Natal é Cristo que Nasce!

presepio1Presépio SC

Olhando o Presépio da nossa paróquia, que nesta semana já está muito mais bonito comecei a refletir sobre o Natal, nessa época sentimos uma diferença do restante do ano, parece que as pessoas se  transformam. Vemos  pessoas mais alegres e simpáticas e um clima de amor e união tomam conta da gente e invadem as ruas, além daquele ”espírito” solidário  que desperta no povo, é tempo de sair distribuindo presentes aos mais necessitados, porém antes desta alegria natalina o Natal, antecedido do Advento deveria ser um tempo de reflexão e esperança.  Uma boa época para analisar como foi o seu ano. Identificar o que foi bom e ainda aqueles pontos não tão bons. E como fazer para melhorar. Não pensar apenas superficialmente em como melhorar  a nossa vida profissional ou financeira, precisamos pensar em como melhorar como pessoas e como melhorar a vida das pessoas, em nossa família, no nosso bairro, cidade e aos poucos ir transformando o mundo, através de pequenas e contínuas ações, alguém já pensou no motivo de fazer uma doação para alguém “carente” todo final de ano e no restante do ano nem chegar perto do seu vizinho para dizer bom dia? Na sociedade atual em que vivemos, sempre haverá os que possuem muito, e aqueles que nunca comeram um panetone na vida. Será que é só no Natal que devemos ajudar quem precisa? E será que sabemos o que é o Natal? E Quando Ele acontece? Natal é a data que lembramos o Nascimento de Cristo e como diz aquela conhecida música natalina: “Natal é vida que nasce, Natal é Cristo que vem”, para os Cristãos o Natal não deve ser uma data fixa no calendário, como se fosse mais um feriado ou dia de Festa, é muito bom comemorar este dia, porém devemos lembrar que não é somente nessa época que devemos ajudar quem precisa, e não digo ajudar apenas no sentido financeiro, contudo também devemos ajudar as pessoas a manter o difícil equilíbrio entre o emocional,  o racional e o espiritual e durante todos os dias do ano, pois assim estaremos lembrando o Natal, a esperança em Cristo, essa necessidade de ajudar as pessoas é constante, pois vemos pessoas sofrendo em tantas situações distintas, mas nem sempre é fácil aproximar-se, nem todos tem essa facilidade também, o que fazer então? Um Bom começo é uma boa meditação do que nós fizemos neste ano para ajudar a melhorar o mundo e em seguida alguns instantes de oração pelo que não fizemos ou não pudemos fazer. E assim tal qual o Presépio da nossa igreja que está em “construção” até o Natal também nós iremos construindo um Natal verdadeiro, estaremos caminhando ao  encontro  do verdadeiro Rei, Jesus Cristo, e ele nos espera certamente com um sorriso alegre.

Luiz Henrique I. Santos

Desafios Natalinos

coroa do advento

Propusemos nas Missas da Festa de Cristo Rei três convite / desafios para a comunidade:

– Trazer enfeites para a árvore de Natal Comunitária. O enfeite deve simbolizar a família / pessoa e ter significado. Por exemplo: foto da família; uma prece de agradecimento ou um pedido; um laço de fita simbolizando os laços de amor que unem os membros, etc.

– Participar da Novena do Natal

– Preparar uma Coroa do Advento nas casas, acendendo uma vela a cada domingo, fazendo oração em família.

 

Para auxiliar nesta última tarefa, apresentamos um resumo sobre a Coroa do Advento e uma sugestão de oração em família.

A Coroa do Advento é um símbolo do Natal!

A palavra Advento vem do latim ADVENTU, que significa o que há de vir, chegada, e é o período das quatro semanas antes do Natal, em que nós nos preparamos para o nascimento do Menino Jesus.

Enfeitamos a Igreja e nossas casas com a Coroa do Advento. É um círculo de folhagens verdes. Sua forma simboliza a eternidade e dá uma ideia de “elo”, de união entre Deus e as pessoas, como uma grande “Aliança”. A cor verde é sinal de esperança e vida. Enfeitamos com uma fita vermelha que simboliza o amor de Deus por nós ao enviar seu Filho como um presente para a humanidade…

O comércio já adotou a coroa do Advento como enfeite natalino. Precisamos nos lembrar que Natal só é Natal com Jesus, nosso grande presente!

Na Coroa colocamos quatro velas, as quais representam as quatro semanas do advento. Podem ser três velas roxas e uma rosa, ou uma de cada cor: verde, branca, rosa e vermelha. A vela rosa, como sinal de alegria pelo próximo nascimento de Jesus, chamado de Domingo “Gaudete” (Alegrai-vos), é acesa no III Domingo.

No início, vemos nossa coroa sem luz e sem brilho. Ao acendermos uma vela por domingo, vamos dissipando toda escuridão, trazendo aos nossos corações a reconciliação tão esperada, com a chegada em nosso meio do Senhor Jesus, luz do mundo.

Propomos a seguinte oração para ser realizada a cada domingo em família.

 I Domingo – 01/12/2013 – Vela da Esperança (verde): a promessa da vinda do Salvador.

