Dia dos Pais

dpais

Senhor,

Neste dia em que se comemora o dia dos pais recorro a Ti mais uma vez e de uma maneira muito especial para interceder por todos os pais existentes.
Aos pais que estão felizes conservai neles a alegria da paternidade plena de realização.

Aos pais que se sentem inseguros na forma de melhor educar seus filhos ilumina sua mente, mostra o caminho, o conduz.

Aos pais que choram por ter perdido um filho consola-o na grandeza do Teu amor, fazendo despertar em seu coração o desejo de se tornar um pai espiritual de tantos órfãos desprotegidos, sem casa, sem amor, sem oração.

Aos pais cujos filhos estão envolvidos com qualquer tipo de delinqüência, permita-lhes Senhor substituir o sentimento de humilhação, vergonha e dor pelo desejo supremo de lutar pela justiça, torna-o homem forte, destemido, testemunha da fé em Ti DEUS TODO PODEROSO que nesse mundo TUDO PODE.

Abençoa Senhor a cada um dos pais existentes nesse mundo mantendo-os sob Vossa Divina Proteção, esteja ele perto ou longe de seus filhos, que não espere apenas pela festa de comemoração e pelos presentes mais, que reconheça seu papel diante da família e da sociedade sendo exemplo de amor, comprometimento, honestidade e dedicação a sua família.

Sendo assim, que cada um a sua maneira consiga formar e educar uma grande e rica descendência para Ti, Senhor.
Amém.

Boletim do Apostolado da Oração – Agosto 2015.

Pergunta:

Quem é separado (a) do casamento ou vive uma segunda união pode tornar-se membro do Apostolado da Oração?

Resposta:

A questão das pessoas separadas que vieram de casamentos que não deram certo , atualmente é bastante séria e muito frequente em nossas igrejas (não exclusivamente na Igreja Católica) bem como em nossas pastorais e movimentos eclesiais e espirituais. O Papa Francisco nos adverte: ” Devemos ter misericórdia e desapegarmo-nos do peso da lei.” Sendo a oração a missão principal de nossa Associação uma pessoa nesta situação pode sim ingressar no Apostolado da Oração. Também é claro que devemos tomar muito cuidado para não expor demais a vida das pessoas e sim acolhe-las com carinho e compaixão.

Lembretes:

1)  Agosto é o mês vocacional e lembramos sempre da principal vocação que é a vida de cada um de nós e depois celebramos neste mês:

1º Domingo, 02/08 – A vocação Sacerdotal (dia do Padre)

2º Domingo, 09/08 – A vocação Familiar (dia dos Pais)

3º Domingo, 16/08 – A vocação Religiosa (dia dos Irmãos e Irmãs)

4º Domingo, 23/08 – A vocação Laical (dia dos Leigos engajados)

5º Domingo, 30/08 –  dia das Catequistas

2) Dia 25/08, terça-feira , é o dia do Soldado, cujo patrono é Duque de Caxias.

Agenda de Agosto:

Dia 02 – Primeiro Domingo  do mês – Dedicado aos Padres – Santa Missa às 07:30 horas e em seguida café e reunião geral ordinária. A tarde às 16 horas reunião das Mensageiras das Capelinhas e fechando às 17:30 horas com a Hora Santa na Capela do Santíssimo e a Santa Missa Vespertina das 19:00 horas animada pelo Serviço de Animação Vocacional (SAV).

As Intenções do Papa:

Universal – Pelos voluntários ao serviço dos necessitados. Para que, aqueles que colaboram no campo do voluntariado entreguem-se com generosidade ao serviço dos mais necessitados.

Pela Evangelização – Para que possamos ir ao encontro dos marginalizados. Para que, saindo de nós mesmos saibamos fazer-nos próximos daqueles que se encontram nas periferias à margem das relações humanas e sociais.

 

Augusto Schimaleski, pela Equipe de Comunicação.

 

PADRE ADRIANO – Homenagem no Dia do Padre – Missa vocacional.

Created with Nokia Smart CamPADRE ADRIANO,

Foi Deus quem te deu a graça de seres quem tu és!

Deixar tudo para se entregar a serviço de Deus, é a mais bela resposta de amor que alguém pode dar ao amor Daquele que morreu por nós, o sacerdote Maior: Nosso Senhor Jesus Cristo!

Ao entregar-se nas mãos de Deus, como instrumento, para ser usado por Ele, como e onde Ele quiser, o padre se faz o próprio Cristo, que entregou a sua vida por amor ao que é do Pai!
Somente quem se esvazia de si mesmo, numa entrega total a Deus, é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como um pai sabe  fazer.
Sei que a missão do sacerdote é árdua, mas sei também que a alegria de servir é maior que todos os desafios!

Não podemos esquecer que o padre precisa de nós, tanto quanto nós precisamos dele, pois nos tornamos a sua própria família! O padre precisa do nosso apoio, da nossa colaboração, compreensão, do nosso amor, da nossa amizade, nosso carinho e principalmente das nossas orações.

Hoje, quero numa prece especial, pedir a Deus pelo senhor e por todos os padres que nos possibilitam a viver a maior de todas as alegrias: participar do Banquete da vida: A Eucaristia!

Com a mão de Deus, nas suas mãos, com seus passos firmes na trilha aberta por Jesus, havereis de libertar do cativeiro, todos àqueles que o Pai confiou aos seus cuidados!

Parabéns, que a presença de Jesus em sua vida seja a sua maior recompensa.

Olívia

Boletim do Apostolado da Oração – Jullho 2015.

Pergunta:

Porque a nossa associação recebeu o nome de Apostolado da Oração?

