alimento. Por isso, estamos enfrentando uma profunda crise de fé, uma perda do religioso, que é um desafio para a Igreja de hoje”.

O Ano da Fé foi proclamado com o objetivo de tirar os cristãos do cansaço da fé e de tornar Deus presente em nossa vida novamente. É necessário renovar a vida cristã por um anúncio mais vigoroso do Evangelho e pela transmissão da doutrina católica contida no Credo.

“Desejo que o Ano da Fé possa contribuir para tornar novamente Deus presente neste mundo e para abrir aos homens o acesso da fé” (Bento XVI, proclamação do Ano da Fé).

(Com base no texto do Pe. Evaristo Debiasi)

 O Grupo de Oração se reúne todas às quartas-feiras (20:00horas) na sala de reuniões da Paróquia.

                                                                                                  Coordenação.

Como Ir A Igreja? – Parte II

          Na publicação passada, vimos sobre 04 orientações de uma editora italiana, sobre normas de comportamentos para os fiéis (Cuide da casa de Deus como se fosse a sua casa; Quando entrar numa Igreja, cumprimente o dono da casa; Vista-se com decência, quando participar de uma cerimônia religiosa; Procure chegar na hora certa!). São orientações para os que forem participar de atos religiosos. Seguem outras 04 com o comentário de Dom Murilo S. Krieger.

 5ª) “Participe ativamente de todo o ato religioso”. As celebrações são expressões da oração comunitária. Jesus nos garantiu Sua presença quando duas ou três pessoas se reunirem em Seu Nome (cf. MT 18,20). Imagine-se a força de Sua presença quando formos quinhentos, mil ou dois mil. Por isso, é importante nossa expressão de unidade com todos os que estão ali conosco, naquele momento de prece.

6ª) “Tome conta das crianças, para evitar que elas perturbem muito”. É bom, é muito bom levar as crianças para a Igreja. Elas têm uma incrível capacidade de relacionar-se com Deus – basta que alguém as eduque para isso. Que elas nem sempre se sentem à vontade em uma celebração, também é normal. O que não convém é permitir que elas, sistematicamente, distraiam os que estão em sua proximidade. Afinal, são simpáticas, bonitas e engraçadinhas, e prendem mais a atenção do que o melhor orador, mesmo que sacro…

7ª) “Terminada a Celebração, colabore com o clima de concentração e oração do ambiente”. Quantas pessoas, terminada a Missa ou outra Celebração, gostam de ficar na Igreja. E isso é bom! A Igreja tem o dom de facilitar a oração e, num mundo tão dispersivo com o nosso, é importante que se aproveite ao máximo as oportunidades que nos forem concedidas para momentos assim.

8ª) “Lembre-se de desligar o celular antes de começar a Celebração!” É preciso fazer algum comentário?

Em síntese: uma Celebração religiosa não é apenas um ato religioso; é, também, um ato social.

        Paulo Roberto Ragnini

Como Ir A Igreja? – Parte I

          Uma editora italiana lançou um livro com normas de comportamentos para os fiéis. São orientações para os que forem participar de atos religiosos. Seguem algumas dessas orientações com o comentário de Dom Murilo S. Krieger. “Acredito que um pouco de etiqueta não faz mal”.

 1ª) “Cuide da casa de Deus como se fosse a sua casa”. Nossas Igrejas são construídas com a colaboração de toda a comunidade. Quem já participou de uma comissão de construção sabe quanto sacrifício é necessário até se chegar à sua inauguração. Também a manutenção de uma Igreja exige muita atenção e gastos. Por isso, cuidar do que foi conseguido com muito trabalho é um respeito para com os que colaboraram, além, é claro, de ser uma demonstração de atenção para com uma obra que passou a ser consagrada ao Senhor.

2ª) “Quando entrar numa Igreja, cumprimente o dono da casa”. A casa do Senhor é uma casa de oração. Não entramos nela para nos desligar das preocupações do mundo; entramos ali para levar ao Senhor nossas preocupações e colocá-las em Suas Mãos; entramos para louvá-Lo e agradecer-Lhe os dons recebidos; ou, humildemente, para pedirmos Seu perdão por nossas infidelidades. Na Igreja, o Senhor deve ser o centro de nossas atenções.

3ª) “Vista-se com decência, quando participar de uma cerimônia religiosa”. Deveria ser óbvio, mas para algumas pessoas não o é: nem toda roupa é adequada para qualquer lugar. Há roupas que podem ser adequadas para uma festa de aniversário, mas não servem para se ir a um velório. Um pouco de bom senso (e de respeito!) não faria nada mal.

4ª) “Procure chegar na hora certa!” Para uma boa participação, é importante a concentração. Chegar antes é garantir a possibilidade de um tempo para oração pessoal. Nesse ponto, um pouco de organização da própria vida só trará benefícios para a fé.

Na próxima edição apresentaremos mais 04 orientações. Até lá!

Paulo Roberto Ragnini