Oração Inicial: Senhor Jesus celebrar o teu Natal é fazer da minha vida, da minha casa um lugar de eternidade e salvação. Que a Tua luz brilhe em cada coração. Acendendo cada vela desta coroa do Advento queremos acender a esperança, o amor, a fraternidade e a Salvação que é o grande presente que queremos dar a todos que amamos através do menino Jesus que vai nascer em nossa família.

Todos: A Coroa do Advento nos recorda o significado deste sagrado tempo que estamos iniciando. Tempo de preparação para o Natal, festa da luz e da vida, quando veio ao nosso mundo o Cristo, Sol que não tem ocaso.

Esta luz vem chegando aos poucos: primeiro, na promessa do Salvador, depois, no anúncio dos profetas, na escolha da Virgem Maria e, finalmente, no nascimento do Cristo Senhor, Deus-Conosco, Emanuel.

Vamos acender a primeira vela. É a luz de Cristo que já começa a despontar; que ela brilhe em nosso coração!

V. O nosso auxílio está no nome do Senhor. R. Que fez o céu e a terra.

Leitor: Oremos: Senhor nosso Deus, sois o doador de toda bênção e a fonte de todo dom perfeito. Permita que esta Coroa em honra do Advento do Cristo, vosso Filho, nos acompanhe e ilumine e dai-nos esperar solícitos a sua vinda. Que ele, ao chegar, nos encontre vigilantes na oração e proclamando o seu louvor. Pelo mesmo Cristo, nosso Senhor.

Enquanto se acende a vela: “Bendito sejais, Deus da Esperança, pela luz de Cristo, Sol de nossa vida, a quem esperamos com toda a ternura do coração.”

Pai Nosso, Ave-Maria, Glória

II Domingo – 08/12/2013 – Vela da Paz (branca): na esperança de salvação anunciada pelos profetas.

Oração Inicial: “Senhor Jesus….

Todos: Eis que vem o Desejado das Nações, e toda a terra se encherá de sua luz! Mais uma vela brilhará hoje em nossa Coroa. Aproxima-se mais o Natal, celebração do nascimento do Cristo, luz do alto, o Sol nascente que nos vem visitar. Preparemos os nossos caminhos!

Leitor: Oremos: Ó Deus onipotente, ao acendermos mais esta vela em honra do Advento do vosso Cristo, dai ao vosso povo esperar vigilante a sua chegada, para que, instruídos pelo próprio Salvador, corramos ao seu encontro com nossas lâmpadas acesas. Por Cristo, nosso Senhor.

Enquanto se acende a vela: “Bendito sejais, Deus da Paz, pela luz de Cristo, sol de nossa vida, a quem esperamos com toda a ternura do coração.”

Pai Nosso, Ave-Maria, Glória

III Domingo – 15/12/2013 – Vela da Alegria (rosa): o tempo da promessa está se cumprindo em Maria.

Oração Inicial: “Senhor Jesus….

Todos: Acendendo mais uma vela da nossa Coroa, reconhecemos que o Senhor está mais próximo de nós. Recordemos que a luz destas velas deve afugentar as trevas do pecado em nossas vidas e conduzir-nos a uma conversão total. Assim, estaremos prontos para celebrar o nascimento d’Aquele que é luz para iluminar as nações e guia de nossos passos no caminho da paz.

Leitor: Oremos: Ao acendermos esta vela, concedei-nos, ó Deus todo-poderoso, que desponte em nossos corações o esplendor da vossa Glória, para que, vencidas as trevas do pecado, a vinda do vosso Unigênito revele que somos filhos da luz. Por Cristo, nosso Senhor.

Enquanto se acende a vela: “Bendito sejais, Deus da Alegria, pela luz de Cristo, sol de nossa vida, a quem esperamos com toda a ternura do coração.”

Pai Nosso, Ave-Maria, Glória

IV Domingo – 22/12/2013 – Vela do Amor (vermelha): fé em Jesus Cristo, luz que ilumina todos nós.

Oração Inicial: “Senhor Jesus….

Todos: Acenderemos a última vela da Coroa do Advento e toda a Coroa será iluminada! O Senhor agora está mais próximo.

O Senhor Jesus vem ao nosso encontro. Mas ele não vem sozinho: é nos braços da Virgem Mãe que iremos encontrá-lo. Olhemos para ela e saberemos como se cumpre a vontade do Pai, como se recebe Cristo Jesus e como poderemos colocar nossa vida a serviço dos irmãos! Celebremos com alegria o Natal próximo, recordando as palavras do Apóstolo: “Aproximai-vos do Senhor e sereis iluminados e não haverá sombra em vossas faces!”

Leitor: Oremos: Acendendo esta vela, nós vos pedimos, ó Deus, que a luz da vossa graça sempre nos preceda e acompanhe para que, esperando ansiosamente a vinda d’Aquele que a Virgem concebeu, possamos obter a vossa ajuda nesta vida e na outra. Por Cristo, nosso Senhor.

Enquanto se acende a vela: “ Bendito sejais, Deus do Amor, pela luz de Cristo, sol de nossa vida, a quem esperamos com toda a ternura do coração.”

Pai Nosso, Ave-Maria, Glória

Fontes de pesquisa: www.catequisar.com.br / www.acidigital.com / http://www.franciscanos.org.br/

Texto enviado por: Edna Matilde

Mensagem para o Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas

Saúdo todos os leigos e leigas do Brasil pelo seu dia na festa de Cristo Rei!