Resposta:

Porque o nosso apostolado se dá a partir da oração.  O Padre Kolvenbach, na época coordenador mundial do Apostolado da oração, escreveu no ano de 2003: ” O Apostolado da oração propõe um caminho rumo à santidade a partir do oferecimento diário. O nosso caminho apostólico, portanto, tem o seu início com a oração.

Lembretes:

1)  Quinta-feira , dia 09/07/2015  – Solenidade de Santa Paulina, dia da Revolução Constitucionalista. Obs: Em São Paulo é feriado;

2) Dias 05/07 e 06/07, Domingo e Segunda-Feira 35 anos da passagem do Papa João Paulo II por nossa cidade de Curitiba, dentro de sua primeira viagem ao nosso Brasil em 1980.

3) Participemos neste mês de Julho, dos dias 17 até 25 do solene novenário em preparação a nossa festa do Padroeiro: São Cristóvão, com o tema: Ano Missionário e no dia 26 – Dia dos avós e da Grandiosa Festa.

Agenda de Julho:

Dia 5 – Domingo – Santa Missa às 07:30 horas e em seguida café e reunião geral ordinária. A tarde às 16 horas reunião das Mensageiras das Capelinhas e fechando às 17:30 horas com a Hora Santa na Capela do Santíssimo.

Intenções do Papa:

Universal – Para que a responsabilidade política seja vivida em todos os níveis como uma forma elevada de caridade.

Pela Evangelização – Para que diante das desigualdades sociais, os Cristãos da América Latina deem testemunho do amor pelos pobres e contribuam para uma sociedade mais fraterna.

Augusto Schimaleski, pela Equipe de Comunicação.

Não deixemos que nos roubem o Evangelho

Como a missão da Igreja é evangelizar, não podemos deixar por menos nosso compromisso missionário dentro do Projeto Pessoal de Vida. Nesse sentido, Francisco nos aponta elementos desafiadores.

Na trilha do pensamento do papa Francisco, na Exortação Apostólica Alegria do Evangelho deparamos com o número 97. É um apelo de Francisco para que não caiamos em um mundanismo espiritual que facilmente pode nos levar a claudicar do Evangelho. Trata-se da renúncia consciente ou não do EU gerente da vida eclesial. Quer dizer, da capacidade de criar, empreender, dialogar, avançar para águas profundas, ir às fronteiras existenciais das pessoas. E tudo isso, dentro do próprio processo da Evangelização.

Como a missão da Igreja é evangelizar, pois “ela é a causa de todas as causas, porque diz respeito ao destino eterno dos homens e responde ao desígnio misterioso e misericordioso de Deus” (João Paulo II, Redemptoris Missio, 86), não podemos deixar por menos nosso compromisso missionário dentro do Projeto Pessoal de Vida. Nesse sentido, Francisco nos aponta os elementos desafiadores desse mundanismo espiritual que podem atrofiar a causa primeira da Igreja. Apresento cada um para que, na elaboração ou revisão do Projeto de Vida, cada um de nós saiba avaliar e projetar nossa ação à luz do Mistério do Reino.

Mundanismo espiritual

Há, na análise de Francisco, duas formas que se entrelaçam e reforçam o mundanismo espiritual: o fascínio do gnosticismo e o neopelagianismo autorreferencial (EG 94). No fascínio gnóstico, a pessoa se fecha na própria razão, quer dizer, na sua verdade subjetiva. Não aceita e nem busca o confronto-diálogo. Basta-se a si mesma. No neopelagianismo, a pessoa se coloca superior a todos. É um EU rígido que não se abre a ninguém e confia somente em si mesmo. Em ambos os casos, o católico elimina Jesus Cristo e o próximo. Não há espaço para a busca da verdade na interioridade da fé e muito menos o desejo de encontrar o outro, pois o outro será sempre considerado um inferno.

Formam-se assim atitudes muito marcadas, que produzem no interior da comunidade eclesial uma forma de domínio tanto pessoal como coletiva (EG 95). Francisco comenta isso de forma muito contundente:

·         O exibicionismo: carrega-se demasiado na liturgia pomposa, doutrina e prestígio da Igreja e se deixa muito aquém a inserção do Evangelho na vida do povo de Deus e nas realidades humanas concretas. A Igreja se transforma em  peça de museu e até de domínio de poucos;

·         O fascínio do poder: a preocupação por conquistas sociais e políticas, vanglória de tudo. Uma Igreja centrada sobre sua própria sede de poder, carreirismo, ciúmes e invejas. Isso leva a um estilo de vida recheado de viagens, reuniões intermináveis e improdutivas, vida social regada a banquetes e festas; enquanto a evangelização e o contato com o povo permanecem esquecidos e atrofiados;

·         O funcionalismo empresarial: a consequência dessa vida eclesial distorcida desemboca em uma Igreja alimentada por estatísticas, muitos planejamentos e avaliações. Contudo, o povo de Deus não se beneficia de nada dessa organização. Perde-se o ardor missionário e vive-se em um narcisismo doentio mergulhado em um EU autossabotador, em que se perde o gosto de viver e de evangelizar.

A Igreja assim organizada perde consideravelmente sua ação evangelizadora, que, mais que projetos expansionistas e de dominação, precisa estar a serviço do ser humano. A história da Igreja, marcada por ações heroicas de homens e mulheres que não temeram dar a vida pela causa primeira do Reino, se resfria e as novas gerações perdem o vigor apostólico. Tudo isso dá lugar a uma Igreja de aparências, anoréxica e infértil, que distorce sua própria autoimagem e morre aos poucos, sem forças para rejuvenescer porque já não tem a energia interior do Espírito e muito menos a beleza do corpo vivo com seus membros unidos à videira (1 Cor, 12).

