Mensagem do Pároco – “Sementes”

Mensagem do Pároco – “Sementes”

” JOVEM! JESUS BOTA FÉ EM VOCÊ! ”                                                          Padriano
– Papa Francisco –

Você viu a multidão  de jovens  na praia de Copacabana?
Jovens vindos de todo o planeta!
Vieram para a JMJ e o encontro com o Papa!
Pareciam sementes  de um imenso  campo esperando para serem  cultivadas!

As sementes estão dentro de nós!
As semente estão dentro de você, jovem de todas as idades!
São sementes que representam  a alegria… o entusiasmo… e a fé…
São sementes que precisam  ser plantadas  no mundo inteiro!

Aproveitemos  esse clima de entusiasmo e de fé
cuja a vibração espalhou  uma nova energia nos ares
de nossa querida Pátria,
para juntos plantarmos a semente da paz, do amor, da solidariedade,
em cada lugar… em cada coração!

Como cristãos, somos chamados a ser missionários,
semeadores  da Palavra de Deus,
continuadores da missão que Jesus  viveu e ensinou a seus discípulos, e
através deles,
chamou a todos nós!

Desperte a juventude  que mora em você!
Seja um foco contagiante de alegria, de amor,de esperança!

A Jornada – que reuniu milhares de jovens –  acabou.
O Papa Francisco voltou para Roma.
Ficou no ar uma energia contagiante que desperta desejos fortes de renovação…
Nasceu uma nova esperança de paz e harmonia para o mundo!

As sementes que o Papa lançou na mente e no coração de cada brasileiro
deverá ser espalhada  e produzir frutos.
Não deixemos  o entusiasmo esmorecer!
Que as palavras do Papa façam eco nos quatro cantos do planeta e que
o chamado de Cristo ressoe em todos os ouvidos:
“Ide e fazei discípulos entre todos os povos!”

É preciso apaixonar-se por Jesus!
Os desafios são grandes!

Apaixonar-se por Jesus significa botar fé Nele!
Escutar seu chamado!
O Papa Francisco nos convida a sermos protagonistas  de um mundo novo.

“Ide sem medo para servir!
A vida de Jesus  foi uma vida de serviço!
Jesus chama a ser  um discípulo em missão!
Seu chamado é uma ordem!
É uma ordem que nasce  do amor!
Não tenham medo de ser generosos!
Jesus conta com vocês!
A Igreja conta com vocês!”
P. Adriano Cemin

Recadinho do Pároco – Dia de Dom Bosco

Recadinho do Pároco – Dia de Dom Bosco

Oratório de Dom Bosco

Oratório de Dom Bosco

16 de agosto de 1815: nascimento de Dom Bosco!
16 de agosto de 2013: 198 anos do nascimento!
A Família Salesiana do mundo inteiro hoje recorda a data.

Dom Bosco: Passoa maravilhosa!
Dom Bosco: Sacerdote!
Dom Bosco: Santo!

Dom Bosco: o Santo amigo dos jovens!
Dom Bosco: o Santo dos sonhos!
Dom Bosco: o Santo das realizações!

Dom Bosco: o Santo da acolhida!
Dom Bosco: o Santo do Sistema Preventivo!
Dom Bosco: o Santo da alegria!

Dom Bosco: Fundador de Congregações Religiosas!
Dom Bosco: Apaixonado por Jesus Cristo!
Dom Bosco: Devoto de Nossa Senhora Auxiliadora!

Estamos caminhando para o Bicentenário de seu nascimento!
2015 será o grande acontecimento: 200 anos do Pai e Mestre!
Preparemo-nos!

Hoje você é nosso convidado!
19 horas a celebração festiva do aniversário de Dom Bosco!
Você não pode faltar!