Viva Cristo Rei!

Todas as criaturas necessitam de um ambiente saudável para nascer, crescer e viver em paz. É preciso construir a casa para que se possa viver com dignidade como pessoa humana, desde o momento em que tem início a existência, pois, já carrega a imagem de Cristo.

Jesus Cristo é proclamado Rei do Universo no último domingo litúrgico do ano. Ele tem um Reino para nós. Pela graça do Batismo, somos filiados à Igreja.  Como mãe, a Igreja oferece as condições espirituais e humanas para que a vida seja de fato vista como dom e riqueza imensurável. Portanto, cada criatura humana carrega dentro de si o grande sinal de Deus Uno e Trino. A festa de Cristo Rei é para todos os batizados. Lembramos nesse dia especialmente os leigos e leigas.

A Comissão Episcopal de Pastoral para o Laicato, ao saudar os leigos e leigas, convoca-os para trabalhar na messe do Senhor e construir o Reino de paz e de justiça. O nosso espaço, o lugar onde vivemos, deve se tornar um sinal do Reino definitivo anunciado por Jesus Cristo. Por isso, são chamados para contribuir na evangelização. Saudamos e cumprimentamos os milhões de leigos e leigas que se dedicam à evangelização; são infinitamente a maioria absoluta que anunciam o Cristo Rei através da catequese, da liturgia, da coordenação de grupos, das pastorais, dos movimentos, associações, novas comunidades, CEBs, dos conselhos de leigos e da presença nos diferentes espaços da sociedade como na cultura, na economia, no mundo do trabalho,  nas artes, na família, na política, na vida profissional, na educação, nos meios de comunicação,  dentre outros.  Reconhecemos que a maioria dos agentes de evangelização são as mulheres.

O trabalho humilde, simples, cotidiano, constante, sereno, fecundo das mulheres é a beleza gigantesca no anúncio do Reino de Deus. Que os homens também se sintam participantes nessa tarefa divina e santa, pois temos tantos homens espalhados pelo mundo afora se dedicando no anúncio do Evangelho e sua justiça. Que na festa de Cristo Rei, dia do leigo, saibamos valorizar todos os que são partícipes da gloriosa vinda de Cristo e com Ele, possamos construir o Reino definitivo.

No ano de 2014, teremos muitas oportunidades para aprofundar a reflexão sobre a missão e o ministério dos leigos. Está na hora de somarmos forças para equilibrar as relações no mundo todo, que nenhum filho de Deus, passe fome, se perca no crime e seja recolhido em prisões, mas que tenha saúde, educação, espaço para o lazer, trabalho digno, moradia; esse é o Reino que ainda deve ser construído, e a força do Evangelho nos proporciona e nos condiciona para tanto. Como afirma do Documento de Aparecida os leigos e leigas são chamados a ser construtores do Reino.  É uma questão de decisão, de participação e de iniciativa criativa e inspirada pela força de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Que a fé, aumentada e professada neste Ano da Fé, seja a força motora em cada cristão para ser instrumento de paz em toda parte.

Que o modelo de vida de família, testemunhada por Jesus, Maria e José, encoraje os leigos e leigas para serem discípulos missionários do Reino de Deus.

Fraternalmente,

Dom Frei Severino Clasen – Bispo de Caçador – SC

Presidente da Comissão Episcopal para o Laicato

Colaboração: Nelson Nadalin

Encerramento do Ano da Fé.

Portas abertas para a fé

Pe. João Batista Libanio, SJ
“O Ano da fé” que se iniciou a 11 de outubro de 2012 encontra seu término neste domingo ( 24/11), na Festa de Cristo Rei. Quis celebrar, com empenho pessoal de cada cristão, os 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II e os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica em ligação com o Sínodo da Nova Evangelização.
A Carta Apostólica de Bento XVI Porta fidei – Porta da fé – usa o símbolo da porta por onde se adentra na fé. A reflexão permite-nos dupla consideração. O Papa apontou duas portas de entrada: para Deus e para a vida comunitária na Igreja. Avançando na reflexão, cabe outra pergunta: que portas nos abrem para a fé? Mudamos a preposição “de” pela “para”.
Deus assume o papel de abrir-nos a porta do coração para a fé. Deus age fundamentalmente de duas maneiras. Extremamente misterioso atua pessoalmente na nossa vida. Sabemos que o faz, mas temos dificuldade de pontuar-lhe a ação. Os místicos o experimentam com evidência. Mais comumente o vivenciamos nas experiências humanas.
A primeira se implanta no nosso interior. A teologia clássica usa a belíssima expressão: Deus, a Verdade primeira, o Amor fundamental nos atrai para ele. Ao deixar-nos ser atraídos, mergulhamos no mundo da fé.
Outros debruçam-se sobre estudos, reflexões e a inteligência esbarra, em dado momento, com a pergunta sobre Deus. A inteligência abre a porta para que toda a pessoa entre no mistério de Deus e afirme sua existência, acolhendo-a, não sem a graça do mesmo Deus.
Não faltam aqueles que se aproximam da fé pela vivência numa comunidade. Lá sentem a interpelação de Deus. Repetem a experiência de pagãos do início do cristianismo que exclamavam: vejam como eles se amam! Não faltaram os que se acercaram da fé cristã pela via do testemunho de comunidade.
Hoje bate forte nas portas de todos a ventania das espiritualidades, as mais diversas. Tocados, até mesmo por sussurros superficiais, midiáticos, de repente, perguntam se por trás não existe algo de mais profundo. E assim as pessoas se percebem às portas da fé que se lhes abrem.
Outros deparam com impressionantes testemunhos de fé, como o de Teresa de Calcutá. Suspeitam que algo deva existir nessas pessoas que as mova a tal vida. E tentam inteirar-se e aí eis que lhes surge a porta da fé.
Ultimamente, a ecologia tem despertado sentimentos religiosos. E a experiência da beleza da natureza e da necessidade de conservá-la tem provocado em pessoas profundas a descoberta do Deus criador e providente.  No meio simplesmente outras portas. Está aí a práxis de cristãos comprometidos com a justiça. A experiência escatológica da presença, já agora de realidade anunciada em plenitude para amanhã, mexe com os corações não satisfeitos com o presentismo pós-moderno. E a beleza? Quantos a contemplam e chegam até à beleza infinita de Deus! Não faltam os que, pelo contrário, ao experimentarem alguma catástrofe, sofrimento grave, perda dolorosa, despertam para a Transcendência e vislumbram a porta da fé.
Enfim, Deus com infinito amor e sabedoria providencia para seus filhos situações e experiências que os acordem para a fé. Elas se transformam em verdadeiras “portae fidei”. Que o término do Ano da Fé não feche nenhuma porta da fé, mas as deixe todas abertas.
Colaboração: Nelson Nadalin