Dinamismo

Como recuperar o dinamismo diante do desafio do mundanismo espiritual? Para um Projeto Pessoal de Vida cristã é fundamental estar unido à videira que é Cristo. João Paulo II, na encíclica Redemptoris Missio (A Missão de Cristo Redentor), apresenta dois elementos fundamentais: o protagonismo do Espírito Santo (RM, 21) e a Igreja a serviço do Reino de Deus (RM 12). E o Espírito opera tanto naqueles que anunciam como nos que escutam a mensagem (RM 21). Na verdade, quem nos dá o mandato missionário e nos ilumina de dentro para fora é o Espírito Santo (Mt 28,18-20; Jo 20, 21-23 passim). Portanto, é o Espírito que torna a Igreja missionária (RM 26) e capaz de vencer o egoísmo e as atitudes elencadas por Francisco.

Ainda mais, o Espírito vai onde ele quer independentemente de nós (Jo 3,8), embora conduza também a ação da Igreja. Nesse sentido, a Igreja não prega a si mesma, não se fecha na busca de poder e prestígio, mas no seguimento de Jesus Cristo ela descobre o Reino e vive o dom dasalvação (RM 15-16). Por isso, não podemos separar Igreja e Reino porque ela é instrumento de comunicação do Reino que é Cristo (RM 18). Ela está a serviço desse Reino fundando comunidades, congregando o Povo de Deus, os valores evangélicos, e intercede por todos (RM 20).

É por isso que Francisco nos convoca a não deixar que nos roubem o Evangelho porque sem ele nada somos. E o fruto de que somos instrumentos comunicadores do Evangelho é o amor (1 Cor 13).

Escrito por  Pe. João Mendonça – retirado do Boletim Salesiano.

Semana Santa (2015) Vivenciada em nossa Paróquia!

Dia 29/03, com o Domingo de Ramos inaugura-se a Semana Santa, com a missa celebrada pelo Pe. Adriano Cemin e o Pe. Magnus da Paróquia Menino Jesus de Praga. A comunidade marcou presença e ao canto do Hosanna ( que significa – dá-nos a salvação!-) , relembramos a Entrada de Jesus em Jerusalém acenando os ramos. A palma simboliza a vida e o triunfo sobre a morte, pois perdura no deserto. Nas palavras do Pe. Magnus evidenciando que o Evangelho deste dia nos pede humildade e o compadecimento que devemos ter para com os que sofrem.

O sofrimento muitas vezes é vivido na doença e pelo cansaço longo da vida, por isso na Quarta-feira Santa tivemos um momento especial com a Celebração Penitencial, Unção dos Enfermos e Missa para os Doentes e Idosos. Conduzida pelo nosso Pároco já no início questionou aos presentes: Quem de nós não tem uma doença, seja ela física ou da alma? Esta celebração foi marcada por belos cantos, pela confissão comunitária e a unção com óleo, que os fiéis receberam na palma da mão direita. Assim, animados pela fé, coragem e esperança podíamos ver refletido no rosto de nossos irmãos a alegria para continuar a caminhada.

E caminhando, chegou a Quinta-Feira Santa, com a Missa que relembramos a Instituição da Eucaristia, e o Lava Pés que segundo nossa Tradição, é um ato simbólico mais forte que as palavras. Mostra a atitude de serviço que o cumprimento do novo mandamento do amor exige, que Jesus dá a seus apóstolos. Neste ano 12 membros representando cada pastoral de nossa paróquia lavaram os pés de pessoas distintas que foram convidadas no momento da celebração para aproximarem-se do altar e terem seus pés lavados simbolizando que devemos estar a serviço de todos sem olhar a quem, servindo com os olhos e com o mesmo amor que Cristo serviu. Logo após momento de adoração!

Na Sexta-feira Santa, o dia deu início com a preparação espiritual através de penitência e confissões durante toda a manhã. Logo à tarde, às 15:00 hs vivenciamos a Paixão e Morte de Nosso Senhor, celebração onde muitas pessoas estavam emocionadas por sentir a dolorosa passagem de Jesus,no mínimo um sentimento da perda de um ente querido! À noite, a comunidade reuniu-se à luz do luar para caminhar com Ele, fazendo a Via Sacra com quatro momentos de reflexão sobre seus últimos momentos terrenos . O ponto marcante foi a última estação onde o grupo JUDAC dedicou a Cristo uma belíssima homenagem através da expressão corporal. Foi emocionante e é uma prova de que há várias maneiras de se evangelizar e louvar.

Já no sábado, a comunidade se preparava , os Jovens em Confissão, coroinhas e paroquianos com alegria e muito trabalho organizando a Vigília Pascal! A tristeza dá lugar à alegria e um ar de novidade vai contagiando a todos! Essa é a maior novidade, a maior notícia , a maior manchete (palavras de nosso pároco) dos tempos! A Passagem de Cristo da morte para a vida. A Vígília tem quatro partes sendo: o Lucernário – O Círio Pascal que representa Jesus, centro de nossa vida, luz do mundo – momento realizado no pátio da paróquia, depois seguindo em procissão para a Igreja, dando continuidade a Liturgia da Palavra, sendo as leituras abundantes como nunca, mostrando o projeto salvador de Deus.

Posteriormente, a Liturgia Batismal, onde dois adultos foram batizados e nós todos acendemos nossas velas com a luz do Círio, celebramos e renovamos nosso compromisso batismal. Por fim, vivemos de modo especial a oferenda de Jesus, a Liturgia Eucarística, e cantamos com particular ênfase: ANUNCIAMOS SUA MORTE, PROCLAMAMOS SUA RESSURREIÇÃO. VENHA SENHOR, JESUS! O ALELUIA, foi majestoso, ao badalar dos sinos por nossos coroinhas, correndo pelos corredores da igreja alegremente, e toda assembléia vibrante com o triunfo de Nosso Senhor Jesus. A comunidade em sinal de fraternidade e partilha reuniu-se para uma confraternização ao término da celebração.