Recadinho do Pároco

Recadinho do Pároco

Agosto é um mês dedicado à reflexão sobre o serviço na Igreja.
Deus criou cada pessoa com um objetivo específico.
Deus quis precisar de nós.
Deus quis contar conosco.
Todos somos chamados!
Todos somos vocacionados!
Chamados à Vida!
Chamados ao Sacerdócio!
Chamados à Vida Consagrada!
Chamados à Vida Matrimonial!
Todos chamados à Santidade!
Vocação  é consagrar a vida  ao serviço do Reino.
Que saibamos ser generosos ao dar o nosso “SIM”  ao Projeto de Deus!
P. Adriano

Cardeal Raymundo sobre mês vocacional: “Jesus nunca deixa ninguém sozinho”

Cardeal Raymundo sobre mês vocacional: “Jesus nunca deixa ninguém sozinho”

Aparecida (RV) – O Arcebispo de Aparecida (SP), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Presidente da CNBB, publicou um artigo em que apresenta uma reflexão sobre o mês vocacional, celebrado pela Igreja no Brasil em agosto. No texto, ele parte da vocação fundamental de cada cristão à santidade, “que recebemos no dia em que fomos batizados”.
A seguir, a íntegra do texto:
Agosto: Mês vocacional
No Brasil o mês de agosto é sempre uma oportunidade para que possamos refletir sobre o chamado que Deus nos faz para vivermos de um modo mais concreto a nossa vocação à santidade, que recebemos no dia em que fomos batizados.
Na primeira semana, lembramos a vocação sacerdotal, refletimos sobre a sua importância para a Igreja e rezamos ao Senhor da messe para que envie operários, de modo que não faltem padres para cuidar das mais diversas comunidades espalhadas pelo Brasil.
Em seguida, recordamos a vocação religiosa. Nossa mente se volta para os homens e mulheres que se consagraram a Deus através dos conselhos evangélicos da pobreza, castidade e obediência para viverem em comunidade segundo o carisma de seus fundadores e servirem à Igreja e ao povo de Deus nos mais diferentes serviços, sejam de natureza religiosa ou social. Lembramo-nos também dos missionários e missionárias que deixaram suas terras e foram para os locais mais distantes no serviço do Reino de Deus, anunciando Jesus Cristo aos que ainda não O conhecem.
Há também outra vocação que não pode ser esquecida: a dos fiéis leigos e leigas que, através do exercício de ministérios não ordenados, se fazem presentes nas comunidades eclesiais e no mundo e se dedicam à evangelização na família, no trabalho profissional e no seu ambiente social, para santificar o mundo e fazer com que ele deixe de ser a cidade dos homens para tornar-se a cidade de Deus. Dentre os diferentes ministérios leigos, o último domingo de agosto destaca a catequese, comemorando o dia dos catequistas.
Grandes santos são lembrados neste mês, como: São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, padroeiro dos párocos; São Lourenço, padroeiro dos diáconos; Santo Afonso Maria de Ligório, fundador da Congregação dos Missionários Redentoristas; São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas; Santa Rosa de Lima, padroeira da América Latina e, de modo especial, nossa Santa Mãe do Céu, Maria Santíssima, que é recordada na solenidade da sua Assunção, nos apontando o feliz destino de todos os que dizem “Sim” a Deus.
O tema vocacional é, de modo especial, voltado para os jovens. É um apelo para que todos procurem ouvir a voz de Deus e dizer sim ao seu chamado para servirem concretamente ao seu Reino.
Rezemos para que a Mãe Aparecida abençoe a Igreja, e, especialmente, os jovens, a fim de que sejam fiéis no seguimento de Jesus Cristo e obedientes ao mandato de seu Fundador e Mestre: “Ide e fazei discípulos meus todos os povos”. O Papa Francisco, em sua homilia da Santa Missa para a 28ª JMJ, afirma: “Não tenham medo! Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai a nossa frente e nos guia. Ao enviar seus discípulos em missão, Jesus prometeu: “Eu estou com vocês todos os dias” (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus nunca deixa ninguém sozinho! Sempre nos acompanha.”
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida (SP)Presidente da CNBB

Matéria sugerida por: Roberto Schulka (PASCOM/MI)
Mês Vocacional

Mês Vocacional

Bandeira-SAV

No mês de agosto para a Igreja do Brasil e para nós participantes assíduos da comunidade católica, desde 1981, é celebrado o mês vocacional. É um mês onde somos convidados a refletir e rezarmos pelas vocações, seja ela qual for.

 Durante o Mês Vocacional, todos os anos, há uma temática a ser refletida. Este ano, o tema é “Eis-me aqui, envia-me”, em referência à Campanha da Fraternidade, junto à juventude, e o tema liga-se à proposta da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”.