As Dimensões do Dízimo

Pelo Batismo nos tornamos filhos adotivos de Deus e membros de sua Igreja. Assumimos desde então o compromisso de fidelidade a Deus e o dever de prestar-lhe um culto de louvor, estabelecendo-se a dimensão religiosa do nosso ser cristão. Esse mesmo compromisso de fidelidade a Deus exige de nós o cuidado para com o nosso próximo pois não é possível amar a Deus a quem não se vê se não amamos ao nosso próximo a quem vemos. É a dimensão fraterna ou social do ser cristão. Ainda pelo mesmo compromisso de fidelidade a Deus somos convocados a proclamar o Evangelho a todos os povos, na dimensão missionária de todo batizado.Como podemos perceber, toda a ação pastoral da Igreja está envolvida com estas dimensões. Seja a catequese, a liturgia, os cuidados com os doentes, os jovens, os idosos, etc. Assim, a catequese da primeira eucaristia, por exemplo, procura preparar os catecúmenos para a recepção da primeira comunhão e de todas as outras que hão de vir. Mas a comunhão só é possível quando acontece com Deus e com o próximo e quando dá sentido à missão de evangelizar que compete a todo batizado.Assim, também o dízimo que é a retribuição a Deus de uma parte de tudo o que Ele nos dá, contempla essas 3 dimensões quando aplica os recursos partilhados pela comunidade. Na dimensão religiosa, o dízimo deve suprir com recursos, todas as necessidades direta ou indiretamente ligadas ao culto e aos seus ministros. Gastos com o templo – construção e manutenção, congruas e salário dos funcionários, encargos, energia elétrica, água, telefone, impressos, paramentos litúrgicos, velas, vinho, hóstias, equipamentos de som e audiovisuais, etc. Na dimensão social o dízimo deve suprir as necessidades dos irmãos mais necessitados da comunidade, atendidos pelas pastorais sociais. Mas também é importante que nossas pastorais sociais superem o mero assistencialismo e busquem a promoção do ser humano, a conscientização dos direitos e deveres de todos, sem deixar de exercer a misericórdia, a justiça e a compaixão, em vista de resgatar a dignidade dos irmãos assistidos. Na dimensão missionária, o dízimo deve sustentar financeiramente as ações de evangelização da comunidade exercidas fora do território da paróquia. Ajuda à Cúria, ao Seminário e às missões de um modo geral.

Texto enviado por: José Luiz /Pastoral do Dízimo

 

Outubro – Mês Missionário

missaoUma vez, ao chegar próximo de uma árvore frutífera, avistei uma única fruta, bem no alto do pé. Fiquei planejando como poderia colher aquela fruta. Se tentar derrubar com pedras quebraria-a e a estragaria. Se derrubasse com uma vara comprida ela poderia ficar no interior da árvore, presa entre os espinhos. Se tentasse subir para apanhá-la, poderia então me machucar. Entendi que precisava planejar a melhor estratégia para poder usufruir do sabor da fruta sem danificá-la e também sem me machucar.

Escrevo isto para introduzir a reflexão sobre o mês de outubro, mês missionário. Muitas vezes a nossa vontade é de quando chegar o mês missionário nos embrenharmos na missão, justamente porque a primeira impressão é de que o mundo precisa. Mas o mundo é igual a uma árvore, ao mesmo tempo em que tem frutos, tem também espinhos. Se nos embrenharmos com muita pressa para chegar ao fruto vamos sem dúvida nos machucar e nem perto vamos chegar.

