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Novo grupo de adolescentes

Teve início em nossa comunidade o mais novo grupo de adolescentes:
ASSC
Adolescentes Salesianos Seguidores de Cristo
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Peregrinos se preparam para a JMJ – RIO2013

Faltam apenas 22 dias para a Jornada Mundial da Juventude.
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Matéria: Formação dos peregrinos

Próximas atividades:

  • Vigília, para toda a comunidade – 12/07 às 20:00;
  • Apresentação dos peregrinos na Comunidade Dom Bosco – 14/07 às 09:00;
  • Missa de envio dos Peregrinos – JMJ-RIO2013 – 21/07 às 09:00.

AJS! Paixão pela vida e pelo Senhor da vida.

Viva Dom Bosco!!!

 

*Este boletim faz referência às principais atividades da AJS na semana.

Preparação para a JMJ – RIO2013

Nossos jovens peregrinos se preparam para a Jornada Mundial da Juventude.

jmjmagnoNossos peregrinos já estão ansiosos: Faltam apenas 22 dias para a JMJ-Rio 2013.
Há duas semanas, se reuniram com o S. Magno Xavier, assessor dos noviços no Noviciado Imaculada Conceição, ali na Lindóia. Foi uma bonita formação onde os peregrinos puderam refletir um pouco sobre o “encontro com Cristo”.

Neste ultimo domingo, participaram de uma formação elaborada pelo P. Ademir Ricardo, que motivou uma bonita reflexão interior sobre qualidades e experiências.
jmjrika
Os jovens peregrinos se reunirão no dia 14/07 para últimos encaminhamentos, e também:

  • Vigília, para toda a comunidade – 12/07 às 20:00;
  • Apresentação dos peregrinos na Comunidade Dom Bosco – 14/07 às 09:00;
  • Missa de envio dos Peregrinos – JMJ-RIO2013 – 21/07 às 09:00.

E você, vai ficar de fora dessa bonita preparação?
Participe conosco!!!
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Com Dom Bosco, rumo a JMJ – RIO2013!!!

Cerca de 4 mil padres e 300 bispos presidirão missas em 20 idiomas na JMJ

Somados todos os estrangeiros inscritos na JMJ, serão 20 idiomas diferentes de jovens localizados em todos os pontos do Rio de Janeiro. Para que esses peregrinos não se sintam excluídos da programação da JMJ, mais de 4 mil sacerdotes e 300 bispos presidirão missas em diferentes idiomas nos 273 locais de catequese.

Algumas celebrações serão realizadas por cerca de 300 bispos de seus países origem. Os 273 locais de catequese serão em igrejas, casas de show, quadras poliesportivas, salões e escolas. As cidades de Niterói, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, que são subsedes do evento, foram divididas por idiomas para facilitar o trânsito e acomodar grupos de estrangeiros.

De acordo com o COL, Comitê Organizacional Local, as catequeses, que sempre acontecem em todas as edições das JMJ, promovem uma espécie de integração entre os peregrinos do mesmo idioma. Na proposta dos encontros, um dos objetivos é aprofundar o tema da Jornada, que esse ano é “Ide e fazeis discípulos entre todas as nações”.

Nos locais onde serão acolhidos, voluntários e famílias acolhedoras farão homenagens aos jovens estrangeiros, com enfeites próprios da nacionalidade de cada grupo.

 

Fonte: Jovens de Maria – http://www.a12.com/jovensdemaria/?p=6462

Símbolos da JMJ

A Cruz

A cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, e muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.

A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude, foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção” (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 1984).

Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Desde 1984, a cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994, a cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do país sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento.

O ÍCONE DE NOSSA SENHORA

Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a cruz da JMJ: o ícone de Nossa Senhora, “Salus Populi Romani”, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior. “Hoje eu confio a vocês… o ícone de Maria. De agora em diante, ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas” (Roma, 18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003).

Postado em JMJ

Ide e fazei discípulos entre todas as nações! (cf. Mt 28, 19)

LEMA DA JORNADA

“A Jornada Mundial da Juventude em Madrid renovou nos jovens o chamado a serem o fermento que faz a massa crescer, levando ao mundo a esperança que nasce da fé. Sede generosos ao dar um testemunho de vida cristã, especialmente em vista da próxima Jornada no Rio de Janeiro”.

Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI no anúncio do lema da Jornada Mundial da Juventude Rio2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto.