Ao longo do mês, somos levados a refletimos em cada semana uma realidade vocacional. Na primeira semana estamos voltados para os Ministros Ordenados (Bispos, Padres e Diáconos), vocação especial do padre, onde no primeiro domingo do mês, temos como costume, comemorarmos e homenagear o sacerdote que preside a celebração; a segunda é voltada à Semana da Família, vocação especial aos pais; a terceira, à Vida Consagrada (religiosas, religiosos, leigas e leigos consagrados), e a quarta, voltada aos Ministros não-ordenados (todos os cristãos leigos e leigas).

Com certeza, ainda está muito presente em nós às alegrias da Jornada Mundial da Juventude – JMJ, Rio 2013, com a presença do Papa Francisco. Pudemos notar nas juventudes, que lá se fizeram presentes, ou mesmo daquelas pessoas que acompanharam à distância através meios de comunicação, como foram marcantes e expressivas a presença de Deus em nossas vidas.

Vivemos num tempo em que falarmos de vocações não é importante para muitas pessoas, mas não podemos nos esquecer que todos somos chamados para vivermos uma vocação, a começarmos pela vida, primeira grande vocação que Deus nos deu.

No dia 04 de agosto, em nossa Arquidiciose, teve inicio o Ano Vocacional que traz como tema: “Chamados a fazer caminho com Cristo”. Que a nossa comunidade, juntamente com a presença e participação da juventude, possamos criar uma cultura vocacional na paróquia, onde todas as pessoas, a partir do batismo, sintam-se vocacionadas, envolvidas, comprometidas, e resgatem o valor da vocação.

 Texto enviado por: José Carlos – SAV

Festa 2013 – Mensagem do Pároco

A organização de uma Festa não é tão fácil como a gente pensa.
Exige planejamento! Exige preparação! Exige  presença! Exige criatividade!
04 de agosto de 2013: dia da Festa do nosso Padroeiro.
Quanta gente empenhada!
Quanta criatividade!
Quanto trabalho!
Quanta crítica ( até negativa )!
Resultado!
Sucesso!
Alegria!
Muita gente!
Muita confraternização!
A Novena foi bonita!
A Liturgia da Festa foi maravilhosa!
Ótima participação!
A todos MUITO OBRIGADO!
Que São Cristóvão abençoe sua vida, sua família!
P. Adriano

Necessidade, Desejo ou Compulsão

Como você gasta seu dinheiro?

 

As questões financeiras é motivo de preocupação para muita gente, pois 60 milhões de brasileiros estão endividados. Então, que tal rever velhos hábitos? Organizar-se financeiramente é o primeiro passo para o sucesso.

Identificar como você gasta o seu dinheiro é fundamental para evitar o desperdício e passar da situação de devedor para a de investidor. Segundo o consultor financeiro e economista, Anderson Soares Horácio, existem três tipos de gastos: o necessário, o desejo e a compulsão.

“Não há como fugir dos gastos necessários, como aluguel, luz, transporte, alimentação… O desejo pode ser controlado e programado. Você pode comprar a vista ou parcelar sem se prejudicar. O gasto por compulsão é quando a pessoa precisa comprar para se sentir realizada. Esse gasto deve ser cortado imediatamente”, diz o economista.

Anderson alerta que, para sair do vermelho, é preciso cuidado com os gastos supérfluos (o desejo), já que nos dias atuais a pressão pelo consumo e facilidade do crédito podem ser armadilhas perigosas. “A pessoa precisa se conscientizar de que o crédito do cartão vira dívida, e se ela não tem capacidade de pagar aquele valor no fim do mês não pode fazer a compra”.

A grande dica do consultor é que mesmo os gastos necessários podem ser reduzidos. A palavra-chave é economizar. Não podemos gastar mais do que ganhamos, e poupar qualquer valor é válido! Precisamos saber gastar. Por isso, antes de comprar, pergunte: é por necessidade, desejo ou compulsão?

Por Paulo Roberto Ragnini com base no texto de Crisla Ikeda.