Este mês, deve ser um mês motivador para que assumamos o nosso papel de cristão missionário, seja na nossa família, comunidade e ou sociedade. Porém, este mês não deve ser somente de ação, deve ser também de reflexão. Pois, para sermos missionários não precisamos percorrer grandes distâncias. Ser missionário é fazer a difícil viagem de sair de si, e ir ao encontro do outro, do novo, do diferente como em busca da fruta saborosa. É preciso pensar, planejar, ver a maneira de agir sem que os frutos sejam estragados ou que sejamos machucados pelos espinhos. E isso exige de nós uma abertura pessoal e comunitária para responder aos desafios de ser missionário.

Assumir os desafios e o compromisso de ser missionário é ter a missão não somente de levar algo, mas também de descobrir. Não somente de dar, mas receber. Não somente conquistar, mas partilhar e buscar juntos sempre a verdade em Cristo através de nossos gestos, atitudes e atos. A missão nos permite criar novos laços, novas relações, um novo jeito de olhar a vida, um novo jeito de ser igreja.

Ser missionário é um compromisso de toda a comunidade que vive e transmite a sua fé. “Nenhuma comunidade cristã é fiel à sua vocação se não é missionária”.

“Ao irem pelo mundo, não discutam, nem porfiem com palavras, nem façam juízo de outrem, mas sejam mansos, pacíficos, modestos, afáveis e humildes, tratando a todos honestamente, como convém” (S. Francisco).

Pe Jalmir – Missionário do Sagrado Coração em Cuiabá no Mato Grosso.

Recadinho do Pároco: Dízimo

PadrianoDesde toda a eternidade existíamos na mente de Deus: amados e queridos por Deus!

Um dia na História fomos criados por amor… com amor… e para o amor…

Somos um gesto do amor de Deus.

Deus criou um mundo maravilhoso e o colocou à nossa disposição.

Diariamente somos brindados por Deus com muitas coisas bonitas.

Um dia fomos batizados: tornamo-nos filhos de Deus.

Com o Batismo começamos a ser Igreja: somos a Igreja viva!

A Igreja é formada pelos batizados que vivem a fé.

 

Como Igreja não somos um clube de sócios.

Formamos uma Comunidade.

Aos domingos nos reunimos para celebrar a vida.

Para que aconteça a celebração precisamos de ambiente, objetos e serviços.

Para manter a Comunidade Paroquial há custos.

E para cobrir as despesas temos o DÍZIMO.

Sem o Dízimo a Comunidade Paroquial não consegue atender as necessidades.

Com o Dízimo construímos uma Comunidade justa, fraterna e solidária.

 

DÍZIMO é uma contribuição generosa.

É uma contribuição assumida como compromisso com Deus e com a Comunidade.

Tem como finalidade a evangelização.

 

Dízimo é um gesto de gratidão pelo muito que recebemos de Deus.

Dízimo é um gesto de generosidade.

É uma contribuição para manter a Comunidade Paroquial.

O Dízimo nasce de um coração agradecido.

 

Quando contribuímos com o Dízimo há condições de caminhar na fé.

Teremos um ambiente adequado e o necessário para a celebração.

É bom lembrar que tudo custa: água, luz, telefone, salários, material de expediente…

Com o Dízimo podemos atender a catequese, encontros, retiros, formação, atendimento aos carentes.

Sem o Dízimo não conseguimos manter a Comunidade Paroquial viva.

O Dízimo ajuda a cumprir nossa missão de evangelizar e educar.

Quem contribui com o Dízimo torna-se missionário evangelizador.

 

A Comunidade Paroquial precisa de sua vida, de suas qualidades, do seu tempo e de sua colaboração.

A Comunidade Paroquial precisa de você e do seu Dízimo.

Você pode tornar a Comunidade melhor, mais bonita e mais dinâmica.

 

P. Adriano Cemin

O que diz a Bíblia a respeito do dízimo?

Dizimo
A questão do dízimo gera dificuldade e resistência em muitos cristãos. Em muitas igrejas, o dízimo recebe excessiva ênfase. Ao mesmo tempo, muitos cristãos não se submetem à exortação bíblica em ofertar ao Senhor. O dízimo e as ofertas deveriam ser uma alegria, uma bênção. Mas raramente é o que acontece nas igrejas hoje, infelizmente.

Dar o dízimo é um conceito do Velho Testamento. O dízimo era exigido pela lei na qual todos os israelitas deveriam dar ao Tabernáculo/Templo 10% de todo o fruto de seu trabalho e de tudo o que criassem (Levítico 27:30; Números 18:26; Deuteronômio 14:22; II Crônicas 31:5; Malaquias 3:8-10). Alguns entendem o dízimo no Velho Testamento como um método de taxação destinado a prover pelas necessidades dos sacerdotes e Levitas do sistema sacrificial. O Novo Testamento, em nenhum lugar ordena, e nem mesmo recomenda que os cristãos se submetam a um sistema legalista de dizimar. Paulo afirma que os crentes devem separar uma parte de seus ganhos para sustentar a igreja (I Coríntios 16:1-2).