Domingo de Páscoa! A festa da alegria continuou com a missa às 9:00 hs e mais uma vez ,as jovens alegremente emocionaram a assembleia com a apresentação da dança, pois O Cristo Vive! As crianças da catequese também tiveram seu momento ao receberem o pãozinho abençoado, estampando sorrisos!

Agora é tempo de fortificados com a vivência pascal e tendo renovado nosso compromisso como batizados, sairmos para sermos testemunhas de Cristo Ressuscitado com nossa vida de serviço e alegria! À pedido de nosso pastor que esta Semana Santa celebrada e vivida de forma participativa em nossa comunidade perdure no decorrer de todo este ano, pois é belo reunir-se e sentir a presença do Ressuscitado!

Texto: Rafaela Isobe

Fonte Litúrgica: Bíblia Católica Jovem

Confissões de uma mãe que leva sua filha à missa

indoigrComo de costume deitei-me ao lado de minha filha para fazê-la dormir e acabei adormecendo também. Acordei lá pelas 00:30 hs e fui para meu quarto orar. Acabei perdendo o sono e comecei a recordar as peripécias de minha menina linda…fruto de nossas idas à Santa Missa e de sua prematura convivência em uma comunidade de fé.

Não é segredo para ninguém que as crianças de hoje são mais espertas, inteligentes, inquietas e por pouco já nascem quase falando. Por ora coloco a culpa no ácido fólico que hoje nós mulheres tomamos durante a gestação ou até mesmo antes de engravidar. Foi assim comigo! No entanto, não é este o foco que tem o que escrevo, a nós pais cabe orientá-los para onde canalizar tudo isso. E infelizmente, a maioria dos pais indicam todos os caminhos, menos a casa do Pai.

Pois bem, o que desejo aqui é relatar, ou melhor, testemunhar algumas situações que podem também ser considerados como frutos já colhidos levando minha filha à missa. Antes de começar a escrever cheguei à conclusão que a Santa Missa é a maior e melhor catequese dos pais para com seus filhos.

A primeira vez que minha pequena me surpreendeu foi quando um dia orando juntas antes de dormir, ela rezou o Pai- Nosso inteirinho….fiquei espantada pois apenas havia ensinado a Oração do Santo Anjo, mais curtinha e apropriada para a idade dela, ingenuidade minha! Aí pensei, pensei e cheguei à conclusão que tinha aprendido na missa. Aí comecei a testar, rezando com ela Ave-Maria, a Salve – Rainha, sem muito sucesso. Lembrei-me então do Creio, eu comecei e ela foi atrás, eu falava uma frase e ela completava com outra. Bom, acho que já não é mais ação do ácido fólico, mas um santo remédio, como o nome de Santa Missa.

Outro fato que me marcou muito foi um dia quando estava brincando na sala de casa e ela de repente veio até mim com um círculo vermelho e um copinho de brinquedo e falou: Mãe olha só o Pão de Cristo! Eu fiquei surpresa e ao mesmo tempo emocionada e fiz o que qualquer mãe coruja faria, corri pegar a câmera para filmar e postar no facebook, mas quem disse que ela repetiu a proeza? Apenas na alegria do momento restou-me tirar uma foto e postar com algumas palavras para transmitir o que aquele momento significou.

Outros relatos eu poderia testemunhar, mas o último, um tanto quanto fofo, aconteceu semana passada quando ela começou a cantar: Estar em tuas mãos ó Pai….nutrificará….nutrificará….Mãe, canta comigo aquela do Tuttifricaraaaá! Em um primeiro momento ri e expliquei: Filha, não é de tutti-fruti, é de fruto, frutificar, frutificará! Em seguida, baixei a música no computador e coloquei para ela escutar e cantamos juntas.

Queridos pais e famílias, o que quero dizer com tudo isso? Levemos nossos filhos à Santa Missa, apresentemos eles a Jesus desde pequeninos. Ele mesmo nos pediu: Deixai vir a mim os pequeninos (Mc 10,14). Façamos nossa parte e Deus se encarrega do resto. No mundo atual já não cabe mais a expressão: A maior herança que os pais podem deixar a seus filhos são os estudos! Acho que a frase poderia ficar assim: A melhor herança que nós pais podemos deixar a nossos filhos é a religiosidade, espiritualidade e a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo!

A Igreja também deve estar atenta , pois as crianças querem ser participantes da Santa Missa. Eu percebo em minha filha que gosta muito quando participa no momento do Pai- Nosso, no Ofertório, no Cumprimento da Paz e na Comunhão quando ela vai sempre comigo e depois volta para ir novamente com o pai. Algumas pessoas devem estar pensando…é fácil escrever, mas na prática é diferente, e garanto que é mesmo! Ela é criança, não para quieta, quer sempre levar um brinquedinho, tem dias que não quer ir e eu respeito, e só quer ficar no colo….mas recentemente descobri que o colo não é por minha causa, mas porque ela quer enxergar o que está acontecendo no altar, quer ver o padre, os coroinhas, quem está cantando.

Enfim, pais, avós, familiares, é início de ano e aqui fica um convite às famílias a fazerem esta experiência com seus filhos…levem-nos à missa! Vamos à casa do Pai, tenho certeza que Deus não fechará seus olhos a este esforço e derramará suas bênçãos sobre cada família.

