Veja a Mensagem do Papa Francisco para o 50º Dia Mundial Das Comunicações Sociais

Imagem de Annett_Klingner por Pixabay

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO
PARA O 50º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

 

«Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo»

[8 de Maio de 2016]

 

Queridos irmãos e irmãs!

O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a reflectir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.

Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das acções da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.

A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e acções hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.

Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (O mercador de Veneza, Acto IV, Cena I).

É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direcção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (…) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).

Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.

Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objectivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.

Para isso é fundamental escutar. Comunicar significa partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é muito mais do que ouvir. Ouvir diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação e requer a proximidade. A escuta permite-nos assumir a atitude justa, saindo da tranquila condição de espectadores, usuários, consumidores. Escutar significa também ser capaz de compartilhar questões e dúvidas, caminhar lado a lado, libertar-se de qualquer presunção de omnipotência e colocar, humildemente, as próprias capacidades e dons ao serviço do bem comum.

Escutar nunca é fácil. Às vezes é mais cómodo fingir-se de surdo. Escutar significa prestar atenção, ter desejo de compreender, dar valor, respeitar, guardar a palavra alheia. Na escuta, consuma-se uma espécie de martírio, um sacrifício de nós mesmos em que se renova o gesto sacro realizado por Moisés diante da sarça-ardente: descalçar as sandálias na «terra santa» do encontro com o outro que me fala (cf. Ex 3, 5). Saber escutar é uma graça imensa, é um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.

Também e-mailssms, redes sociais, chat podem ser formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos. O ambiente digital é uma praça, um lugar de encontro, onde é possível acariciar ou ferir, realizar uma discussão proveitosa ou um linchamento moral. Rezo para que o Ano Jubilar, vivido na misericórdia, «nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Em rede, também se constrói uma verdadeira cidadania. O acesso às redes digitais implica uma responsabilidade pelo outro, que não vemos mas é real, tem a sua dignidade que deve ser respeitada. A rede pode ser bem utilizada para fazer crescer uma sociedade sadia e aberta à partilha.

A comunicação, os seus lugares e os seus instrumentos permitiram um alargamento de horizontes para muitas pessoas. Isto é um dom de Deus, e também uma grande responsabilidade. Gosto de definir este poder da comunicação como «proximidade». O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.

Vaticano, 24 de Janeiro de 2016.

Franciscus

Mensagem retirada do site do Vaticano 

Celebração da Vida na Pastoral da Criança.

Clipboard01No dia 14/05/2016 mês das mães a Pastoral da criança estará realizando como de costume a Celebração da Vida, nesse dia será entregue para as mães uma lembrança feita com material reciclável pelas integrantes do grupo.

Quem puder ajudar doando sabonetes para colocarmos nesses potes confeccionados ficaremos muito agradecidas. Podem ser entregues na secretaria da igreja até o dia 12/05. E fica o convite para quem quiser ir participar e conhecer o trabalho da Pastoral da Criança de nossa comunidade. Serão todos bem vindos.

Abaixo, foto dos porta-sabonetes confeccionados:
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SHOW DE PRÊMIOS

Conforme programado, aconteceu no último domingo (17/04), na parte da tarde, o Show de Prêmios promovido pelo CAEP – Conselho e Assuntos Econômicos Paroquial. O referido evento tinha como objetivo angariar fundos para ajudar no pagamento das despesas de benfeitorias realizadas e necessárias ainda nas instalações da Paróquia, Salão, Salas (música, catequese, infância missionária) entre outros. As instalações do Salão Paroquial foram quase que totalmente tomadas e as pessoas que compareceram puderam partilhar momentos descontraídos de confraternização e alegria. Foi muito importante à participação dos paroquianos na doação de prendas, na organização, na venda de cartelas, na preparação do salão e dos alimentos, na venda de bebidas, enfim em todas as atividades necessárias para o sucesso do evento. Aproveitamos a oportunidade e queremos agradecer, de coração, a todos pelo comprometimento e dedicação, pois não mediram esforços para o sucesso do programado. Nosso MUITO OBRIGADO e que Deus abençoe a todos!

Padre Juarez e CAEP.

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Neste Domingo, tradicional risoto.

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Você é o nosso convidado. Venha saborear o nosso tradicional risoto, maionese, polenta frita, coxa e sobrecoxa no espeto e salada verde. Se você preferir pode levar para consumir em sua casa, temos as embalagens. Traga seus amigos. Início às 12h00. Não chegue tarde, pois a procura é grande!
SHALOM!