O Novo Testamento, em lugar algum, determina certa porcentagem de ganhos que deva ser separada, mas apenas diz “conforme a sua prosperidade” (I Coríntios 16:2). A igreja cristã basicamente tomou esta proporção (10%) do dízimo do Velho Testamento e a incorporou como um “mínimo recomendado” para o ofertar cristão. Entretanto, os cristãos não deveriam se sentir obrigados a se prender sempre à quantia de 10%. Deveriam sim dar de acordo com suas possibilidades, “conforme sua prosperidade”. Às vezes, isto significa dar mais do que 10%, às vezes, dar menos que 10%. Tudo depende das possibilidades do cristão e das necessidades da igreja. Cada cristão deve cuidadosamente orar e buscar a sabedoria vinda de Deus no tocante a sua participação com o dízimo e/ou a quanto deve dar (Tiago 1:5). “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Coríntios 9:7).

A Fé e as Obras

A fé é um dom divino e sem a graça de Deus não pode ser adquirida.

Não se pode separar a fé das obras ou as obras da fé. Elas são causa e conseqüência. A fé é dada por Deus a fim de produzirmos as obras sobrenaturais. Se a fé não produz obras de vida cristã, de nada serve.

A primeira obra produzida pela fé é a crença, é o acreditar em Jesus Ressuscitado e nas verdades por Ele reveladas. Como consequência natural, vem a fé em Deus Pai, no Espírito Santo, na Trindade, na Vida Eterna, nas realidades do Céu e do Inferno. Essa é a obra inicial e fundamental. Se a fé não produzir essa obra ela é morta, não existe.

A segunda obra da fé é a geração da vida cristã com tudo o que ela comporta autenticamente. A vida de fé deve gerar uma vida cristã vivida em comunhão com a Trindade, com Nossa Senhora e com a Igreja. A fé deve iluminar e fortalecer uma vida matrimonial fiel e santa, bem como gerar uma família que seja uma “igreja doméstica”, um ninho de amor. A vida de fé deve iluminar e conduzir uma vida profissional na justiça, na honestidade, na caridade e na generosidade. Enfim, a fé deve produzir toda espécie de obras concretas de caridade, de bondade, de misericórdia, de generosidade.

No que concerne à fé e as obras, não podemos deixar de citar o texto bíblico de São Tiago: “De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso esta fé poderá salvá-lo? …Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma… Assim como o corpo sem a alma é morto também a fé sem obras é morta” (Tg 2,14-25).

(Parte do texto do Pe. Alirio J. Pedrini, scj)

 

O Grupo de Oração se reúne todas às quartas-feiras (20 h.) na sala de reuniões da Paróquia.

 

 

Coordenação

Recadinho do Pároco: Um Deus de Perdão e Misericórdia

Reflexão do 24º Domingo do Tempo Comum                                   Padriano

 

“Não quero a morte do pecador, mas que se converta e viva!”

A Liturgia do 24º do Tempo Comum centraliza a reflexão no AMOR DE DEUS.

Deus ama as pessoas desde toda a eternidade.

A Primeira Leitura é tirada do Livro de Êxodo.

É a resposta de Deus ao pecado do povo: o povo constrói um bezerro de ouro.

É o povo que se desvia do caminho de Deus.

Moisés implora a misericórdia de Deus: Deus mostra sua misericórdia e seu perdão.

Deus é amor. Deus é bondade! Deus é ternura! O amor de Deus é mais forte que o pecado.

 

Na Segunda Carta de Timóteo Paulo fica encantado diante do amor de Deus.

É um amor manifesto em Jesus Cristo. Paulo dá testemunho desse amor e agradece.

Paulo recorda com gratidão a história de sua vocação: de perseguidor para evangelizador.

Paulo reconhece que Cristo veio ao muno para salvar.

 

Lucas no Evangelho fala por meio de 3 parábolas: ovelha e moeda perdida e filho pródigo.

Deus aparece como Aquele que ama as pessoas: excluídos, marginalizados, pecadores…

É o pasto que busca a ovelha perdida!

É a dona de casa que procura a moeda perdida.

É o pai que espera ansiosamente o filho rebelde.

Há acolhida! Há abraços! Há festa! Há alegria!

As 3 parábolas são uma bela catequese sobre a misericórdia de Deus.

As 3 parábolas mostram a posição de Deus diante dos que se afastam da salvação.

Deus quer a salvação de todos: via em busca de quem se afastou ou se perdeu.

 

E o filho mais velho?

É possuidor de todas as qualidades, mas não é Capaz de amar o irmão que voltou.

Não é capaz de participar da acolhida, da partilha da alegria do coração o pai.

O capítulo 15 é o coração de todo o Evangelho de Lucas.

Apesar do afastamento e do pecado Deus condena o pecado e salva o pecador.

 

E para nossa vida de peregrinos?

1. Jesus mostra o rosto do Pai: um Pai cheio de misericórdia e ternura.

2. Deus faz festa com a volta o pecador: estava morto e voltou `a vida.

3. O filho mais velho tem o coração longe de Deus e por isso não ama o irmão.

4. Jesus veio para libertar, para perdoar e para salvar.

 

P. Adriano Cemin

Vacinação – Um direito da criança, um dever dos pais.

Vacinação – Um direito da criança, um dever dos pais.

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Quando foi que o seu filho tomou a última vacina? Qual é a data da próxima vacina? Você sabe onde está o Cartão de vacinas do seu filho? O Cartão está atualizado?