Catequista Rafaela Isobe

Por Dentro da Liturgia!

blog-liturgia-pascoa

Muitos Cristãos ouvem falar de Liturgia, mas  será que eles sabem o que é Liturgia? Ou ainda o que a Equipe de Liturgia faz em nossa Paróquia? Bom para dirimir algumas dúvidas resolvi fazer uma sequência de Artigos sobre o tema, neste primeiro apenas um breve resumo do significado de Liturgia e um resumo das principais definições da Reunião de Liturgia no mês de Fevereiro em nossa Paróquia.

O Que É Liturgia?

A palavra Liturgia tem origem no grego leitourgos, palavra que servia para descrever alguém que fazia serviço público ou liderava uma cerimônia sagrada. Apesar da palavra liturgia ser usada na Antiguidade, só depois dos séculos VIII e IX passou a ser usada no contexto da eucaristia na Igreja grega. O termo passou a fazer parte da igreja católica bastante mais tarde, por volta do século XVI. A manifestação central da liturgia é a celebração do mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo e a prestação de culto a Deus. “A liturgia é a fonte primária do Verdadeiro espírito cristão” (Paulo VI). Liturgia em resumo é a ação de um povo, reunido na fé, em comunhão com toda a Igreja, para celebrar o Mistério Pascal (Vida, Morte e Ressurreição de Cristo).

Resumo da Reunião de Liturgia 26/02

  •  Apresentada e confirmada a escala das missas dos finais de semana; A Pastoral do Dízimo não irá mais organizar a missa do terceiro domingo às 7:30, ficando (inicialmente) a mesma sob a responsabilidade do Apostolado da Oração
  • Missa de São José – 19/03 – Quinta-feira / Liturgia MESC / Canto Teco

DOMINGO DE RAMOS – 29/03/2015

  • RAMOS – Pessoas que conheçam “doadores” de ramos, pedir para conversar com a Edna na secretaria. O Teco irá buscar se for preciso.
  • ORNAMENTAÇÃO DOS RAMOS –  Fica a cargo dos Jovens
  • PROCISSÃO TRÂNSITO – Fica a cargo do  Agostinho / Rogério
  • ACOLHIDA – Fica a cargo das Catequistas
  • ANIMAÇÃO EXTERNA –  Fica a cargo dos Jovens (que verão os músicos disponíveis)
  • ANIMAÇÃO INTERNA – Fica a cargo do grupo Alegria
  • LITURGIA – Fica a cargo dos Jovens (AJS)

Definições da Semana Santa

( Veja também a programação da Semana Santa: clique aqui )

QUARTA-FEIRA – 01/04/2015

  •  CELEBRAÇÃO – 16:00 – Doentes e Idosos
  • ANIMAÇÃO – Grupo de Animação Musical
  •  LITURGIA – Catequistas

QUINTA-FEIRA  – 02/04/2015 – CEIA DO SENHOR

  • LAVA PÉS – 20:00 – Sugestões para Apóstolos – Profissionais liberais da Comunidade Paroquial – Amadurecer a ideia (Edna Matilda)
  • ANIMAÇÃO – Teco
  • LITURGIA / ADORAÇÃO – MESC, Catequese e Téco

SEXTA-FEIRA  – 03/04/2015 – PAIXÃO DO SENHOR

  •  CONFISSÕES – 9:00
  • PREPARAÇÃO DA LITURGIA – Pe. Adriano / MESC
  • PREPARAÇÃO LOCAL – Pe. Adriano / MESC
  •  SOLENE LITURGIA DA MORTE DO SENHOR – 15:00
  • ANIMAÇÃO – Santa Cecília
  • LITURGIA – Movimento de Irmãos
  • VIA SACRA – 19:00
  • PROCISSÃO – Quatro Estações
  • 1ª Estação “A Condenação” – AJS e SAV
  • 2ª Estação “Caminhos do Calvário” – Catequese e Pastoral da Criança
  • 3ª Estação “As Quedas” – Movimento de Irmãos
  • 4ª  Estação “A Morte na Cruz” – Grupo de Oração
  • ENCERRAMENTO – JUDAC

 Observações : Os grupos responsáveis pela estações deverão elaborar o texto correspondente e validar com o Pe. Adriano; Caso chova no momento da procissão, será pensada uma alternativa para a realização da Via Sacra.

Texto: Luiz Henrique Santos (Colaboração: José Carlos Chiuratto) 

Renascer Das Cinzas

Muita gente certamente já ouviu falar do velho mito grego da fênix, a ave imortal que renasce das próprias cinzas, mas o que este mito tem a ver com a gente?

Para nós cristãos católicos começou hoje a quaresma na celebração de quarta-feira de cinzas que também marca o início da campanha da fraternidade, mas será que todos sabem qual o significado das cinzas?

Se você imaginou que tenha a ver com o mito da fênix, não, não tem nada a ver, nesta celebração o padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa por algum tempo, antes de lavá-la.

Estas cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre a conversão, a mudança de vida, recordando o quão passageira, efêmera e frágil é a vida humana, sujeita à morte. Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar da própria mortalidade.

Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus. No Catolicismo Romano é um dia de jejum e abstinência. E a fênix entra aonde? Bom a fênix segundo o mito grego quando morria, entrava em autocombustão e, passando algum tempo, renascia das próprias cinzas. No final de cada ciclo de vida, ela queimava-se numa pira funerária.

A fênix nos serve de inspiração, já que devemos neste tempo de quaresma encerrar um ciclo e morrer para o pecado e os desejos do mundo, é tempo de conversão e reflexão, uma “morte” do nosso antigo eu para que possamos ao fim da quaresma estarmos prontos para tal qual a ave mítica depois de algum tempo de morte, renascer destas cinzas que é nada mais que a nossa própria vida.