A Missa e a Ovelha Desgarrada

Texto: Paulo Roberto Ragnini

 

Disse Jesus: “Um homem possui cem ovelhas, uma delas se desgarra. Não deixa ele as noventa e nove na montanha (deserto), para ir buscar aquela que se desgarrou? E se a encontra, sente mais jubilo do que pelas noventa e nove que não se desgarraram. Assim é a vontade de vosso Pai celeste, que não se perca um só destes pequeninos”. (Mat 18,12-14)

Após muitas conversas e pesquisa cheguei à conclusão que há mais ovelhas perdidas dentro de uma celebração eucarística do que imaginamos. Como também, há muitas pessoas responsáveis pela Liturgia, que não perceberam isso ou acham que do jeito que está “tá bom”. Mas, quem são as ovelhas perdidas dentro da Missa? Para responder essa questão e atender ao pedido de Jesus de salvar a ovelha desgarrada, precisamos fazer outras perguntas: todas as pessoas na assembléia reunida estão realmente participando ou assistindo e cumprindo uma obrigação? Será que todas as pessoas que estão participando da Missa, estão vivendo realmente aquele momento? Pegando por modelo a celebração destinada à catequese, que normalmente é a Missa com um maior número de pessoas, percebemos que a assembléia reunida é constituída por um grupo diversificado. Temos pessoas que fazem parte da comunidade participando ativamente das celebrações semanais ao longo de muitos anos; pessoas que estão participando porque os filhos ou algum parente estão na catequese; e pessoas que estão cumprindo um ritual porque alguém da família participa e após a celebração vão se encontrar e por ai vai.

Podemos entender como ovelha desgarrada (perdida), aquela que no sentindo de uma caminhada de fé perdeu o rumo ou desviou-se do rumo. Assim, dentro desse conceito e das pessoas que fazem parte da assembléia reunida, é visível que em todas as celebrações temos ovelhas desgarradas. Sabemos também, que “é na liturgia que mais atinge, de modo direto e abrangente, a vida dos católicos”. Ou seja, é na celebração eucarística que temos a maior oportunidade de falar aos corações das pessoas e trazê-las de volta a uma caminhada de fé sólida.

Por que grande parte das crianças da Catequese quando recebem a Crisma, não participam mais das celebrações e junto com eles seus pais e parentes? De pronto, podemos responder, que este grupo faz parte dos que estão cumprindo um ritual e outros vieram porque é a primeira comunhão de algum parente, resumindo, se enquadram como ovelhas perdidas. Mas, que Deus colocou em nossas mãos para serem resgatadas. O problema é que nessas celebrações que se encontram um maior número de pessoas, aproveitamos para fazer tudo e mais um pouco, quando deveríamos fazer apenas o necessário e com amor. Para isso, precisamos estar preparados para atingir o coração daquelas ovelhas que estão desgarradas sem “enfeites”. Hoje, em todos os setores da sociedade, precisamos fazer bem o que temos por responsabilidade no menor tempo possível. “Ninguém tem tempo”, a não serem as pessoas que já estão aposentadas e uma minoria de outros grupos. Você acha que a ovelha desgarrada presta atenção em uma homília que ultrapassa 10 minutos ou que são direcionadas a quem nem faz parte da assembléia? Até eu que sou um católico atuante me canso! Imagine então, falar dos comentários lidos toda hora e de cantores que não sabem a hora de parar ou com cantos sem nenhuma animação!

A equipe responsável pela liturgia e o presidente da celebração devem voltar suas atenções na Missa para as 99 ovelhas ou para aquelas ovelhas que estão perdidas? Não sei a sua resposta, eu não tenho duvidas, estamos contribuindo muito com a evasão das pessoas das celebrações nos últimos 30 anos. Precisamos urgentemente acertar o foco. Ao falar às ovelhas perdidas, com certeza falaremos também, ao coração das 99 e as animaremos na caminhada de fé. Essa é a orientação de Jesus e ao cumpri – lá, o Espírito Santo agirá.

“Respondeu Jesus: Não são os que estão bem que precisam do médico, mas sim os doentes… Eu quero a misericórdia e não o sacrifício. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores”. (Mat 9,12-13)

Você Traz Uma Marca

Pe.Adriano

Pe.Adriano

Observe uma casa ou uma ponte em construção: existem muitas marcas.