Todas as crianças necessitam de vacinas para ficarem protegidas contra algumas doenças. Vacinando seu filho, você estará não só protegendo-o, mas também contribuindo para diminuir a mortalidade infantil e na erradicação de algumas doenças em nosso país. É dever dos pais levar as crianças para vacinar. Quando elas são maiores, os pais devem explicar para elas a importância das vacinas para evitar doenças e ter saúde. Caso esteja faltando vacinas na Unidade de Saúde perto da sua casa, converse com o pessoal da Secretaria de Saúde, com os representantes do Conselho de Saúde ou até mesmo com os líderes da Pastoral da Criança. Se você tiver alguma dúvida, vá até uma Unidade de Saúde, leve o Cartão da Criança e pergunte. Nele devem estar anotadas todas as vacinas que a criança tomou e as datas das próximas doses.

 

Aqui, no Site da Pastoral da Criança, você vai encontrar muitas informações sobre vacinas. Ouça os programas de rádio e as entrevistas; leia sobre o Calendário de Vacinação e as orientações dos especialistas; siga as dicas da Pastoral da Criança feitas especialmente para tirar dúvidas e ajudar você a garantir mais saúde e qualidade de vida para seu filho. Lembre-se: toda criança tem o direito de receber as vacinas em dia!

 

Representante do Unicef no Brasil fala sobre a importância da vacinação. Assista aos vídeos:

Vacinação infantil – Gary Stahl Unicef

Vacinação gestantes – Gary Stahl Unicef

Ano Vocacional – Arquidiocese de Curitiba

Lançai as Redes em Águas Mais Profundas”

 O que é o Ano Vocacional?

É tempo especial em nossa Igreja Arquidiocesana para refletirmos e trabalharmos pelas vocações e também para a formação de Equipes Vocacionais nas Paróquias.

 Qual o objetivo do Ano Vocacional?

O Objetivo do Ano Vocacional é consolidar uma cultura vocacional permanente na Arquidiocese de Curitiba por meio da valorização dos diferentes dons e carismas de nossas comunidades.

 Porque realizar um Ano Vocacional?

A realização do Ano Vocacional na Arquidiocese de Curitiba visará renovar e dar um novo impulso ao trabalho vocacional realizado nas comunidades paroquiais. Faz-se necessário relembrar a beleza do chamado de Deus e sua importância no contexto eclesial e societário.

 Quando começa? Quando termina?

A abertura do Ano Vocacional ocorrerá no primeiro sábado do mês de Agosto de 2013, com uma Missa na catedral Basílica Nossa Senhora da Luz às 18:00 horas e sua conclusão ocorrerá no mês de Agosto de 2014 com um evento ainda a definir.

 Qual é o Tema do Ano Vocacional?

O Tema do Ano Vocacional é Chamados a fazer caminho com Cristo.

 Qual é o Lema do Ano Vocacional?

O Lema do Ano Vocacional é “Foram e permaneceram com Ele” (Jo 1,39)

 Qual é o significado do cartaz do Ano Vocacional?

No cartaz o Cristo está de braços abertos, pois Ele é a fonte e o caminho de todas as vocações. Os mapas nos lembram que a mensagem Dele deve chegar a todos os cantos da terra. As 12 pessoas caminhando representam cada um de nós, os novos apóstolos do século XXI e as cores simbolizam a riqueza e os diferentes carismas e dons da Igreja.

 Como podemos participar do Ano Vocacional?

Podemos participar do Ano Vocacional de várias formas. Uma delas é usando o material do Ano Vocacional que está no Manual entregue nas paróquias, material este que contém cunho vocacional, catequético, celebrativo, lúdico e litúrgico. Sugiro também que rezemos em todas as missas de final de semana a Oração do Ano Vocacional. Não esqueçamos de usar a nossa criatividade e propor outras atividades e momentos vocacionais em nossas comunidades.

 Que frutos o Ano Vocacional deixará para nossa Igreja?

Destaco 5 frutos deste no Vocacional:

  • A formação de equipes vocacionais nas paróquias da Arquidiocese de Curitiba mediante a disponibilização de material apropriado e visita as comunidades..
  • O trabalho de despertar, discernir, cultivar e acompanhar a vocação dos iniciados na fé, das crianças, adolescentes e jovens.
  • O reforço da consciência de que todos são responsáveis na animação vocacional.
  • A reflexão sobre a teologia das vocações e a dimensão da missionariedade a luz do Documento de Aparecida e do Documento Geral para Ação Evangelizadora.
  • O resgate da importância do batismo, como caminho de compromisso eclesial e fonte de todas as vocações.

 Fonte: servicovocacionalcuritiba.com.Br/ano-vocacional

Recadinho do Pároco: A Grande Esperança

Olhemos o nosso planeta!
Deus o criou bonito e colorido!
Colocou nele a pessoa humana!
O ser humano poluiu o nosso planeta!
Água contaminada.
Ar contaminado.
Pessoas se odiando!
Irmãos fazendo guerra contra irmãos.

Criou a pessoa humana por amor…  com amor… para o amor…
E a pessoa humana preferiu o caminho do egoísmo… do ódio…
Hoje  a pessoa humana está pagando pelo mal feito.
Não há entendimento!
Não há amor!
Não há paz!
Falta diálogo!
Falta aceitação!
Falta fraternidade!

