Primeira Eucaristia – 2013!

PRIMCOMNossa comunidade viverá um momento muito especial de bênçãos e de graças dia 28 de abril às 9:00 horas: crianças da Matriz farão sua primeira Eucaristia.

O tempo Pascal é o tempo propício para o Primeiro Encontro com Jesus Ressuscitado, recebendo-o em seus corações, iniciando uma caminhada de alimentação espiritual.

Até aquela data as crianças estão participando da Preparação Próxima, com encontros voltados à Eucaristia, valorizando este Sacramento tão importante da vida de Igreja:

   – sábado, dia 06/04 teremos uma reunião com os pais das crianças;

   – dia 20/04 as crianças participarão de um retiro para aprofundar a fé e viver em comunidade.

Convidamos todos os paroquianos a rezarem pelas famílias que receberão em seu seio o presente de Jesus Eucarístico.

Toda a comunidade é convidada a participar desta celebração, que está sendo preparada com amor e carinho, e mostrar a importância da Eucaristia e demonstrar o carinho aos nossos pequenos paroquianos,  amados de Deus.

Coordenação da Catequese

Nós somos Católicos

(Texto do vídeo): Nossa família é feita de todas as raças, nós somos jovens e velhos, ricos e pobres, homens e mulheres, pecadores e santos. Nossa família se difundiu pelos séculos e pelo mundo. Com a graça de Deus, nós abrimos hospitais para cuidar os doentes, fundamos orfanatos e ajudamos os pobres, nós somos a maior organização caritativa do planeta, trazendo alívio e conforto para aqueles que precisam, nós educamos mais crianças do que qualquer outra instituição educativa ou religiosa, nós desenvolvemos o método científico e as leis de evidência, nós fundamos o sistema universitário, nós defendemos a dignidade de toda a vida humana e preservamos o casamento e a família. Cidades receberam os nomes de nossos venerados santos, que percorreram o caminho da santidade antes de nós guiados pelo Espírito Santo. Nós compilamos a Bíblia, nós somos transformados pela Sagrada Escritura e pela Sagrada Tradição, que nos tem guiado firmemente por dois mil anos. Nós somos a Igreja Católica, com mais de um Bilhão de membros em nossa família compartilhando dos sacramentos e da plenitude da fé cristã, por séculos nós temos rezado por você e por todo o mundo, a cada hora, a cada dia, sempre que celebramos a Missa.
O próprio Jesus lançou as fundações de nossa fé quando disse a Pedro, o primeiro papa “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” por mais de dois mil anos, nós tivemos uma linha ininterrupta de pastores guiando a Igreja Católica com amor e verdade, num mundo confuso e doloroso para se viver e nesse mundo cheio de caos, dificuldade e dor é reconfortante saber que algumas coisas permanecem coerentes, verdadeiras e fortes: Nossa fé católica e o eterno amor que Deus tem por toda a criação. Se você esteve fora da Igreja Católica, nós convidamos você a um novo olhar. Nossa família é unida em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Nós somos Católicos. Bem-vindo a sua casa.

 

Procissão e Missa de Ramos

comunidade

Neste domingo 24/03, a comunidade paroquial participou da procissão e depois da missa do Domingo de Ramos. A seguir algumas fotos feitas pelos paroquianos Luiz Henrique, Agostinho, Fabio Luis, Luiz Gabriel, José Carlos e Gabriela.


00806 07 08 10 11 12 20 31

020022024030029028026035034033031031IMG1220IMG1256image(1)image(8)image(3)image(4)image(5)image(9)DSC05195 DSC05196 DSC05197 DSC05198 DSC0519931IMG1269peq

Entrevista do Mês: Risoto.

Nesta edição conheceremos como iniciou o nosso tradicional risoto mensal. Quando sabemos melhor a história podemos perceber como Deus age e emocionarmos com aqueles que fizeram e fazem parte dessa história. Abaixo um trecho da entrevista realizada com o P. Sigmundo (Padre Zig), o casal Simeão e Ana Maria e Jabismar. O Pe. Zig foi pároco da nossa Paróquia no período de 1976 a 1985, hoje nosso Vigário Paroquial.

 

Jornal de São Cristóvão (JSC): Pe. Zig como foi o primeiro risoto realizado em nossa paróquia?

Pe. Zig: Senhoras voluntárias da Igreja se reuniram e decidiram realizar algo que congregasse a comunidade paroquial e conseguisse recursos financeiros para a Paróquia.  Porém, por falta de experiência e meios, o primeiro risoto não foi como se esperava, não obteve o resultado desejado.

 

JSC: Mas como surgiu esta tradição do risoto?