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Retiro dos Catequistas da nossa comunidade!

Hoje, dia 06/03,  tivemos mais um retiro dos Catequistas da nossa comunidade que ocorreu no Noviciado Salesiano Imaculada Conceição no bairro vizinho Lindóia e com a participação dos irmãos e irmãs catequistas da Paróquia Salesiana Menino Jesus de Praga, além dos responsáveis pelo grupo de coroinhas da nossa Paróquia, o Diácono Taras Galaiura e o nosso querido Vigário, o Padre Adriano.

O Pe. Leandro nos conduziu com a ajuda dos noviços Pedro e Diogo, que realizaram o momento inicial de espiritualidade, e , logo após o Pe. Leandro com muita habilidade nos levou a uma reflexão sobre o estudo 97 da CNBB:  Iniciação à Vida Cristã, um processo de inspiração catecumenal.

Mostrando-nos que a iniciação trata-se do início das primeiras vivências com a pessoa de Jesus Cristo. Apresentar e colocar as crianças, jovens e adultos em contato com Jesus. Hoje, precisamos mudar o conceito de que a Iniciação à Vida Cristã, tenha a finalidade única de preparar para receber os sacramentos, mas “é o processo de quem quer tornar se cristão”, segundo o estudo. Os sacramentos são importantes (Indispensáveis, necessários) sim, mas não com objetivo de aprender coisas, de concluir etapas, etc, mas de fazer uma adesão ao projeto de vida que Deus tem guardado pra cada um de nós, que se revela em Jesus Cristo.

Sabiamente, o Catecismo da Igreja Católica nos afirma que * ”Deus colocou no nosso coração uma ânsia tão infinita de felicidade, que só Ele a consegue satisfazer”.  A Igreja, (“santuário onde os sedentos vão beber”- Evangelii Gaudim) em resposta, pela graça, proporciona desde a primeira infância, a introdução ao mistério de Jesus, que nos leva a uma felicidade maior: o encontro verdadeiro com Jesus. Ora, o Evangelii Gaudim vai nos ensinar que **“o Evangelho dá respostas às necessidades mais profundas” e  “a vida com Jesus se torna mais plena, e, com Ele é mais fácil encontrar sentido para cada coisa”. Então, devido a esse desejo natural que temos de encontrar Deus, tudo começa com uma busca. Essa busca gera o encontro com Deus. O encontro produz a conversão. A conversão leva a comunhão, (ou seja partilhar o que somos e sentimos) . E a comunhão inspira os catequistas a buscar que os catequizandos façam a mesma experiência. No entanto, para isso, o catequista já deve ter percorrido todo esse processo acima. E como bons catequistas, “procuramos os que Ele procura, amamos o que Ele ama.  Evangelizamos para a maior glória do Pai que nos ama e “a glória do meu Pai consiste em que deis muito fruto””.

Após a formação conduzida, houve  momentos de reflexão (deserto) e adoração ao Santíssimo, conduzido pelo Pe. Leandro e finalizamos com uma boa partilha do lanche e troca de experiências entre amigos e catequistas de ambas as paróquias. Foi uma grande partilha de vida, experiência e principalmente amizade entre todos.

 

* Catecismo da Igreja Católica

** Evangelii Gaudim

Texto da Catequista Maristela Franco com uma especial colaboração da Catequista Giovanna Celli.

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MISSA DE POSSE DO NOVO PÁROCO, PADRE JUAREZ TESTONI

No dia 13 de fevereiro, Dom José Mário deu Posse de Pároco para o Pe. Juarez Testoni, na Paróquia de São Cristóvão, em Curitiba. O Pe Juarez, Salesiano de Dom Bosco, era Pároco em Bagé-RS, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. No início da celebração, após os ritos iniciais, o Pe Adriano leu a ata de nomeação e, em seguida Dom José Mário deu seqüência a celebração.

Na Celebração, foram entregues, por Dom José Mario, ao Pároco os símbolos do seu ministério: a Cruz, a Bíblia, a chave da Igreja e do sacrário e a estola roxa. Estavam presentes na ocasião, Pe. Leando, comentarista da celebração, Pe Asidio Dereti, provincial da Inspetoria Salesiana São Pio X, Pe. Adriano Cemin, que deixa a função de Pároco para assumir a função de Vigário Paroquial, Pe. Cássio (Diretor do Noviciado Salesiano Imaculada Conceição), o novo Pároco da Paróquia Menino Jesus de Praga Pe. Magnus Petry e o Diácono Taras Galayura. Os pais do Pe. Juarez também estavam presentes, além de seus irmãos e outros familiares.