São as marcas do engenheiro… do arquiteto… do mestre de obras…

O carro tem sua marca em alto relevo.

O chapéu tem sua marca.

A roupa é marcada.

 

Um papel… uma certidão… um documento…

Tudo deve ser selado… registrado… com firma reconhecida.

Sem isto, ninguém pode dar crédito a qualquer compra… venda… documento…

Cada objeto tem sua marca, com seu nome, com suas características próprias e inconfundíveis.

 

Você também tem sua característica inconfundível. Um selo próprio. Você também tem uma maneira de ser reconhecido.  Todos nós fomos marcados. A marca é sinal de propriedade, de posse. Temos a marca de Deus em nós. Temos o selo do amor de Deus gravado no nosso coração.

Somos reconhecidos como propriedade de Deus.  Deus nos comprou com o sangue de seu Filho. Um verdadeiro arquiteto, um engenheiro perfeito quis deixar seu nome em nós: Deus.

Somos construídos de amor, de ternura, de felicidade. Não trazemos letras ou nomes em nós. Trazemos a imagem do Criador.  Nosso modo de agir, nossa esperança e nossa fé confirmam que Deus é o engenheiro.

E somos mais perfeitos que uma construção, uma ponte, uma torre.  Em nós Deus colocou todo o seu carinho, consagrando-se com toda a sua arte a capacidade criadora.

Perdemos a marca de Deus quando o egoísmo, o orgulho nos enchem de vaidade, infidelidade, maldades, desumanidades. Perdemos a marca do verdadeiro engenheiro e construtor quando inventamos bombas atômicas para destruir o irmão. Quando somos hipócritas, disfarçados, invejosos, vingativos…

Perdemos o selo, a grande marca do amor de Deus quando somos levados pelas paixões, pela falta de respeito, pela falta de caridade.

Somente o amor nos identifica como pertencentes a Deus!

Nosso amor para com o próximo comprova que pertencemos a Deus!

 

P. Adriano  Cemin

Oração a Nossa Senhora Auxiliadora, Protetora do Lar.

Santíssima Virgem Maria a quem Deus constituiu Auxiliadora dos Cristãos,  nós vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa.

Dignai-vos mostrar aqui Vosso auxílio poderoso.

Preservai esta casa de todo perigo: do incêndio, da inundação, do raio, das tempestades,  dos ladrões, dos malfeitores, da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis.

Abençoai, protegei, defendei, guardai como coisa vossa as pessoas que vivem nesta casa.

Sobretudo concedei-lhes a graça mais importante, a de viverem sempre na amizade de Deus, evitando o pecado. Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus, e o amor que nutristes para com Vosso Filho Jesus e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na cruz.

Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por todos que moram nesta casa que Vos foi consagrada.

Amém.

Colaboração: Paulinho

A Missa e a Enculturação

Texto: Paulo Roberto Ragnini

15/05/2013

 O documento base (documento nº 1), sobre liturgia, o Sacrossantum Concilium diz “a liturgia consta de parte imutável, divinamente instituída, e de partes susceptíveis de mudança” (SC 21). Quando diz da possibilidade de mudança, aponta e estimula para a adaptação da enculturação. Mas, o que significa enculturação?

É visível e faz parte de nossas conversas, que ao longo dos tempos, a cultura tem sofrido um crescimento e proporcionou uma evolução cada vez mais rápida. Claro que toda a rapidez é relativa! Essa evolução cultural atinge um ritmo sem precedentes, algo que seria impensável sem a proximidade das populações e, por conseguinte, das suas culturas, pela tecnologia.

Cultura é algo que se aprende, a vida em comunidade permite uma exposição a um maior número de hábitos – “pois a cultura é cumulativa – e, por conseguinte, há maior possibilidade de evolução”. Diversas comunidades por sua vez, levam, a uma maior comunicação e trocas culturais. Certos hábitos podem ser esquecidos, sendo substituídos por outros pertencentes a outras culturas, ou então substituídos por simples evolução cultural. “Podemos dividir a dinâmica cultural em três fatores – enculturação, aculturação e desculturação – que pertencem a um processo único e dinâmico que acontece continuamente e ao mesmo tempo”.