Pe. Zig: No final de uma celebração fui procurado pelo Simeão e Ana Maria, que tinham recém chegado de Brasília e foram residir na Rua Piauí. Eles me perguntaram como podiam ajudar na Paróquia.

Ana: Mudamos de Brasília para Curitiba no final de 1981. Em seguida fomos a uma Missa na Paróquia para conhecer o pároco e saber em que atividade poderíamos colaborar. Ao encerrar, o Pe. Zig nos convidou para no próximo domingo comer um pedaço de bolo com o coroão, era aniversário dele. Foi quando nos convidou para fazer parte do Movimento de Irmãos. O coordenador era o Álvaro e Ivone. Algumas reuniões após o encontro que fizemos, foi a eleição no grupo, e para nossa surpresa fomos eleitos coordenadores.

A Paróquia tinha muito trabalho e precisava de bastante dinheiro, tinha sido derrubado um barracão velho de madeira. Então como coordenadores, pensamos em como arrecadar sem fazer um “bingo” ou “vender rifa”; Vender um trabalho, fazer uma confraternização, mas acessível. Na época a carne estava muito cara, o churrasco ficava inviável. Veio-nos a idéia de fazer o risoto, pois tinha uma boa aceitação e venderíamos um trabalho mais em conta. No início o Pe. Zig foi contrário, pela experiência de outro que havia sido feito e não tinha dado resultado.

Pe. Zig: Quando me falaram de fazer um risoto, fiquei hesitante. Pois a experiência que tínhamos com o risoto anterior não tinha sido boa.

Simeão: Convencemos o Pe. Zig dizendo que planejaríamos bem; que venderíamos os ingressos com antecedência e que faríamos só para 150 pessoas.

Ana: D. Isaltina nos apresentou a Dora que tinha uma receita especial vinda de uma italiana. Não tínhamos nada; emprestamos os pratos e talheres da Paróquia N. Sra. de Fátima, as panelas todas emprestadas, os fogões eram de quatro bocas, pequenos e fornos em frente. Vendemos 100 ingressos antecipados; o salão que em construção era só pedra brita espalhada no chão.

Começamos a trabalhar às 3:30 da madrugada junto com a festa de São Cristóvão; Pe. Zig resolveu fazer uma Missa no salão com toda a equipe que estava trabalhando às 7:00 horas e todos desligamos os fogões e fomos celebrar a Missa para que recebêssemos maiores bênçãos.

Simeão: Com pouca experiência, emprestamos 150 pratos e talheres, mas não nos lembramos que as pessoas trariam seus filhos e faltaram pratos e talheres. Foi um corre-corre, algumas pessoas que estavam trabalhando foram buscar em suas casas.

O primeiro risoto foi um sucesso e o resultado financeiro também.

Ana: O Pe. Zig ficou tão feliz que na Missa das 19:00 horas no momento da consagração mandou a banda da Polícia Militar entrar tocando o Hino Nacional, foi muito emocionante.

O risoto foi num crescente sempre e aos poucos fomos terminando de construir o salão, comprar material e os fogões industriais. Na época não existia o CAEP, e o Movimento de Irmãos era quem administrava tudo.

 

JSC: Pe. Zig como foi a continuidade do risoto e qual era o objetivo?

Pe. Zig: Defini que o risoto seria administrado pelo Movimento de Irmãos e os recursos seriam usados onde mais precisasse. Na época não tínhamos um grupo específico para tratar dos assuntos econômicos.

Simeão: O CAEP foi criado na Paróquia com o Pe. Tarcisio, e eu fui o primeiro coordenador.

Quando terminamos as construções, compra de tudo que é necessário para manter o salão, passamos a direcionar grande parte do que é arrecadado com o risoto para a questão social (auxilio aos pobres e aos doentes). E isso, acontece até hoje.

 

JSC: Jabismar, atualmente como está sendo realizado o risoto, qual a sua importância para a Paróquia e como esta sendo realizada a distribuição do que é arrecadado?

Jabismar: O Movimento de Irmãos continua realizando o risoto, mas seria importante que outras pessoas também fizessem parte dos trabalhos, já que as duas grandes finalidades são: Finalidade Religiosa (manutenção da igreja, água, luz, telefone, funcionários, hóstias, etc.), visto que a arrecadação do dízimo não cobre essas despesas; Finalidade Social (auxilio aos pobres e aos doentes). O risoto também é um local para nos unirmos, ajudar nossa Paróquia e as pessoas que precisam, e nos confraternizarmos.