Palavras motivadoras e incentivadoras foram proferidas por Dom José Mário ao novo Pároco, dando as boas vindas ao Pe. Juarez com muita alegria ao Prebistério da Arquidiocese de Curitiba, fazendo com que a comunidade também se comprometesse em ajudar e colaborar com o novo Pároco.  Durante a celebração, o Pe Inspetor Asidio Dereti nomeou o Pe Juarez Diretor do Instituto Salesiano Assistência Social – ISAS.

Antes do encerramento e a benção final, a catequista Edna, homenageou o Pe. Adriano agradecendo pelos cinco anos de trabalhos dedicados a comunidade paroquial, agindo como um verdadeiro pastor que cuida de suas ovelhas. Também acolheu e deu as boas vindas, em nome da comunidade, ao Pe. Juarez.

Após o encerramento houve uma bela confraternização no salão paroquial.

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ORAÇÃO DO ANO DA MISERICÓRDIA

Ano-MisericordiaSenhor Jesus Cristo, Vós nos ensinastes a ser misericordiosos  como o Pai celeste e nos dissestes que quem Vos vê, vê o Pai. Mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos! O voos olhar amoroso libertou Zaqueu e Mateus da escravidão do dinheiro; libertou a adúltera e Madalena de buscar a felicidade nas criaturas; fez Pedro chorar, depois da traição e assegurou o Paraíso ao ladrão arrependido. Fazei-nos ouvir, como dirigida a nós mesmos, as palavras que dissestes à  mulher samaritana: “ Se tu conhecesses o dom de Deus”! Vós sois o rosto visível do Pai invisível, do Deus que manifesta sua onipotência sobretudo no perdão e na misericórdia. Senhor ressuscitado e glorioso, fazei que a Igreja  seja, no mundo,o vosso rosto visível.

Vós quisestes que os vossos ministros fossem também eles revestidos de fraqueza, para sentirem justa compaixão por aqueles que estão na ignorância e no erro.  Aos que se aproximarem de vossos ministros fazei que se sintam acolhidos, amados e perdoados por Deus. Consagrai-nos com a sua unção do vosso espírito, para que o Jubileu da Misericórdia seja um ano de graça do Senhor, e a Vossa Igreja, com renovado entusiasmo, anuncie a alegre notícia aos pobres, proclamem a liberdade ao presos e oprimidos, e a recuperação da vista ao cegos. Tudo vos pedimos, por intercessão de Maria, Mãe de Misericórdia, a Vós que vivieis e reinais com o Pai e Espírito Santo, pelos séculos dos séculos.

Amém!

Angelus no Jubileu dos Migrantes: não deixar roubar a esperança

Boletim do Apostolado da Oração – Janeiro 2016

Hoje muito tem-se falado a respeito da recriação do Apostolado da Oração – Movimento Eucarístico Jovem; qual é o significado?

Resposta: “Recriação” é o termo que o Papa Francisco usa quando propõe um novo impulso para o Apostolado da Oração. É procurar fazer ainda melhor o que já é feito. Atendemos o convite para mudar a mentalidade e as metodologias para melhor acolher, viver e fazer parte da “Rede Mundial de Oração do Papa.” Há um “caminho do coração” que quer levar cada membro do apostolado da oração-movimento eucarístico Jovem a aprofundar ainda melhor a espiritualidade do apostado da Oração, dando o devido valor a historia e ao jeito de ser. Não quer dizer inventar coisas novas, mas sim fazer melhor o que se Faz.

Lembrete: Em Janeiro assume o novo pároco, Pe. Joares Testone.P Joarez

Agenda de Janeiro:

Dia 3 – Não haverá atividade do apostolado da Oração nem do Movimento das Capelinhas, somente a hora santa as 17:30hs, na capela do Santíssimo Sacramento e a missa das 19hs.

As Intenções do Papa:

Universal – o Diálogo inter-religioso. Para que o diálogo sincero entre os homens e as mulheres de diferentes religiões produza frutos de paz e de justiça.

Para evangelização – A unidade dos Cristãos. Para que através do dialogo e da caridade fraterna, com a graça do espirito santo, seja superadas as divisões entre os cristões.

Augusto Shimaleski – equipe de Comunicação.