A rápida troca de informações que permite o contato de culturas diferentes faz com que todas elas sofram uma aculturação. Ao adquirirem novos hábitos culturais as culturas vão ficando mais enriquecidas, mas elas também podem perder muitos traços culturais.

 

Enculturação

“É o processo através do qual uma pessoa aprende as exigências da cultura na qual ela está inserida, e adquire valores e comportamentos que são tidos como apropriados ou necessários naquela cultura, quer informal quer formalmente. Este processo acontece informalmente de um modo contínuo, seja consciente ou inconscientemente, pois processa-se essencialmente pela imitação e pelo envolvimento com grupos espontâneos e instituições sociais”. “Trata-se de um termo típico do linguajar religioso e de recente utilização no discurso missiológico (missões)” e é indispensável para um trabalho missionário eficiente que se centra na verdadeira enculturação de Jesus e da sua mensagem.  Atividade Missionária, não se limita ao cristianismo, mas a todas as religiões estruturadas em igrejas, e que têm como objetivo mudar outras culturas nas suas vertentes religiosas, podendo incluir outros elementos culturais contrários aos seus princípios religiosos. Os missionários atuam diretamente sobre as pessoas, a título individual, e indiretamente sobre as instituições.

A cultura influencia o homem num processo contínuo de enculturação e de aculturação.

 

Aculturação

“O processo de aculturação acompanha e pode até sobrepor à enculturação”. São processos muito semelhantes, mas enquanto a enculturação é a aquisição de cultura por um membro dessa mesma cultura, a aculturação é a aquisição de elementos culturais de culturas externas.

 

Concluindo, enculturação em nossas celebrações é entender as exigências da realidade local (onde estamos inseridos) e adotar uma linguagem e postura atualizada, possibilitando e estimulando a comunidade paroquial. Porém, tomando o cuidado para não cair no relativismo, que é uma doutrina que prega que algo é relativo, o contrário de uma verdade absoluta. O papa emérito Bento XVI propõe que para combater o relativismo é necessária uma fé adulta, madura, “firmemente enraizada na amizade com Cristo”. Com a ação do Espírito Santo em nossas vidas, poderemos fazer a enculturação necessária em nossa comunidade, que é o pedido e a prática da própria Igreja.

Entre as várias afirmações apresentadas pela Igreja recentemente e pelas entrevistas de nossos cardeais, às vésperas da eleição do novo Papa, é consenso que a Igreja precisa de uma linguagem (uma forma de comunicação) mais atualizada, de uma nova metodologia. A linguagem de 30 anos atrás não atende as necessidades de hoje. Precisamos nos preparar, ou melhor, estarmos preparados para adotar uma nova linguagem (postura) no menor espaço de tempo. Será que o que serve para hoje, servirá para daqui a 10 anos? Assim como a linguagem de 20 anos atrás já não serve para nós hoje. O que não significa mudar as verdades ensinadas por Jesus e pela tradição da Igreja. Precisamos adotar uma postura de acordo com esta mudança de época. Isso é enculturação.

A Fé é Uma Virtude Teologal


Grupo de Oração Nossa Senhora Auxiliadora

15/05/2013

A fé é uma energia no espírito e uma iluminação no psíquico, pelas quais nos é dada a capacidade de crer em Jesus Cristo, e por crermos com toda segurança em Jesus, cremos e aceitamos como verdadeiras todas as revelações que ele nos fez e faz.

A fé, juntamente com a esperança e a caridade, forma o conjunto das chamadas virtudes teologais. Chamam-se teologais porque se referem diretamente ao relacionamento do ser humano com Deus. Pela fé, cremos em Deus. Pela esperança, esperamos o cumprimento das promessas divinas a respeito da vida eterna. Pela caridade, somos amados e amamos a Deus e a tudo o que pertence a Deus, principalmente os irmãos.

Pela fé teologal cremos que Deus Pai nos criou; nos adotou como filhos e filhas; tem um plano de amor eterno para cada um de nós; nos ama como a filhos únicos; tem um amor gratuito e incondicional para conosco; nos criou para uma vida eterna, junto dele, nos céus, para vivermos a felicidade que jamais terá fim.