Nos últimos anos, temos adotado a seguinte distribuição:

– Na última coordenação do Simeão e Ana Maria, Janeiro de 2011 a Junho de 2012, foram doados R$ 67.753,86, sendo que para a Paróquia São Cristóvão o montante foi de R$ 44.273,28, ou seja 65,34 % do total. As demais doações foram para o Instituto Salesiano (CES e Provim), Associação Mamãe Margarida,l Comunidade Dom Bosco, Associação das Senhoras da Caridade, Vocações e Escola de Educação Especial Multidisciplinar. Caso a Paróquia venha precisar de alguma ajuda extra, nos organizaremos para realizar outro evento, já que o valor repassado as entidades que atendemos precisam da nossa ajuda para se manterem. Importante salientar também, que todo o dinheiro arrecadado é revertido em doações, manutenções e compra de utensílios, para o bom andamento de nossos trabalhos, sendo tudo contabilizado e arquivado pelos coordenadores do M.I, mantendo apenas em caixa valores necessários para os próximos eventos e despesas futuras, já planejadas e aprovadas.

 

Esperamos com essa entrevista colaborar com os leitores no conhecimento desse evento tão importante para nossa Paróquia e para as pessoas que recebem a nossa ajuda.

Por que dizer vinde Espírito Santo se ele já está em nós?

 nsaux         Não será incoerência pedir mais do Espírito Santo ou rezarmos dizendo “vinde Espírito…, se já recebemos o Batismo, se somos templos do Espírito, se confirmamos no Sacramento da Crisma? Para nos ajudar nesse entendimento utilizarei o ensinamento de dois grandes doutores da Igreja: Santo Tomás de Aquino, em sua Teologia das Missões Divinas, explica que “dizer que uma Pessoa Divina vem, não significa dizer que ela se desloca de um lugar onde estava para um onde nunca estivera antes. Não! O Espírito Santo já está em tudo e em todos – em nós, de maneira singular, como dom de habitação, de modo sobrenatural, pela graça do Sacramento. Quando dizemos ‘vem’, Ele, que já está, se manifesta atualizando a graça de Sua presença, provocando em nós uma mudança na linha dessa mesma graça (pois que Ele, por Sua vez, é imutável”… Santo Agostinho (Commento AL Vangelo di Giovanni, Omelia 74,2) ensina: “O importante é ter presente que sem o Espírito Santo nós não podemos nem amar a Cristo nem observar os Seus Mandamentos, e que tanto menos podemos fazê-lo quanto menos tivermos do Espírito Santo, enquanto tanto mais podemos fazê-lo quanto maior for a abundância que d’Ele tivermos. Não é pois sem razão que o Espírito vem prometido, não somente àqueles que não o tem, mas também àqueles já o possuem: a quem não O tem para que o tenha, a quem já O possui para que O possua em medida mais abundante. Porque se não se pudesse possuir o Espírito Santo em medida mais ou menos abundante, o profeta Eliseu não teria dito ao profeta Elias: ‘O Espírito que está em ti, esteja em dobro em mim (II RS 2,9)’”. “Quando essa ‘vinda’ do Espírito ocorre à maneira de uma efusão, de uma maneira crítica na vida da pessoa, chamamo-la comumente de ‘batismo no Espírito’, e ocorre o que Santo Tomás chama de promotio, uma promoção, um progresso: de um (já) precedente estado de graça a um novo estado de graça. Algo acontece que faz a pessoa avançar ‘em um novo ato ou novo estado de graça’, diz Santo Tomás”.

          João Paulo II, hoje Beato, em 14 de março de 2002, fazia a seguinte exortação: “Com insistência fervorosa, não vos canseis de invocar: ‘Vem, ó Espírito Santo! Vem! Vem!’”.

Com base no texto de Reinaldo B. Reis de Abril 2012.

Paulo Roberto Ragnini – Grupo de Oração

É tão importante a participação na vida de uma paróquia?

nsauxESTOU PECANDO SE NÃO PARTICIPAR ATIVAMENTE?

              O batismo é a porta e o fundamento da comunhão na Igreja. A Eucaristia é a fonte e o ápice da vida cristã.

             A paróquia é a família de Deus animada pelo espírito de unidade. Aqui os leigos são convidados a participar da missão da Igreja de levar o Evangelho de Cristo a todos.