Na ocasião a catequese foi dedicada a JMJ 2011, que havia terminado no dia 21 do mesmo mês. Bento XVI recordou com carinho a participação e a alegria dos cerca de dois milhões de jovens em Madrid, ao que ele chamou de “uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz.”

Por isso é tão importante que os jovens do Brasil e do mundo assumam desde agora esse chamado à missão e participem da Jornada como testemunhas vivas do Cristo.

Para o padre Geraldo Dondici Vieira, diretor do Departamento de Teologia da PUC-Rio, esse é um lema para ser guardado no coração, refletido e meditado. “Esse tema, de fazer discípulos, de chamar outros discípulos para a comunhão e o convívio com o Senhor, é o tema mais querido do Evangelho de Mateus. Esse mandato, essa missão já está anunciada em todo o Evangelho. E, na verdade, só faz discípulo quem já é discípulo, quem convive com o Senhor”, afirmou o sacerdote.

Padre Dondici ressalta que esse testemunho e o próprio anúncio do Cristo, são grandes desafios pra juventude, que vive em um mundo plural, com milhares de informações, seja através das escolas, lazer, internet, especialmente no contato com as redes sociais, como o facebook, twitter: “Com essas mil participações, ele, jovem discípulo, é chamado a plantar no coração de quem ele encontrar, com quem ele se comunicar, o desejo de ser discípulo de Jesus”.

“O que ganha o discípulo de Jesus? Ganha a pertença ao reino, ganha a certeza do amor de Deus, ganha a certeza de ser para os outros sinal de misericórdia e de amor. Ganha o levar e doar a paz do Senhor. São esses frutos e dons que o mundo muito precisa. O perdão, a misericórdia, a paz é que irão diminuir na sociedade, no mundo de hoje, a violência, a guerra, a corrupção, a maldade, tudo aquilo que tira a possibilidade do jovem crescer e colocar toda a sua riqueza e vitalidade a serviço da humanidade”, afirmou.”

No mandato final do texto de Mateus – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” –, explicou o padre, está um grande sonho antropológico de todos, de que o contato com o Senhor, a amizade com Ele, desperte o que cada um tem de melhor em si mesmo.

“Vivemos em um mundo onde há muitos desperdícios, perdas humanas, por falta de chance. O convívio com o Senhor desperta o que temos de melhor. O anúncio ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’ é um anúncio para a vida toda. Em nenhum momento podemos fazer um intervalo dele, porque ele supõe que aquele que é amigo do Senhor, pela sua vida, pelo seu estar no mundo, comunique aos outros a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor. Essa é a missão que a nossa Igreja precisa.

 Fonte: http://www.rio2013.com/pt/a-jornada/lema-da-jornada
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História da Jornada – Conheça as Jornadas Mundiais da Juventude

Em 1984 foi celebrado na Praça São Pedro, no Vaticano, o Encontro Internacional da Juventude com o Papa João Paulo II, por ocasião do Ano Santo da Redenção. Na ocasião, o Papa entregou aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada.

O ano de 1985 foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março houve outro encontro internacional de jovens no Vaticano e no mesmo ano o Papa anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude.

Todos os anos ela acontece em âmbito diocesano, celebrada no Domingo de Ramos e, com intervalos que podem variar entre dois e três anos, são feitos os grandes encontros internacionais.

Saiba mais em http://www.rio2013.com/pt/a-jornada/historia-da-jornada
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Reconhecido segundo milagre por intercessão de João Paulo II

A comissão teológica da Congregação para a Causa dos Santos aprovou o segundo milagre atribuído à intercessão de João Paulo II. O beato é também um dos patronos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013 por ter sido reconhecidamente um amigo dos jovens e por ter instituído as Jornadas.

O reconhecimento do segundo milagre abre caminho para a canonização do Papa polonês. No entanto, antes é necessário que seja aprovado por uma comissão de Cardeais e Bispos e ter o decreto assinado pelo Papa Francisco. Não foi informada a natureza deste segundo milagre.

A notícia da aprovação do segundo milagre já provocou reações em Cracóvia, onde o Arcebispo Stanislau Dziwisz, ex-secretário de João Paulo II, afirmou “existir muita esperança de que a canonização ocorra no domingo 20 de outubro”, recordando que é a data em que se celebra o 35º aniversário da eleição de Wojtyla. O Arcebispo Dziwisz foi recebido pelo Papa Francisco no Vaticano no último sábado. (JE)

O Cardeal Karol Wojtyla foi eleito Papa em 16 de outubro de 1978. No dia 22, celebrou a missa de início de pontificado.