Pela fé teologal cremos em Jesus Cristo, como Deus e Filho Unigênito de Deus Pai, que é a Palavra eterna do Pai que criou todas as coisas; que se encarnou no seio da Virgem Mãe, viveu conosco por 33 anos, nos revelou os segredos que estavam escondidos nos céus, morreu e ressuscitou para a nossa salvação, voltou para os céus, mas continua conosco na Eucaristia, na Sua palavra e na comunidade dos irmãos.

Pela fé teologal, cremos no Divino Espírito Santo, que é Deus como o Pai e o Filho, que forma com eles a Trindade Santa, que desceu sobre Jesus e sobre a Igreja, da qual Ele é a alma vivificante; que ele mora em nossos corações e veio habitar em nós para nos santificar.

Neste Ano da Fé, queremos aprofundar essa fé teologal a fim de podermos viver muito melhor a nossa vida cristã em comunhão com a Trindade.

Texto com base no artigo do Pe. Alírio J. Pedrini, scj, editado por Paulo Roberto Ragnini

 

O Grupo de Oração se reúne todas às quartas-feiras (20:00horas) na sala de reuniões da Paróquia.

Coordenação do Grupo de Oração Nossa Senhora Auxiliadora.

Mês Mariano

                                                                      P. Adriano Cemin

O mês de maio é um mês especial!

Mês de Nossa Senhora!

Mês das noivas! 

Mês das mães!

 

O mês de maio é esperado e preparado por ser o mês de Nossa Senhora.

Dom Bosco aprendeu com Mamãe Margarida a confiar em Nossa Senhora.

E Dom Bosco e, nós Salesianos, a invocamos com o título de Nossa Senhora  Auxiliadora.

Ele afirma: “ Foi Ela quem tudo fez”!

No desafios encontramos  nos caminhos da vida sentimos a presença

da Mãe…

da Mestra…

e da Auxiliadora.

É a Mãe sempre ao nosso lado!

É a Mestra mostrando o caminho!

É a auxiliadora nos incentivando!

Nossa Auxiliadora, rogai por nós hoje e sempre. Amém!

 

Segundo domingo de maio: dia das Mães!

Uma criatura que, antes do nosso nascimento, conversava conosco.

Éramos um pequeno sonho!

O amor  de mãe faz com que os filhos

             nasçam…

             vivam…

             cantem…

             e sorriam, mesmo sendo ainda um sonho.

Éramos crianças pequenas, risonhas e meigas  e mamãe escutava nosso primeiro choro.

Mamãe nos amava mesmo antes do nascimento.

Embora pequenos, já éramos alguém  no amor e na esperança de mamãe.

 

Conversamos, sonhamos, estudamos porque você deu tudo a nós.

Somos parte de sua carne, isto nos gloria e  nos eleva.

Somos fortes porque você viveu  por nós.

 

Obrigado por aqueles apertos de mão!

Obrigado por aqueles beijos!

Obrigado  por aqueles abraços!

E se você já partiu, peço a Deus que a conserve  sempre risonha, meiga e alegre…

como foi aqui na terra. 

Não perca, mamãe, a simplicidade  e a paz com as quais  você  nos revestiu  aqui na terra.

Mamãe, seja sempre a minha mamãe.  Amém! 

“Diga aos membros da Renovação Carismática que eu os amo muito”

(30/04/13)

Dom Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, presidiu ontem a missa que encerrou o segundo dia da 36ª Assembleia Nacional italiana da Renovação Carismática, em Rimini.

Antes da missa, Fisichella transmitiu uma mensagem inesperada, que, literalmente, fez explodir de alegria os quinze mil presentes. Após o sinal da cruz, ele dirigiu a todos a saudação afetuosa do papa Francisco. “Antes de começar esta celebração, eu trago a vocês uma saudação. Esta manhã, antes de sair, eu encontrei o papa Francisco e lhe disse: Santo Padre, vou a Rimini, onde estão reunidos milhares e milhares de fiéis da Renovação Carismática, homens, mulheres, jovens. O papa, com um grande sorriso, me disse: Diga a eles que eu os amo muito. E como se não bastasse, antes de se despedir ele acrescentou: Escute, diga a eles que eu os amo muito porque na Argentina eu era o responsável. E por isso eu os amo muito”.