Texto: Luiz Henrique Santos

Três salesianos vão professar no dia 24.01.2015.

Imagem Convite 1

A Sociedade de São Francisco de Sales, mais conhecida como a Congregação Religiosa dos Irmãos e Padres “Salesianos de Dom Bosco”, por intermédio da Inspetoria Salesiana São Pio X de Porto Alegre, rende graças a Deus pelo chamado vocacional feito a Adriano, Giovane e Jeferson, que neste dia farão a profissão perpétua entre os filhos de São João Bosco. Tal chamado é lembrado com o lema escolhido por eles: “… fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus.” (2Tm 2,1b)”.

SeminaristasProf

 Adriano Áureo Toillier é filho de Afonso Francisco Toillier e Ana Geller Toillier e irmão de Aurélio Francisco e Arno Augusto. Natural de Tunápolis (Santa Catarina), iniciou sua caminhada vocacional no Aspirantado de ensino médio São Domingos Sávio de Curitiba em 2005. Fez o Tirocínio prático aqui na cidade de Curitiba no Instituto Salesiano de Assistência Social.

 – Giovane de Souza é filho de Inês Elias de Souza (in memorian) e de Manoel Antônio de Souza; irmão de Rosana, Maria Mônica, Tiago, Paulo e Israel Antônio. Natural de Araranguá (Santa Catarina), iniciou sua caminhada com os salesianos de Dom Bosco em Santa Rosa (RS), no colégio Dom Bosco, em 2005, onde realizou as etapas do Voluntariado e do Pré-Noviciado e o Tirocínio prático nos anos de 2011 e 2012 no Colégio Dom Bosco de Porto Alegre (RS).

Jeferson Junio Moreira é filho de Francisco (in memorian) e Rita Rosa Moreira, irmão de Franciele e Jackson. Natural de Ponta Grossa (Paraná), iniciou sua caminhada vocacional no Instituto Salesiano de Assistência Social (ISAS) de Curitiba em 2006. Trabalhou dois anos na cidade de Joinville/SC, no Centro Educacional Dom Bosco e Paróquia Santo Antonio.

Em 2008, os três foram noviços em São Carlos, professando pela primeira vez em 31 de janeiro de 2009. Em 2010 e 2011 fizeram o Pós-noviciado em Viamão e desde 2013, compõem a comunidade Santo Tomás de Aquino, em São Paulo, na Teologia – etapa final da formação específica para o Presbiterato.

Unamo-nos a estes nossos irmãos para celebrar com eles e seus familiares sua entrega total a Deus na Congregação Salesiana.

As celebrações serão realizadas na Igreja da Paróquia São Cristóvão, que fica na Rua Santa Catarina,  1750, Bairro Guaira, Curitiba, Pr.  Toda a comunidade está convidada a participar das celebrações:

22/01 – quinta-feira, às 19hs – Santa Missa em preparação a Celebração do sábado;

24/01 – sábado, às 19hs – Celebração da Profissão Perpétua.

 
Imagem Convite
Texto em colaboração com S. Giovane. 

 

Advento, tempo de esperança

Advento, tempo de esperançaadvento 2014

= Pe. João Chaves =

O mês de Dezembro está marcado inevitavelmente pela celebração do Natal. Antes porém de lá chegarmos, a Igreja oferece-nos o tempo de Advento: Quatro semanas que antecedem o Natal e nas quais é proposto de forma explícita aos cristãos o desafio de reverem a sua própria vida a fim de a tornarem mais digna dos dons de Deus.

Etimologicamente, Advento significa vinda ou chegada e faz referência à preparação da vinda de Deus em duas prospetivas: por um lado, indica o tempo de preparação para a celebração do Nascimento de Jesus e com ele o momento histórico em que Deus aparece visível na nossa natureza humana; por ouro lado, expressa a preparação para a vinda de Cristo no final dos tempos. Esta última prospetiva aparece de modo especial nas duas primeiras semanas, enquanto que a partir do dia 17 de Dezembro aparece principalmente a primeira prospetiva.

O advento recorda-nos que a nossa história vai de mãos dadas com a história de Deus. Recorda-nos um Deus que por amor se faz presente na história, homem como nós, para dar mais vida, e vida em abundância, à vida que homem já possui. O Advento abre-nos à dimensão escatológica do mistério cristão. Traz consigo um compromisso missionário e a necessidade de nos empenharmos para que a realidade do Reino de Deus seja uma realidade verdadeira e concreta na vida de cada homem, a começar por nós.

Se este é o trabalho que nos espera neste tempo, três são as personagens bíblicas que de alguma forma encarnam as atitudes oportunas a viver: Isaías, Nossa Senhora e João Batista.

Isaías, profeta que encarnou fortemente a esperança messiânica do Povo de Israel, anuncia com linguagem poética e metáforas lindíssimas a chegada do um novo reino, isto é, uma nova forma de relação dos homens entre si e destes com Deus.

João Batista, o último dos profetas do Antigo Testamento, anuncia o cumprimento desta esperança, convida o povo a preparar-se para acolher o Messias e declara-o já presente entre o Povo.

Nossa Senhora, modelo de acolhimento silencioso de Deus, aparece de modo marcante na celebração da Solenidade da Imaculada Conceição, dia 8 de dezembro, como protótipo da humanidade redimida e daquilo que todos somos chamados a ser.