             Quando se trata da responsabilidade de participar de uma Igreja, o Novo Testamento não deixa dúvida. Além de muitos exemplos no Livro dos Atos e nas Epístolas, encontramos instruções que exigem a nossa participação na vida da Paróquia. O autor de Hebreus condena a atitude de pessoas que deixam de participar na vida da Igreja, porque negligenciam seu papel importante na edificação mútua (Hb 10,23-27). Outras instruções exigem a nossa participação nas reuniões da Igreja para participar da Ceia do Senhor (I Cor 11,17-34; At 20,7), para juntar ofertas (I Cor 16,1-3; At 4,36-37; 5,1-2) e para resolver questões de falhas e pecados na comunidade (I Cor 5,4-5). Os discípulos de Cristo se juntam, também, para cantar hinos de louvor e edificação (Ef 5,19-21) e para ensinar a palavra do Senhor (I Cor 14,26).

             Pessoas que negligenciam estas responsabilidades, não participando da Missa, dos cultos e reuniões da comunidade desobedecem a Deus. Pecam contra os irmãos e contra o Senhor.

             A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida. A nossa fé nos agrega numa grande família que é a Igreja, de maneira mais particular a Paróquia, onde colocamos em prática nossa fé. Na Paróquia recebo o suporte necessário para crescer na formação humana, na espiritualidade e nos tesouros sacramentais para minha salvação.

             Tomemos por modelo os primeiros cristãos: “Os que receberam a Sua Palavra foram batizados. Perseveravam na Doutrina dos Apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações” (cf. At 2,41-42).

             Assim como é preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-lo, é preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, a Igreja, extensão do Corpo de Cristo da qual sou membro. A comunidade é necessária para que minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Nós os cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida, como faziam os primeiros cristãos. Somos chamados a fazer crescer em nós o verdadeiro sentido de ser Igreja: “Eu sou e também faço a Igreja. Sou discípulo de Jesus Cristo e estou neste caminho por Ele em primeiro lugar”.

             Antes de qualquer obrigação, o meu relacionamento com Deus deve ser por amor e o meu compromisso concreto exige tempo e espaço para se atualizar, por isso, a minha Paróquia é lugar de encontro com Ele e com meus irmãos na fé, onde eu alimento a minha experiência e vida com o Senhor. Não existe uma experiência autêntica de Jesus Cristo fora da comunidade, nela sou formado na Palavra, no Altar, no testemunho e na doação de minha vida.

 (Com base no texto do Pe. Francisco Sehnem, scj)

O Grupo de Oração se reúne todas às quartas-feiras (20:00horas) na sala de reuniões da Paróquia.

 

Coordenação

Campanha da Fraternidade 2013

01hino_da_cf2013

CF 2013

 

Fraternidade e Juventude – CF 2013

Objetivo Geral
Acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção da vida, da justiça e da paz.

Objetivos específicos

1 – Propiciar aos jovens um encontro pessoal com Jesus Cristo a fim de contribuir para sua vocação de discípulo missionário e para a
elaboração de seu projeto pessoal de vida;

2 – Possibilitar aos jovens uma participação ativa na comunidade eclesial, que lhes seja apoio e sustento em sua caminhada, para que eles possam contribuir com seus dons e talentos;

3 – Sensibilizar os jovens para serem agentes transformadores da sociedade, protagonistas da civilização do amor e do bem comum.

Fonte: http://www.portalkairos.net/campanhadafraternidade/#ixzz2L0jFiYJG

Abertura da Campanha da Fraternidade 2013 na PUCPR

Aula Magna e Mesa Redonda:CF_puc

JUVENTUDE EM TEMPOS

DE TRANSFORMAÇÃO,

PERSPECTIVAS TEOLÓGICAS, 

SOCIOLOGIAS E PASTORAIS

 

Palestrantes:

Pe. Agenor Brighenti
Pe.Alexandre Cordeiro
Fabiano Incerti
Dyogenes Philipsen Araujo

 

Debatedores:

Rodrigo de Andrade
Irmã Raquel de Fátima Colet

 

DATA: 19 DE FEVEREIRO – 19h30

Local: PUCPR – Auditório Tristão de Ataíde

Entrada Gratuita.

 

Projeto Missionário Salesiano 2013

Como acontece todos os anos no mês de janeiro, a Inspetoria Salesiana São Pio X, promove as Missões, e este ano aqui de nossa comunidade participaram o Nelson Nadalin e Loacir foram para a cidade de Rio Grande (RS), o Padre Angelo foi para a cidade de Otacílio Costa (SC), Padre Sérgio foi para a cidade de Três Barras (SC) e Lucas e Valéria para Guarapuava (PR).

O Nelson Nadalin disse que “foi muito bom e gratificante participar e levar a Palavra de Deus às pessoas (famílias). Ficamos muito contentes ao saber que tinha gente rezando por nós. Quero agradecer a todos aqueles que doaram terços, bíblias, santinhos, balas. A todos o nosso muito obrigado!”

Retirado do Jornal de São Cristóvão fev/2013.