Em 1º de maio de 2011, Bento XVI proclamou-o Beato, após a comprovação da cura – inexplicável para a ciência -, da Irmã Marie Simon Pierre, que sofria do Mal de Parkinson.

As informações são da Rádio Vaticano.
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Devotos podem enviar intenções para a Missa do Papa em Aparecida.

Em razão da Missa Solene que Papa Francisco vai celebrar no Santuário Nacional, em 24 de julho, a Campanha dos Devotos está organizando um livro de intenções, que já podem ser enviadas por devotos de todo o Brasil.

Quem quiser oferecer intenções tem até o dia 14 de julho deve entrar em contato com a Campanha dos Devotos pelos seguintes canais de atendimento: telefone 0300 2 10 12 10, com atendimento diário das 7h30 às 23h50, ou pelo blog A12.com/devotos.

O Papa Francisco virá ao Brasil em virtude da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro e, no dia 24 de julho, a cidade de Aparecida (SP) irá recebê-lo para presidir a Missa às 10h30, no Santuário Nacional.

Segundo Dom Darci José Nicioli, bispo auxiliar de Aparecida, “é grande bênção ter entre nós o Vigário de Cristo na terra e, graça maior ainda, poder juntos pedir a intercessão da Mãe de Deus, a Senhora Aparecida. 

Vamos nos unir ao Papa e às suas intenções, rezar com ele e por ele”!

Veja a agenda do Papa, lendo diretamente do site do Santuário Nacional

 

 Fonte: Comunicação Institucional – santuarionacional.com

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A Missa e a Enculturação

Texto: Paulo Roberto Ragnini

15/05/2013

 O documento base (documento nº 1), sobre liturgia, o Sacrossantum Concilium diz “a liturgia consta de parte imutável, divinamente instituída, e de partes susceptíveis de mudança” (SC 21). Quando diz da possibilidade de mudança, aponta e estimula para a adaptação da enculturação. Mas, o que significa enculturação?

É visível e faz parte de nossas conversas, que ao longo dos tempos, a cultura tem sofrido um crescimento e proporcionou uma evolução cada vez mais rápida. Claro que toda a rapidez é relativa! Essa evolução cultural atinge um ritmo sem precedentes, algo que seria impensável sem a proximidade das populações e, por conseguinte, das suas culturas, pela tecnologia.

Cultura é algo que se aprende, a vida em comunidade permite uma exposição a um maior número de hábitos – “pois a cultura é cumulativa – e, por conseguinte, há maior possibilidade de evolução”. Diversas comunidades por sua vez, levam, a uma maior comunicação e trocas culturais. Certos hábitos podem ser esquecidos, sendo substituídos por outros pertencentes a outras culturas, ou então substituídos por simples evolução cultural. “Podemos dividir a dinâmica cultural em três fatores – enculturação, aculturação e desculturação – que pertencem a um processo único e dinâmico que acontece continuamente e ao mesmo tempo”.

A rápida troca de informações que permite o contato de culturas diferentes faz com que todas elas sofram uma aculturação. Ao adquirirem novos hábitos culturais as culturas vão ficando mais enriquecidas, mas elas também podem perder muitos traços culturais.

 

Enculturação

“É o processo através do qual uma pessoa aprende as exigências da cultura na qual ela está inserida, e adquire valores e comportamentos que são tidos como apropriados ou necessários naquela cultura, quer informal quer formalmente. Este processo acontece informalmente de um modo contínuo, seja consciente ou inconscientemente, pois processa-se essencialmente pela imitação e pelo envolvimento com grupos espontâneos e instituições sociais”. “Trata-se de um termo típico do linguajar religioso e de recente utilização no discurso missiológico (missões)” e é indispensável para um trabalho missionário eficiente que se centra na verdadeira enculturação de Jesus e da sua mensagem.  Atividade Missionária, não se limita ao cristianismo, mas a todas as religiões estruturadas em igrejas, e que têm como objetivo mudar outras culturas nas suas vertentes religiosas, podendo incluir outros elementos culturais contrários aos seus princípios religiosos. Os missionários atuam diretamente sobre as pessoas, a título individual, e indiretamente sobre as instituições.

A cultura influencia o homem num processo contínuo de enculturação e de aculturação.

 

Aculturação

“O processo de aculturação acompanha e pode até sobrepor à enculturação”. São processos muito semelhantes, mas enquanto a enculturação é a aquisição de cultura por um membro dessa mesma cultura, a aculturação é a aquisição de elementos culturais de culturas externas.