Em sua homilia, Fisichella dedicou palavras de afeto aos participantes do grande encontro, agradecendo-lhes “pela grande obra de nova evangelização que já estão realizando há um longo tempo”, mas que “se abre diante do esforço de todos através do Plano Nacional para a Nova Evangelização, que passa a ser a bússola para trabalhar e agir no coração da Igreja”.

Em sua pregação breve e concreta, Dom Rino focou em seguida no “trabalho” da nova evangelização e na figura de Jesus como “o mestre que nos acompanha e que não nos abandona, num mundo em que tantas vezes o cristão tem que andar na contramão”.

Ele também lembrou que Jesus é a “revelação que indica o caminho que Deus sempre planejou para nós”. E acrescentou: A pergunta de Tomás é a nossa pergunta: Senhor, Tu és o caminho, mas como podemos conhecê-lo?”.

“O segredo da nossa existência, a realização plena da felicidade, vem quando aceitamos o plano de Deus para nós e o colocamos em prática. Mas nem sempre o que o coração entende chega a uma realização plena e concreta”.

Uma “realização”, enfatizou o bispo, que só se encontra em Cristo, que nunca nos deixa sozinhos: “Ele é a via para sabermos quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Ele nos mostra o objetivo”. A nova evangelização, portanto, “nos chama a fazer da fé a nossa certeza, a construir a vida em Jesus Cristo”.

O testemunho, por isso, disse o presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, “não pode negligenciar a proclamação da esperança da ressurreição, que contrasta com a tendência da cultura da morte, na qual a falta de Deus remove toda perspectiva e direção futura. Temos que nos tornar peregrinos: o objetivo é Ele, Jesus. É com este objetivo que temos que nos reunir”.

Tempo Pascal: O que é? Quanto tempo dura? Por quê?

Para nós cristãos, o objetivo da Páscoa é celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.

          O primeiro registro da celebração da Páscoa está em conexão com a visita de Policarpo (bispo de Esmirna) a Aniceto (o bispo de Roma), em 154, a fim de chegarem a um acordo sobre o tempo da Páscoa. Policarpo representava o costume mais antigo de observá-la com uma vigília, terminando com a Santa Ceia, durante a noite do 14º dia do mês de nisã (calendário judaico), como a Páscoa judaica, independentemente do dia da semana. Aniceto representava o costume romano de celebrar a Páscoa no domingo. Eles não chegaram a um acordo e continuaram cada um com sua prática. O problema se tornou tão grave que foram realizadas reuniões por volta do ano 190, e decidiram que a Páscoa seria comemorada sempre no domingo. Em 314, o Concílio de Arles sugeriu que o Bispo de Roma indicasse a data anual da festa para todas as igrejas. Mas foi no Concílio de Nicéia (325) que se estabeleceu uma data única para a festa da Páscoa. As demais práticas foram desaparecendo e a legislação civil contribuiu para isso.

          Hoje, nós celebramos a Páscoa durante 50 dias, iniciando no Domingo da Ressurreição e finalizando no domingo anterior ao Dia de Pentecostes (50 dias após a Páscoa). A primeira semana da Páscoa é chamada de oitava da Páscoa e é celebrada como uma única grande celebração. Os domingos do Tempo Pascoal são chamados Domingos da Páscoa e não mais Domingos depois da Páscoa. Esse Tempo é o mais importante do Ano Litúrgico e todo o calendário cristão gira em torno da Páscoa.

          Mas a celebração da Páscoa não se esgota no tempo pascal. Páscoa é um novo dia que ainda dura. No evangelho (Lucas, 24), o dia da Páscoa é o mais longo do ano. É um dia que não termina. É a uma história que não termina. Após a Ascensão de Jesus, sempre no mesmo dia, os discípulos voltaram ao templo para bendizer a Deus (Lc 24,52-53). O que Lucas quer que compreendamos é que a Páscoa é uma nova aventura, um novo dia para a Igreja, que é sinal da presença do Ressuscitado através dos seus discípulos, os cristãos de todos os tempos. Essa aventura não termina; ela continua na Igreja de hoje. É um dia novo que dura… Nós estamos sempre no domingo de Páscoa! E todos os domingos são uma celebração da Páscoa de Cristo.

 
(Com base no texto do Pe. Francisco Sehnem, csj)