Para podermos viver dignamente o Advento, porém, impõe-se uma atitude de fundo determinante: a vontade de encarnar a virtude da esperança. A esperança é a atitude de quem não vive conformado com a sua situação atual mas que anseia por algo melhor. A esperança é a atitude daqueles que não se resignam a viver a vida de forma passiva. A esperança é a capacidade de ver mais além, de se projetar no futuro, de perceber os sinais que Deus oferece para construir algo sempre melhor. A esperança é a atitude própria de quem tem a coragem de sonhar, de desejar mais e mais, de querer ser mais, de querer superar-se. E tudo isto não porque se sente um super-herói ou melhor que os outros, mas porque vive confiado de forma vital no amor de Deus, fonte de toda a esperança.

Se nada se espera, se nada pode ser diferente, se nada nos faz falta, se estamos bem assim, como poderemos celebrar o Advento? Neste ano em que somos desafiados a dar vida sonho, o tempo de Advento estimula-nos a sonhar e a pôr mãos à obra para que o sonho se torne verdadeiramente uma realidade.

Maria, preparando a Festa de Aniversário para Jesus! (catequese)

jesus no ceuInício do Tempo do Advento, Maria conversa com Jesus lá no céu

Maria, toda repleta de graça fala a Jesus:

– Filho Amado, está chegando seu aniversário… tu irás completar 2014 anos e parece que foi ontem que nasceste…mas como falo todo ano para ti…serás sempre o Meu Menino Jesus!

Continuando Ela diz:

– Estou nos preparativos para Seu aniversário e quero que tudo saia conforme sua vontade!

Jesus alegremente diz:

– Mãezinha, perdoe-me do que vou lhe dizer, mas o que Eu mais gosto no meu aniversário é quando a Senhora inspira as famílias a contarem a estória do meu nascimento às crianças, tornando-me assim conhecido e querido por elas!

Maria concorda:

– Amado Filho, não é só Você! Eu , o velho José, os anjos e os reis magos vamos às lágrimas de alegria quando  é recordada a sua vinda ao mundo! Mas, deixemos de nostalgia e vamos atentar aos preparativos!

Maria pergunta:

– Jesus que tema você quer escolher?

Jesus, sem dúvida alguma responde:

– A Alegria do Evangelho!

Maria alegra-se com a escolha e pergunta:

– Filho, e o que queres que tenha de alimento para os convidados?

Jesus, ironicamente responde:

– Mãezinha, o cardápio a Senhora sabe que não muda… sempre o Bolo Sabor Palavra de Deus, os salgadinhos nos sabores solidariedade, esperança, amizade, coragem, dinamismo e os docinhos podem ser de amor, alegria, fraternidade, paz e união.

Maria continua:

– Ah, sem dúvidas, inclusive pedi ajuda à Mamãe Margarida para preparar tudo isso, ela leva muito jeito na cozinha! Falando nisso, eu já me adiantei e os convites serão os Livros da Novena de Natal e São Cristóvão junto com Dom Bosco estão encarregados de convidar todo o Povo de Deus. Além disso, a gente sabe que tem algumas pessoas quase impossíveis de conseguirmos convidar… mas para eles pedi auxílio a S. Judas Tadeu e outros ainda, Filho, você sabe deixamos nas mãos de Deus!

Jesus finalizando o assunto diz:

– Mãezinha, que bom que a Senhora pediu ajuda aos nossos amigos, fico feliz… sem eles eu não seria quem Sou hoje. Mas, acho que está tudo certo, não é?

Nossa Senhora dá um sorriso e fala:

– Meu Menino, e se através das orações a mim, os convidados perguntarem o que queres de presente, como posso responder?

Jesus como sempre com a resposta na ponta da língua diz:

– Querida Mãezinha, sabia que iria perguntar isso! Todo ano a Senhora não deixa essa pergunta para trás. O presente que todo ano quero receber é a chave do coração de todas as pessoas para habitar nele e fazer morada para realizar a Vontade de Meu Pai…Ser o Caminho, a Verdade e a Vida que leva todos os seus filhos a Ele, reconhecendo-o como Pai, amando-O e tornando o grande sonho Dele em realidade, uns amando os outros como Eu, Jesus, os amo!

Maria emocionada O abraça e diz:

– Filho, Tu terás este ano o seu Feliz Natal!

natalcomjesus

 

Texto: Rafaela Isobe

REUNIÃO COM PAIS- COROINHAS DOM BOSCO

No último sábado, dia 11/10, aconteceu a reunião dos pais com os cordenadores do grupo de Coroinhas Dom Bosco. Nesta reunião, conduzida pelos cordenadores: Rosângela, Giovana, Gabriel, Geni e Mônica, alguns avisos foram dados, em relação a programação dos próximos meses. Foram comentados assuntos como: a confecção das camisetas, as novas túnicas e o passeio que acontecerá dia 19/10. A cordenação agradece a presença dos pais e lembra que para a criança firmar um compromisso com a Paróquia, é preciso que antes, os pais façam o mesmo.

” Eu não vim para ser servido, mas para SERVIR”  MC 10, 45.

10730902_523897024413070_673765915511802756_n

MISSA DA SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA APARECIDA

Hoje, dia 12/10, celebramos a missa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, e comemoramos o dia das crianças. Conduzida pelo nosso pároco pe. Adriano, juntamente com o diácono Tarás e os noviços, esta celebração foi muito bonita e animada. Relembramos a  história da Nossa Senhora para as crianças:

” Em uma cidade chamada Guaratinguetá, moravam três pescadores: Domingos, João e Felipe. Um dia eles saíram para pescar e jogaram a rede. Para a surpresa deles,  recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco. depois disso começaram a pescar tantos peixes que ficaram com medo de afundar. Os três ficaram muito felizes e agradecidos pela pescaria. Vocês devem estar se perguntando: se a imagem estava quebrada, porque não a jogaram de volta no rio? É porque viram naquela pescaria um grande sinal de Deus e deram a imagem o nome de Nossa Senhora Aparecida, porque ela apareceu no rio”

Aconteceu também uma encenação da coroação de Nossa Senhora, com a presença de crianças vestidas de pescadores. Houve uma homenagem as crianças, as quais, no final da missa, receberam uma lembrança. Após a celebração fomos presenteados com uma apresentação, muito bonita,  da banda do Colégio da Polícia Militar.