Terceiro Domingo do Advento – 2015

adv3Acendendo a Vela ROSA

Bendito sejais, DEUS da ALEGRIA, pela Luz de Cristo,  Sol de nossa vida, a quem esperamos com toda a ternura do coração.

Oração:

Pai Santo, quisestes que a vossa Igreja fosse no mundo fonte de
salvação para todas as nações, a fim de que a
obra do Cristo que vem continue até o fim dos
tempos.

Aumentai em nós o ardor da evangelização, derramando o Espírito prometido, e fazei brotar em nossos  corações a resposta da fé.

Por Cristo,nosso Senhor.

Amém!

Veja também:
Primeiro Domingo do Advento.
Segundo Domingo do Advento.
Quarto Domingo do Advento.

Por Dentro da Liturgia (Respostas as dúvidas mais frequentes sobre Liturgia)

blog-liturgia-pascoa

3. Ritos de Encerramento da Missa

O texto oficial da Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário da CNBB, esclarece que pertencem aos ritos de encerramento da Missa:

a) breves comunicações, se forem necessárias;

b) saudação e benção do sacerdote, a qual, em certos dias e ocasiões é enriquecida e expressa pela oração sobre o povo ou por outra fórmula mais solene;

c) despedida do povo pelo diácono ou pelo sacerdote, para que cada qual torne às suas boas obras, louvando e bendizendo a Deus;

d) o beijo do altar pelo sacerdote e o diácono e, em seguida, a inclinação profunda ao altar pelo sacerdote, o diácono e os outros ministros (n. 90).

Por Dentro da Liturgia (Respostas as dúvidas mais frequentes sobre Liturgia)

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2. Ajoelhar-se ou ficar em pé no momento da consagração?

“Ao nome de Jesus, se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra” (Fl 2,10).

Diz o texto oficial da Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário da CNBB a respeito dos gestos e posições do corpo durante as celebrações (tanto do sacerdote, do diácono, dos ministros, como do povo): “Ajoelhem-se, porém, durante a consagração, a não ser que, por motivo de saúde, ou falta de espaço ou o grande número de presentes ou outras causas razoáveis não o permitam. Contudo, aqueles que não se ajoelham na consagração, façam inclinação profunda enquanto o sacerdote faz genuflexão após a consagração… Cuide-se, contudo, que correspondam ao sentido e à índole de cada parte da celebração.  Onde for costume o povo permanecer de joelhos do fim da aclamação do Santo até ao final da Oração eucarística e antes da comunhão quando o sacerdote diz Eis o cordeiro de Deus, é louvável que ele seja mantido. Para se obter a uniformidade nos gestos e posições do corpo numa mesma celebração, obedeçam os fiéis aos avisos dados pelo diácono, por um ministro leigo ou pelo sacerdote de acordo com o que vem estabelecido no Missal.” (IGMR, n. 43). 

Este texto da Instrução geral tem em conta diversas situações.

Primeiro caso: se os fiéis não estiverem doentes, a posição correta é de pé, do princípio ao fim da Oração eucarística, exceto durante a consagração, que é de joelhos. Este é o caso normal e habitual. É bom não o esquecer. Os casos que se seguem é que são exceção à regra.

Segundo caso: se os fiéis estiverem doentes, ou tiverem dificuldade em ajoelhar por causas físicas (dificuldade em dobrar os joelhos, câimbras nas pernas logo que se ajoelham, etc.) ou por causas exteriores a si próprios (multidão, estreiteza do lugar, solo molhado, terra com pó, pedras ou areias debaixo dos joelhos, etc.), ficam sempre de pé, do princípio ao fim da Oração eucarística, mas neste caso, durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote faz a genuflexão após a consagração. 

Terceiro caso: se em determinada terra, país ou região se tiver mantido, como opção de toda a assembleia e com o acordo do seu pastor (e não apenas como decisão privada de algumas pessoas da assembleia), o costume antigo (que era lei geral antes da reforma litúrgica) de permanecer de joelhos desde o fim da aclamação do Santo até ao final da Oração eucarística, é louvável manter tal costume, mas atenção, porque louvável não quer dizer obrigatório para ninguém. É louvável mas não é obrigatório.


Quarto caso: se em determinados dias e circunstâncias o presidente, o diácono ou outra pessoa disso encarregada, derem determinadas indicações para se conseguir a uniformidade dos gestos e posições do corpo por parte de toda a assembleia, os fiéis devem obedecer com serenidade e paz interior.