 

Concluindo, enculturação em nossas celebrações é entender as exigências da realidade local (onde estamos inseridos) e adotar uma linguagem e postura atualizada, possibilitando e estimulando a comunidade paroquial. Porém, tomando o cuidado para não cair no relativismo, que é uma doutrina que prega que algo é relativo, o contrário de uma verdade absoluta. O papa emérito Bento XVI propõe que para combater o relativismo é necessária uma fé adulta, madura, “firmemente enraizada na amizade com Cristo”. Com a ação do Espírito Santo em nossas vidas, poderemos fazer a enculturação necessária em nossa comunidade, que é o pedido e a prática da própria Igreja.

Entre as várias afirmações apresentadas pela Igreja recentemente e pelas entrevistas de nossos cardeais, às vésperas da eleição do novo Papa, é consenso que a Igreja precisa de uma linguagem (uma forma de comunicação) mais atualizada, de uma nova metodologia. A linguagem de 30 anos atrás não atende as necessidades de hoje. Precisamos nos preparar, ou melhor, estarmos preparados para adotar uma nova linguagem (postura) no menor espaço de tempo. Será que o que serve para hoje, servirá para daqui a 10 anos? Assim como a linguagem de 20 anos atrás já não serve para nós hoje. O que não significa mudar as verdades ensinadas por Jesus e pela tradição da Igreja. Precisamos adotar uma postura de acordo com esta mudança de época. Isso é enculturação.

Visita Inspetorial

P Orestes Inspetor BPA (2)De 12/05 a 14/05 teremos a visita do Pe. Orestes Carlinhos Fistarol (Padre Inspetor). No domingo dia 12/05, provavelmente presidirá as Missas das 9h. e 19h.

Na segunda-feira, dia 13/05/2013 às 19h. e 30 min., teremos a reunião aberta a toda comunidade na Sala de Reuniões e em seguida a confraternização.

Para a confraternização solicitamos trazerem um prato de doce ou salgado.

Participe e ajude a divulgar!

Nossa Turma: educação e evangelização em forma de histórias em quadrinhos

RSE

A partir de 29 de abril, o projeto Nossa Turma, da Rede Salesiana de Escolas (RSE), ganha um site próprio, no qual será possível acompanhar as publicações, ver as tirinhas mais antigas, conhecer os personagens e até sugerir temas para novas histórias. O projeto Nossa Turma, que já está presente nas redes sociais e no portal da RSE, traz a publicação diária de “tirinhas” sobre temas do meio cristão, católico e salesiano, com histórias vividas por mais de 30 personagens que representam alunos, educadores, irmãs e padres.

“O projeto Nossa Turma originou-se da necessidade de repassar os valores presentes na RSE a partir de uma linguagem mais próxima do cotidiano em que os alunos estão inseridos, o que pode ser observado nas histórias já presentes nas redes sociais”, afirma o assessor de Comunicação da Rede Salesiana de Escolas, Célio Ballona. Em pouco mais de um mês de existência, a Nossa Turma já tratou de assuntos como a Campanha da Fraternidade 2013, a Jornada Mundial da Juventude, os caminhos da santidade, o poder da oração, o amor à natureza, a cidadania no trânsito e o relacionamento com colegas e professores, entre outros.

As “dicas de Dom Bosco” para um bom relacionamento escolar e os “S” salesianos (Sucesso, Saúde, Sustentabilidade, Sabedoria, Solidariedade e Saudade) também são temas constantes nas tirinhas. “O Nossa Turma visa criar um ambiente de interação entre alunos, educadores e família, reforçando o ideal da RSE de formar bons cristãos e honestos cidadãos, consolidando a marca como referência de unidade e valores. Além disso, o projeto busca, a partir da interlocução dos personagens, fortalecer e dar visibilidade para o projeto pedagógico-pastoral da Rede Salesiana de Escolas através de cada história criada. Também abordamos, com essa iniciativa, valores gerais da fé cristã e situações típicas do ambiente escolar”, completa Célio.

Quem curte a Nossa Turma

Não houve a necessidade de ir muito longe para conseguir inspiração na hora de criar os personagens e as situações vividas nas tirinhas da Nossa Turma. Segundo os autores do projeto, bastou olhar para a pluralidade encontrada no universo da própria Rede Salesiana de Escolas. Essa base na vivência real da RSE facilitou a aceitação do projeto entre alunos e educadores. “É muito gratificante observar que as pessoas se identificam com as histórias retratadas pelos quadrinhos e que curtem e compartilham esse conteúdo, divulgando-o pelas redes sociais e levando junto com esse gesto as boas práticas e valores adotados pela RSE”, considera Rafael Antônio da Silva, da equipe de produção da Nossa Turma.