Homenageamos Nossa Senhora Aparecida por nos levar até Jesus e nos dar seu exemplo de mulher corajosa, acolhedora e amorosa.

 

[pe2-gallery album=”http://picasaweb.google.com/data/feed/base/user/102496923968554265712/albumid/6069484106790839521?alt=rss&hl=en_US&kind=photo” ]

Credo – Símbolo Apostólico

credo 2

Portanto, quem der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante de meu Pai que está nos céus” (Mt 10:32).

Confessamos a nossa fé de várias maneiras e as fazemos mais comumente no batismo, na Ceia do Senhor e ao recitar o Credo. Para testificar aos incrédulos e dar bom testemunho na vida pública e privada da nossa fé cristã, toda confissão pública da fé deve ser feita com sinceridade, e deve vir acompanhada de uma vida de compromisso com os valores do reino de Deus.

A confissão de fé mais popular do Cristianismo, tem-se chamado simplesmente “o Credo”. A palavra Credo é realmente o verbo com o qual começa o Credo Apostólico no latim, o qual declara: Credo in Deum Patrem . No português a mesma oração se repete: Creio em Deus Pai. Assim que o termo Credo significa apenas Creio , ou seja, “eu creio”, eu confesso a minha fé de forma pública (cf. 2 Co 4:13). Daí, um credo que não é outra coisa que uma forma de se confessar as nossas crenças básicas (Mt 10:32; Rm 10:8-10).

Também é chamado de “Símbolo Apostólico”. Este nome foi dado quando as heresias começaram a minar a Igreja. A palavra Símbolo vem do grego, e significa: “marca distintiva, santo e sinal”. O Símbolo Apostólico se converte numa marca da doutrina apostólica e, portanto, a marca do cristão e da Igreja verdadeira. Rufino (falecido em 410 d.C.) disse que o Credo foi dado como uma marca contra os falsos apóstolos, e acrescenta: “assim, os apóstolos prescreveram esta fórmula como sinal e penhor pelo qual deveriam reconhecer quem realmente prega verdadeiramente a Cristo, segundo a regra apostólica.”

Também recebeu o nome de “os doze artigos de fé”. A divisão em 12 artigos obedece à lenda de que cada um dos 12 apóstolos escreveu um artigo. Todavia, é mais apropriado esquecer deste título e dividir o Credo em três partes, segundo a sua ordem trinitária.

Além do mais, lhe é concedido o qualificativo de “Apostólico”. Foi Rufino (cerca de 307-309 d.C.) o primeiro a transmitir por escrito a lenda de que, no dia anterior à partida para pregar a todas as nações, os apóstolos colocaram-se em comum acordo quanto à norma de sua pregação. E foi assim que inspirados pelo Espírito compuseram o Credo. Mas adiante Ambrósio (bispo de Milão, 340-397 d.C.) afirmou que o número de 12 artigos obedece ao número dos apóstolos. Finalmente, no século VI um sermão de Pseudo-Agostinho termina afirmando que a cada apóstolo correspondeu escrever um artigo. Esta lenda deve ser rejeitada. O Credo não é apostólico porque foi escrito pelos apóstolos, mas por ser a sua doutrina.

As regras de fé ou confissões não são uma novidade inventada pela Igreja Católica Romana, ou no período moderno. Os judeus usavam Deuteronômio 6:4-9 como a sua confissão de fé, e a influência deste credo (que eles chamavam o shema ), reflete claramente no Novo Testamento (cf. Rm 3:30; 1 Co 8:4-6; Gl 3:20; Ef 4:6; 1 Tm 2:5; 3:16; 2 Tm 2:8; 1 Pe 1:21; 3:18,22). O Novo Testamento também nos entrega uma lista de pessoas que confessaram a sua fé: João Batista (Jo 1:29, 34), Natanael (Jo 1:49), os samaritanos (Jo 4:42), os discípulos (Jo 6:14,69; cf. Mt 14:33), Marta (Jo 11:27), Tomé (Jo 20:28). Todavia, a confissão mais conhecida foi a que Pedro formulou quando declarou que Jesus era “ o Cristo, o Filho do Deus vivo ” (Mt 16:16).

Por dois motivos se fez necessário o surgimento do Credo. Primeiro, a expansão missionária da Igreja, fez obrigatório o surgimento de uma declaração de fé básica para instruir aos candidatos ao batismo (Mt 28:19). Segundo, a heresia obrigou a Igreja de definir claramente a sua fé. A expansão da fé cristã colocou a Igreja em contato com muitas culturas e filosofias pagãs que ameaçavam introduzir-se no meio do povo de Deus. Por isto, desde o principio percebeu-se a importância de preservar e confessar o ensinamento dos apóstolos, o que a igreja antiga fez por meio de confissões e credos. O perigo é denunciado claramente em Hb 4:14; 10:23; 1 Jo 2:22-23; 4:1-6,15; 5:1,5 onde se reafirma e exige confessar a fé, ante o confronto com a heresia e/ou a perseguição.

Extraído do livro de Humberto Casanova e Jeff Stam, El Credo Apostólico (Grand Rapids, Libros Desafio, 1998), pp. 14-22.