Mas…
a grande esperança é não perder a esperança!

A grande esperança:
o sol brilhando…
as flores coloridas e sempre novas…
o ar puro…
as águas límpidas…
as crianças felizes…
os idosos sorrindo para a vida…
pessoas se abraçando no amor…
filhos amando os pais…
pais amando os filhos!

A grande esperança:
pessoas contentes com a vida…
alimento… água… e médico…  terra… casa… direito de viver para todos…
pessoas  saudando-se… olhando-se…
olhos contentes… vida alegre…
mãos unindo-se e ajudando-se…
verdade amada e respeitada!

A grande esperança:
o ser humano reconhecendo que é simplesmente humano…
que reconheça que é limitado… frágil… terreno que busca o eterno.
que  reconheça que Deus é Deus…
que Deus tem o seu lugar!
que Deus tem um nome que deve ser amado.
que Deus  é o Criador e tudo o mais  são criaturas.
que tudo converge para Ele…
que Deus é tudo!

A grande esperança:
 que a pessoa seja pessoa!
           que Deus seja Deus!
                                                                P. Adriano Cemin

Recadinho do Pároco – A Palavra de Deus Na Vida e Na Missão da Família

Recadinho do Pároco – A Palavra de Deus Na Vida e Na Missão da Família

Olhando para a realidade de nossas famílias encontramos luzes e sombras.
Tanto nas luzes como nas sombras está presente a luz de Cristo.
Cristo é capaz de provocar  o ardor missionário no coração de pais e filhos.
Deixa a gente feliz saber que  há casais que iniciam o dia
ouvindo…
meditando…
e rezando o Evangelho para transformá-lo em vida.
E o que deixa a gente mais feliz é quando as  famílias  revelam que estão
descobrindo, na leitura  da Palavra de Deus,
a luz para enfrentar  os desafios da caminhada.

A Palavra de Deus está fecundando nossas famílias e comunidades.
A Carta de Bento XVI – VERBUM DOMINI – veio reforçar o entusiasmo
em torno da Palavra de Deus.

Neste tempo de crises generalizadas, as famílias  constroem sua segurança
na rocha firme que é Jesus Cristo: Caminho… Verdade… e Vida!
Somos convidados  a dedicar-nos à escuta  e à leitura amorosa
da Palavra de Deus.
A Bíblia deve estar  nas mãos…
no coração…
e na vida do povo.
Ela deve ser distintivo  de cada família cristã.
A Igreja no Brasil seja, “nesta mudança de época, anunciadora e corajosa
das riquezas da Palavra em estado permanente de missão
em toda a sua  ação evangelizadora” ( CNBB ).
Sem a Palavra a  missão enfraquece e desaparece.
O ardor e a perseverança na missão vêm da Palavra de Deus.

Setembro, mês da Bíblia, chega como uma oportunidade a mais para os pais
criarem na família o clima de valorização da mensagem divina.
Os filhos notarão o testemunho dos pais.
Diante de tal testemunho os filhos começarão, desde cedo,   a perceber
a importância da Palavra divina em suas vidas.

Façamos ressoar a Palavra de Deus no começo de cada dia,
para que Deus tenha sempre a primeira Palavra.
Deixemos, que a Palavra de Deus,  ressoe em nós à noite,
para que a última Palavra seja de Deus.

P. Adriano Cemin
Recadinho do Pároco – Catequista, parabéns!

Recadinho do Pároco – Catequista, parabéns!

Catequista, parabéns!

Dia 25 de agosto: DIA DO CATEQUISTA!
Deus nos chama e nos envia para uma missão:
anunciar que o Reino de Deus está próximo!
Assumir  a missão significa:
ser Sal da Terra…
ser Luz do Mundo…
ser Fermento na Massa…
ser Samaritano  da Caminhada…
A Catequese é uma caminhada contínua de fé.
É missão do Catequista:
despertar…
educar…
aprofundar a fé da Comunidade para que
a Comunidade  seja  catequizada e catequizadora!

O Catequista exerce  sua missão em nome de Deus e da Igreja.
O Catequista  anuncia a Palavra e denuncia tudo o que impede
o ser humano viver como filho de Deus.

Temos consciência que estamos vivendo  numa época de profundas
e rápidas  transformações e desafios.
Estamos vivendo num processo acelerado da História.
Temos consciência que vivemos numa época  marcada
por propostas  novas e deferentes.
Sentimos a presença de Deus que move e conduz a História.
É preciso enfrentar essa nova época da História
com otimismo e criatrividade.

É missão do Catequista fazer ressoar a Palavra de Deus
dentro da História em que vivemos.
A Catequese deve buscar novos caminhos e novos valores.
Ela deve ser cheia de entusiasmo e otimismo e chegar ao coração.

O Catequista é chamado para anunc iar e servir.
É uma pessoa que constrói a Comunidade.
É o animador: aquele que dá alma.
É o líder que forma lideranças.
É o profeta que fala em nome de Deus.
É a pessoa que vive o Evangelho com alegria.
É a pessoa que educa com o testemunho de vida.

Catequista, parabéns pelo seu dia!
Catequista, a gratidão da Comunidade pela sua missão!
Parabéns!