Um exemplo que corrobora essa afirmação vem de Lucas Alberto Calixto de Almeida, aluno do 8º ano do Colégio Dom Bosco de Manaus-AM: “Sempre gostei muito de ler gibis, mas estas tirinhas da Rede Salesiana me fazem parar para pensar nas atitudes que temos e como é legal um conteúdo como esse. Eu espero sempre por elas e leio através do site do colégio ou na Fanpage da RSE”. A aluna Agnes Marinho da Silva, do Centro Educacional Maria Auxiliadora (CEMA) de Brasília-DF, também curte as tirinhas da Nossa Turma diariamente: “O HQ está com um papel muito importante na mídia hoje; os mangás e cômics vêm atraindo os jovens e, às vezes, até adultos. Achei incrível a abordagem do tema, porque a pedagogia salesiana, que tem uma grande importância na formação dos jovens, ficou mais atraente. Não foi abordada de forma chata ou monótona”, considera.

Para Maria Auxiliadora Arruda, coordenadora de Pastoral do Colégio Salesiano São José, em Natal-RN, o projeto Nossa Turma é uma ótima iniciativa, “pois através das historinhas podemos despertar o grande interesse pela leitura. Além disso, ele é importante porque está dentro da realidade dos nossos educandos, e tudo que puder chegar a eles através de novas metodologias e tecnologias é um diferencial no processo de aprendizagem”.

Ferramenta pedagógica

Além do acesso direto feito pelos alunos, a Nossa Turma tem se mostrado também uma ferramenta pedagógica importante e inovadora. No CEMA de Brasília, o professor de Língua Portuguesa, Alisson Silva Batista de Moraes, realizou um projeto com os alunos do 8º ano utilizando as tirinhas como base e ressalta os resultados positivos: “A história em quadrinhos é uma tipologia textual que encanta desde seu surgimento. Aliada à pedagogia de Dom Bosco, torna-se instrumento valioso para se trabalhar de forma atrativa valores tão importantes para a vida em sociedade. Na nossa experiência, obras singelas produzidas refletem a compreensão dos alunos acerca do ensino salesiano”.

Outra escola da RSE que utiliza a Nossa Turma em sala de aula é o Colégio Salesiano Região Oceânica, em Niterói-RJ. “Os quadrinhos da RSE têm favorecido bastante o compartilhar de valores e reflexões com os alunos. Trazer um ambiente que eles estão familiarizados para um universo lúdico e animado favorece a comunicação e a internalização de nossa proposta pedagógica e espiritualidade”, considera a orientadora educacional Roxane Baptista Guedes, que usa os quadrinhos da Nossa Turma como recurso para refletir com os alunos sobre “Ser Salesiano”. Na outra ponta do processo, a pequena Gabrielle Souza Britto Lage, aluna do 2º ano do Ensino Fundamental, é uma entusiasta da proposta: “É muito legal ver os amigos, professores e outras pessoas do colégio em forma de desenho. Eu gostei das historinhas que li e todas são bem legais. Fica mais divertido e fácil aprender o que as professoras explicam”, conclui.

Salesianidade

Além de criar interação entre toda a comunidade educativa, as tirinhas do Nossa Turma transmitem a essência da pedagogia salesiana: “evangelizar educando e educar evangelizando”, É o que afirma o assessor de Pastoral da Rede Salesiana de Escolas, Antonio Boeing. Segundo ele, a linguagem dos quadrinhos ajuda a aproximar os jovens e a passar a eles os valores salesianos: “Uma escola salesiana caracteriza-se por ser uma escola em Pastoral, na qual todas as ações realizadas devem transmitir os valores que são a razão de ser da escola salesiana. Valores que não podem ser passados de forma rígida ou com uma linguagem estranha à juventude. As tirinhas da Nossa Turma são fantásticas para comunicar o que é essencial em uma linguagem que vai além do formal, e que por isso desperta o interesse dos educandos e também dos educadores”, finaliza Boeing.

Novo site
O site da Nossa Turma já está no ar: www.rse.org.br/nossa-turma
Veja também a Nossa Turma na fanpage da RSE no facebook: www.facebook.com/rede.salesiana.de.escolas

Fonte: http://www.boletimsalesiano.org.br